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Excerto

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Excerto
A tua mensagem havia sido clara: querias que às 23:45h eu entrasse no hotel e pedisse a chave do quarto 245.

Eram 23h e eu já estava pronto. Aproveitei para tomar café enquanto os meus pensamentos tentavam adivinhar o que me esperava. Tu, não foste capaz de me dar uma única pista e eu torturava-me num misto de ansiedade e tesão.

Eram 23:40h e eu estava na recepção do hotel. Com ansiedade dirijo-me ao elevador e subo para o piso 2 e procuro pelo quarto. Após um pequeno suspiro rodo a chaves na fechadora da porta e devagar abro-a…

O quarto era normal, e as luzes estavam todas apagadas à excepção da luz da casa de banho que estava entreaberta e ouvia o chuveiro com a agua a correr. Devagar caminho em direcção à porta até que ouço uma voz, «espera, não entres!» eras tu no duche, «ok» respondi, ficando parado à porta.

«quero que tires a roupa e te sentes na cadeira que está em frente à cama que eu não demoro»

Assim o fiz, sigo em direcção à cadeira, olho à minha volta para ver se havia algo fora do comum, algo que tivesses preparado, e não. Tudo estava como devia estar.

Começo a tirar a minha roupa e noto pelo volume nos meus boxers que esta ansiedade e curiosidade começava a deixar-me cheio de tesão.

Apenas de boxers sento-me na cadeira e fico a olhar para a porta da casa de banho.

Minutos depois a água pára e a minha ansiedade duplica. Suspiro e ouço barulhos na casa de banho, «mas o que será que me espera» penso. «está tudo bem?» pergunto. «sim, só estou a passar creme e já vou»

Minutos depois a luz apaga-se e apenas a luz da rua que entrava pela janela iluminava o quarto. A porta abre-se, bem devagar e era possível agora ver uma sombra – eras tu. Que caminhavas devagar em minha direcção.

«não disse que te queria nu na cadeira? porque é que estás com os boxers?» perguntaste de forma quase agressiva.

«sim, disseste,mas…» tentei justificar

«deixa lá» interrompeste, «preparado para pagar por ser um safadão?» perguntaste

«sim…» respondi. Sem saber bem a que te referias.

Desenha-se um sorriso safado no teu rosto, à medida que abres o móvel ao lado da cama e pegas em algo que não consegui ver o que era. Olhava fixamente para o teu corpo. Como ela brilhava e parecia estar macio… Como estava particularmente bom o teu rabo, imponente, que fazia desparecer o fio dental que tinhas vestido.

Vem por trás de mim,puxas os meus braços para trás da cadeira, e é aí que percebo que tinhas umas algemas.

«sim, vais pagar…» disseste tu, «vais pagar por me torturares com vídeos quando eu estou em casa de amigas minhas» explicaste

«mas eu pensei que tinhas gostado…»

«e gostei. e é por gostar tanto que te vou torturar» remataste, enquanto sobes para cima da cama e metes-te de quatro para me torturares. Sem nada poder fazer observava o teu rabo a subir e a descer repetitivamente como se estivesses a montar-me, com palmadas à mistura e apertos nos mamilos que neste momento deviam estar duros.

«gostas de bater punhetas enquanto vês fotos do meu rabo?» perguntavas tu com voz de safada.

«sabes que sim» respondia eu ofegante.

«então bate uma para mim, agora… vá lá» dizias tu sorrindo, perante a minha incapacidade ao teu pedido.

«safada…» disse eu, perante o barulho das palmadas que davas no teu rabo.

Havia um espelho na cama e era possível ver-te a morder os lábios enquanto passavas um dedo por entre as tuas nádegas.

«abre-o para mim, abres?» pedia eu, de pau bem duro sem nada poder fazer.

Levantaste vens para perto de mim. O que eu suspeitava, confirmava-se agora – os teus mamilos estavam duríssimos. No entanto, agarravas o meu cabelo por trás e encostas a minha cara no teu rabo perguntas: «ainda queres que o abra?» ao mesmo tempo que levas uma mão até ao meu pau e apertas com força «alguém está contente por me ver!!» exclamas!

«sim, abre esse rabo safada» respondo.

Com as duas mãos abres o rabo, e pressionas contra a minha cara.

A minha reacção foi imediata: abrir a boca e lamber-te enquanto subias e descias, fazendo a minha lingua percorrer todo o teu rego maravilhoso, resguardado por um pequeno fio dental que neste momento era qualquer coisa no meio de saliva.

Gemias e pedias-me que te sugasse toda. Apertavas com ainda mais força o meu pau, eu acompanhava-te com gemidos até que dás um passo em frente deixando-me respirar à vontade. Sem nada dizeres beijaste-me! E enquanto as nossas línguas se enrolavam com precisão ias descendo os meus boxers – todos molhados de tesão.

Sentaste no meu colo e empurras a minha cabeça para o meio das tuas mamas enquanto te roçavas no meu pau; conseguia sentir a renda molhada a passar em cada veia do meu pau.

Cuspo no para um mamilo teu e de imediato o abocanho, sugando e mordendo o teu mamilo, lambuzado e duro como pedra. Tu gemias, tremias e cada vez mais esmagavas o meu pau com movimentos cada vez mais intensos. Até que de repente páras!

Levantas-te e ficas a olhar para o meu pau, todo molhado.

«diz-me o que queres, diz-me» perguntas-te tu, enquanto metias uma mão dentro das cuecas e esfregavas a tua ratinha.

«quero que te metas de joelhos e que me chupes esta pissa toda molhada por ti»

Sorris-te e meteste-te de joelhos à minha frente. Com a tua boca a centimetros da cabeça do meu pau, nada fizeste. Apenas sopravas perante os meus gemidos.de prazer. Com a ponta da tua lingua deixaste um fio de saliva que ligava o meu pau à tua boca até que, de uma vez só abocanhas-me o pau todo e de seguida tiras a boca, deixando a tua saliva a escorrer pelo meu pau… Com a tua mão dentro das tuas cuecas a meteres o dedo cada vez com mais força… Com a tua outra mão batias-me uma punheta com bastante força e olhavas-me nos olhos com aquela cara de safada que eu adoro e perguntas: «queres o meu cuzinho queres?»

«mais que tudo…» respondo

«então vais ter de o deixar bem molhado» dizes tu. E sem me deixar falar, metes o teu rabo na minha cara. Puxas o fio dental para o lado e abres o rabo todo para mim.

De imediato cuspo para o teu rabo e sem dar tempo que a saliva escorresse passo a língua de cima a baixo e tu gemes. Continuo e com movimentos circulares começo a passar a lingua à volta do teu cuzinho, vem devagar enquanto via o teu dedo a entrar e sair da tua coninha ensopada. Até que esse mesmo dedo sai vai ao encontro da minha boca, que de imediato parei o que estava a fazer para sentir o teu gosto – sabor maravilhoso. Tiras o dedo da minha boca e metes vem devagar no teu cuzinho, apenas a pontinha. Gemias e tremias enquanto punhetavas o meu pau com força com a outra mão.

Tiras o rabo da minha e sentas-te no meu colo, de costas para mim. Pegas no meu pau bates com força no teu rabo até que o apertas com força e metes a cabecinha encostada ao teu cuzinho molhado. De repente ouço um gemido forte – era o meu pau a entrar no teu cuzinho.

Que sensação tão apertadinho, tão molhado… Tavas louca de tesão e noto que esfregavas com mais força a tua ratinha.

«vou-me vir…» dizes tu, entre gemidos.

«vem-te safadona… vem-te toda para mim»

Entre gemidos e suspiros enterras o meu pau todo no teu cuzinho e rebolas feito doida…

«que cuzinho bom que tu tens!» dizia eu

«gostas safadão?» dizes tu no momento em que te levantas e me tiras as algemas.

«já que gostas tanto de bater punhetas para mim, vais bater uma para mim, agora» dizias tu de joelhos à minha frente, «quero essa esporra quente toda na minha cara»

Nada disse, e de imediato comecei a punhetar o meu pau quase encostado na tua boca.

«mais rápido safadão» dizias enquanto me davas palmadas no rabo.

Não estava a aguentar quando exclamei: «vou-me vir…» enquanto tu encostaste a cara ao meu pau «esporra-te safado» dizias, e eu entre gemidos intensos via aquele leite a esguixar para a tua cara e a escorrer para depois cair nas tuas mamas… «meu deus…» dizia eu…

Levantaste com ar de safada e vieste em minha direcção – beijaste me de forma gulosa e entre saliva e leitinho nas nossas bocas, tinha ainda começado a nossa noite.

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