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ALICIA, MINHA FILHA

ALICIA, MINHA FILHA
Arthur recebeu a visita da filha, um tanto quanto desconcertado, pois não a via desde o dia em que ela saíra de casa, após a morte da mãe, para viver com a tia no Mato Grosso do Sul. Ela não lhe dera mais notícias, nada. Saíra aos dezesseis e regressava aos vinte e sete anos.

“O que aconteceu com a sua vida Alicia? O porquê do regresso agora?”

“A história é comprida pai, mas pode ser resumida da seguinte forma: Casamento desfeito, ainda bem que sem filhos; atritos com os tios; intenção de retomar os estudos e de refazer a vida”.

“Não é uma atitude meio egoísta de sua parte, invadir agora a vida do pai, só depois que as coisas não deram certo? Você não mandou nenhuma notícia, nem mesmo quando se casou… não quis saber se eu estava vivo ou morto. Não fiz nada para merecer esta indiferença”.

“Não fez pai… mas as suas constantes ausências em viagens de negócios fizeram do senhor um estranho para mim. A morte da minha mãe colocou um grande vazio na minha vida, sendo eu filha única. Hoje tenho a certeza de que precisamos um do outro… perdoe pai. Não tenho para onde ir”.

Arthur podia ver agora aquela menininha magricela e frágil que lhe fora mais próxima. Deu-lhe razão, pois de fato, ele era o único que poderia ajudá-la.

“Está tudo certo Alicia… o seu quarto nunca foi ocupado, exceto pelo meu computador que vou retirar de lá”.

“Obrigada pai”

Alicia se tornara uma bela mulher. O cabelo preto que puxara da mãe, descia abaixo dos ombros, emoldurando um rosto com muita personalidade. Os olhos verdes claros eram puxados a mim. Uma saia pregueada cinza fazia conjunto com uma blusa branca de manga três quartos. Apesar do talhe discreto, o conjunto mostrava as suas belas formas: seios rijos e pequenos; anca bem feita; barriga arredondada sem ser gorda. As pernas cruzadas faziam a saia subir um pouco, deixando os joelhos e o início das coxas à mostra. Tinha um lindo sorriso, ressaltado pelos dentes perfeitos. Apesar dos vinte e sete anos, ela conservada o frescor e a aparência moleca da adolescência.

Arthur não viajava tanto mais, pois havia sido promovido a Supervisor Regional, mas ficava empenhado mesmo era com rotinas administrativas, pois a aposentadoria já estava perto. Assim ficou com mais tempo para reaproximar-se de Alicia. A filha tinha uma inteligência viva, conversas interessantes e passou a ajudá-lo nas tarefas domésticas. Por vezes assistiam à televisão, recostados no sofá da sala e ela não demorou por sentir-se à vontade para aninhar-se nos braços do pai. Ele ficava extasiado, pois fazia tempo que não havia ninguém por perto; gostava de sentir o aroma de seus cabelos e a maciez do seu corpo de mulher.

Uma noite passou pelo quarto da filha e entrou, ao ouvir o seu ressonar. Alicia estava com uma perna esticada e outra encolhida para fora da colcha, deixando aparecer os fundilhos da calcinha, sob a barra da camisola. Dormia sono profundo. Arthur se debruçou sobre borda da cama e levou o nariz até aos fundilhos da calcinha. Sentiu um aroma ligeiramente ácido, misto de xixi e sabonete. O seu pau se enrijeceu e ele pensou preocupado: “Que espécie de pervertido você é?” Mas não resistiu à vontade de deitar-se abraçando a filha por trás.

Ela esticou as pernas e murmurando palavras desconexas, encostou-se com instintivamente no corpo do pai. Ele sentiu o aroma do seu corpo e a bunda macia encostando-se ao seu pau. “Não está certo” Pensou. “É a minha própria filha”. Levantou-se e foi para o seu quarto.

Pela manhã encontrou a filha na cozinha, preparando o desjejum. Ela estava vestida com um vestido azul simples, estampado com florzinhas brancas. Arthur olhou nos olhos da filha, enviando-lhe um caloroso e amistoso sorriso. Ela retribuiu o sorriso, com o mesmo fervor do pai.

“Você acordou mais cedo hoje. Dormiu bem?”. Alicia perguntou.

“Dormi muito bem filha, mas tive uns sonhos estranhos”. Arthur gostou daquele inusitado você.

“Como estranhos?”

“Bem… sonhei com a sua mãe, mas ela estava bem mais jovem”

“Quanto mais nova?”

“Como vou saber Alicia? Era apenas um sonho, sem lógica”.

“Uns vinte e sete?”

“É… poderia ser”

“É a minha idade… Achou que ela fosse muito jovem para você?”.

“Não sei. Hoje em dia tudo é possível”.

“A mãe do sonho era mais sexy do que a minha mãe. E você gostou disto, não gostou?”.

Arthur ficou embaraçado.

“Tudo bem. Não precisa falar sobre isto, caso não queira”, observou Alicia.

Arthur olhou inconscientemente para as coxas da filha, fixando-se na região da vagina, e ela percebeu. O seu olhar de homem continuou andando pelas suas coxas, bunda e seios, enquanto ela permanecia em movimento para por a mesa do café. Ela abaixava mais de propósito para o fundo da calcinha aparecer sob a barra do vestido curto.

“Tenho quase certeza que ele me quer como mulher”. Pensou.

Um dia, na pressa de sair para uma entrevista de emprego, Alicia esqueceu uma calcinha usada em cima da cama. Ao voltar observou que ela mudara de posição. Teve assim a certeza de que o pai andara cheirando a sua calcinha e de que ele a queria como mulher. Ela sentiu dó do pai. Ele ficara solitário e carente de carinhos por um longo período.

Naquela noite pai e filha assistiam à televisão. Alicia pediu ao pai que lhe aplicasse uma massagem nas costas, pois se sentia tensa pelo dia atribulado de procura por emprego. Retirou a blusa, ficando só de sutiã e deitou-se de bruços no sofá. Estava vestida com a curta saia jeans e, sob ela, uma calcinha preta que podia ser vista entre as coxas entreabertas.

Arthur iniciou uma massagem a seco, mas ela pediu que ele usasse um creme hidratante. Ele massageava suavemente as costas da filha e ela pediu que ele abrisse o fecho do sutiã para facilitar a massagem.

“Qual é Alicia. Isto não fica bem!”

“O que tem de mais pai? Sou a sua filhinha, você até já me trocou as fraldas. Por que isto agora?”.

Arthur continuou a massagem, sentado ao lado de Alicia. Suas mãos subiam e desciam, chegando até às proximidades dos mamilos da filha. Ela encostou-se mais nele.

“Pai massageie, por favor, os músculos das minhas coxas, pois estão meio doloridos”.

Arthur passou mais creme hidratante nas palmas das mãos e passou a massagear as coxas da filha. O seu pau estava ficando ereto. Suas mãos saiam da panturrilha e subiam suavemente pelas coxas da filha. Os dedos indicadores avançavam cada vez mais entre as coxas, até tocarem os lábios da buceta sobre a calcinha.

Alicia deixou escapar um gemidinho, quase imperceptível.

Ela virou-se de frente. Os mamilos estavam intumescidos, a partir das auréolas, que se projetavam formando ressaltos únicos com os bicos. Arthur não resistiu e sugou os seios da filha. Ela puxou mais a sua cabeça. As suas mãos procuraram a racha da filha até encontrar o clitóris duro. Retirou calcinha e foi entreabrindo os lábios da buceta, com sucessivas passagens da língua ao longo da racha. Ela orvalhou-se de encher a boca do pai com o seu mel.

Alicia gemia, emitindo suaves Ohss! E Shhhhhhhh!. Sua boca procurou ávida a boca do pai e suas mãos retiraram o pau para fora da calça. Olhou para o cacetão do pai e passou a chupá-lo com vontade. Alicia soltava golfos de saliva no cacete do pai Não resistindo mais Arthur encaixou a cabeça do pau na guia do furinho rosado e foi empurrando de leve.

“Atola com vontade pai…já não sou mais menininha”

Arthur na primeira estocada atolou o cacete até o saco. Em um vai e vem frenético a filha gritava: “Como você é gostoso pai!!!! Shhhhhhhhhhhhh. “Me fode fundo!!!!!” Os dois gozaram juntos e quedaram-se exaustos sobre o sofá”. Trocaram ternos e suaves beijos na boca, enquanto voltavam à calma. Alicia lambeu com carinho o resto de porra que se espalhava pelo pau do pai.

“Como é gostosa a minha matéria prima!!!”

A partir de então, para Arthur e Alicia não existia hora e nem lugar: Na cama; no banheiro; na pia da cozinha. Além desta tórrida paixão, cresceu neles um grande e verdadeiro amor. Não só de pai e filha, mas de homem e mulher.

“Alicia”

“Hum”

“Vamos mudar de bairro, onde ninguém nos conhece e passarmos a viver tal como um casal legalmente casado?”

“É o que mais quero meu querido, meu amor e minha vida”.

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