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Colega Jorge

Colega Jorge
O Jorge era aquele amigo de longa data que todos temos. Fizemos o secundário e depois a faculdade juntos. Cada um casou e vieram os filhos mas continuámos a conviver. Eram habituais os jantares em família ou as saídas a dois, para ir jogar snooker ou ir à bola, apesar de não sermos adeptos do mesmo emblema. Era também aquele amigo com quem se trocavam filmes porno no WhatsApp. Um dia recebi um filme gay com um homem a mamar outro e passado pouco tempo uma mensagem do Jorge a pedir desculpa, que se tinha enganado no filme e que não era intenção dele enviar aquele.
Achei que não era caso para tanto e respondi que não tinha problema nenhum e que ele estava à vontade, embora não pretendesse com isso dizer que desejava o envio de mais filmes daqueles.
Com a resposta subsequente apercebi-me que talvez tivesse escolhido mal as palavras. “Fico feliz por estar à vontade!”. Ops, pensei! Provavelmente o melhor é não dar importância ao assunto e nem falar mais no tema.
Sempre foi ele que enviou mais filmes. Aparentemente fazia-o com outras pessoas enquanto eu apenas o fazia com ele, indo de vez em quando procurar um ou outro filme para alimentar a corrente. Os dias seguintes foram de mais do mesmo mas na quinta-feira, dia em que tínhamos combinado um jogo de snooker depois do jantar recebi 5 filmes gay, com conteúdo diverso desde mamadas a sexo bareback e inclusive um threesome. Apanhei o Jorge em casa e no caminho ele perguntou-me se tinha gostado dos filmes. Respondi que sim e ele perguntou-me qual tinha achado mais excitante. “Aquele com aquela madura no escritório com o chefe.” Estava a perguntar dos que te enviei hoje. Corei e fiquei sem resposta e ele: “Desculpa Pedro mas posso falar à vontade contigo?” “Obviamente que podes Jorge!.”
Foi nessa altura que ele me contou que viu um filme e começou a ficar curioso e a ver cada vez mais filmes do género. Nunca tinha estado com nenhum homem mas sentia-se curioso, no entanto não tinha coragem para procurar um desconhecido. Não tinha sido uma decisão fácil mas tinha decidido abordar-me sobre o assunto e a Rute (sua mulher) não sabia de nada nem era suposto vir a saber. Esperava sigilo da minha parte fosse qual fosse a decisão e ainda que a amizade se mantivesse.
Sem certeza do que dizia assegurei-lhe que a amizade não se iria alterar.
Depois do jogo, que ganhámos, impunha-se o regresso a casa e o Jorge tinha bebido um pouco de mais. Vantagem de não ter de conduzir.
A noite estava de chuva e ele abriu a garagem para o deixar lá dentro. Foi o momento para voltar ao tema e perguntar-me se tinha pensado no que me tinha falado. Meio sem saber o que responder lá lhe disse que Ok, sem compromissos pois não sabia se o queria fazer. Pediu-me para estacionar o carro enquanto pousou a mão na minha perna. Quando desliguei o motor já a mão dele estava no meu pacote e perguntou se me podia desapertar as calças pois queria tocar-me. Sem responder desapertei o cinto e baixei as calças e os olhos dele quase saltaram das orbitas. Tinha-me rapado todo na véspera e ele segurou-me no pau iniciando uma punheta. O meu pau foi crescendo na mão dele. Não lhe quis dizer mas a verdade é que também eu estava curioso. Apalpou-me as bolas e olhando para mim agradeceu o momento. Apesar de algo alegre pela bebida percebeu que me estava a excitar e voltou a agarrar-me o pau e baixou-se um pouco passando a língua pela cabeça e descendo ao longo dele lambendo tudo o que conseguia. Quando regressou enfiou na boca e começou a chupar.
Não sei se era a primeira vez que o fazia mas a verdade é que estava a trabalhar bem. Recostei o meu banco para trás e isso deu-lhe mais espaço para me poder mamar. “Hummm, há muito que te desejava fazer isto. Está a ser bom?” “Sim, está, mas tens de parar ou vou sujar o carro todo e a Helena vai pensar que estive aqui com alguma gaja.” Não fez caso do meu pedido, pelo contrário, tentou excitar-me ainda mais e rapidamente lhe disse novamente “Para Jorge” mas já foi tarde, não aguentei e vim-me. Ele não retirou da boca o meu pau e engoliu toda a esporra. Depois mostrou-me a boca e disse: “sabes bem”. “Tu és louco, mas mamas bem.”
Abriu a porta do carro com: “Quando quiseres, estás à vontadinha. Dorme bem”.
Aguardei uns minutos para me recompor daquela loucura e recompor o banco. Quando me deitei tive dificuldade em adormecer enquanto pensava no que tinha acontecido e se também gostaria de lhe fazer o mesmo. Sem respostas acabei por adormecer.
Nos dias seguintes todos os filmes enviados eram gay ou pelo menos bi. Alguns com legenda. “gostava de fazer assim”. Respondi a poucos e sempre de forma evasiva. Ao telefone não abordámos o assunto.
Na quinta-feira seguinte foi a vez dele me vir buscar e contrariamente ao combinado seguiu directamente para casa dos pais dele, que estavam a passar uns dias na terra. Percebi que desta vez ia ser diferente. Quando chegámos disse-me que preferia estar mais à vontade e que gostava de continuar o que tinha acontecido no carro. Desapertou-me as calças e baixou-as, juntamente com os boxers. Pegou-me no pau e começou uma punheta. Lambeu e engoliu a cabeça. Passou a língua em volta e enfiou na boca. Gemi. Estava cheio de tesão.
Parou e despiu-se. Foi a primeira vez que o vi nu. O corpo dele era semelhante ao meu. Aproveitei para também me despir.
Quando me deitei na cama ele deitou-se por cima de mim e começou a lamber-me os mamilos, enquanto me massajava o caralho. Desceu a cabaça e voltou a chupar-me enquanto, para ficar na cama, o seu rabo se aproximava de mim. Apalpei-lhe o rabo e ele empinou-o um pouco. Passei a mão pelo meio das suas pernas até chegar aos ovos que segurei. Ele abriu as pernas e consegui segurar-lhe também no pau.
Estava ainda mole. Era uma sensação diferente de segurar o meu. Nunca tinha tocado noutro pau. Iniciei uma punheta enquanto ele me chupava. A boca dele era deliciosa no meu pau.
Quando ele me levantou as pernas e começou a lamber o rabo fiquei apreensivo. Não queria ser penetrado mas sabia bem sentir a língua dele no meu anus. Rapidamente ele voltou ao meu pau.
Deitou-se enquanto passava lubrificante no seu rabo e também no meu pau. “Tenta, mas devagar”.
Ele estava deitado de costas na cama, com as pernas para cima.
Encostei-me ao rabo dele e coloquei a passei a cabeça no buraquinho desejado. Passei para cima e para baixo sem penetrar. Encostei e voltei a passar para um lado e para o outro. Bati-lhe com ele. Encostei novamente e meti a cabeça. Parei e segurei-lhe no pau. Comecei a massaja-lo enquanto ia, muito lentamente, penetrando mais um pouco.
Comecei a ouvir uns gemidos, sem perceber se eram devidos à penetração ou à punheta.
Quando já tinha penetrado metade, retirei e fiquei à espera. Ele levantou-se e colocou-se de quatro. Encostou-se a mim e deixei ao meu pau ao longo do rego. Afastei-me um pouco e coloquei-o novamente nele. Foi ele a enterrar-se em mim e a fazer de vai-vem.
Não consegui aguentar muito mais e acabei por lhe encher o rabo de esporra. Ele gemeu e deitou-se e eu cai em cima dele ficando dentro até que acabei por sair logo que me passou a tesão. Nessa altura deixei-me cair para o lado.
O Jorge colocou-se de joelhos ao pé de mim e re-iniciei a punheta para que ele também se viesse. Não queria que ele me penetrasse mas passei a língua pela cabeça do pau dele enquanto o continuei a massajar. Quando ele estava quase afastei-o de perto da minha boca e ele veio-se no meu peito. Veio-se imenso, tal como tinha acontecido comigo momentos antes.
Ainda fomos beber uma cerveja antes de cada um ir para casa. Estava certo que iríamos ter mais encontros.

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