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Gente estranha

Gente estranha
Eu tinha 18 anos, e com exceção dos períodos da manhã onde permanecia na escola, tinha o resto do dia livre. Minha mãe trabalhava fora numa empresa multinacional e praticamente garantia o sustento de casa, já que meu padrasto era taxista, mas preferia ficar mais no bar bebendo com seus amigos do que trabalhando.
Entretanto, no horário do almoço o Pedrão (nome fictício do meu padrasto) sempre aparecia para filar uma bóia. Como minha mãe não ficava em casa neste horário, tive que aprender a cozinhar, e ao voltar da escola era obrigado a fazer nosso almoço. Depois disso, eu lavava a louça e esperava meu padrasto sair. Então eu corria no quarto de minha mãe, pegava suas lingeries, me trancava no banheiro, e passava o resto da tarde experimentando várias combinações e me masturbando com o auxílio de um cabo de vassoura.
Uma certa tarde, depois de todo o ritual do almoço cumprido, Pedrão saiu e eu me tranquei no banheiro com uma tanguinha preta, um sutiã meia-taça preto, meias 7/8 pretas, um par de saltos altos também preto, lógico, passei batom vermelho nos lábios e rímel nos olhos. Meu corpo era todo lisinho, e o fato de eu ser gordinho me deixava com peitinhos parecidos com os de uma ninfeta, além de ter coxas grossas e uma bundinha carnuda e arrebitada. Eu realmente parecia uma menininha muito gostosinha. Mas quando eu já me preparava para brincar com o cabo da vassoura, eis que a porta do banheiro se abre e meu padrasto me dá o maior flagrante da minha vida. Fiquei paralisado, apenas esperando o momento de tomar uma senhora surra.
Ele não disse nada, apenas ficou me olhando e depois mandou que eu o acompanhasse ao seu quarto. Ele saiu na frente e eu fui atrás. Lá, ele sentou na cama e mandou que eu parasse em sua frente. Obedeci, e então ele se disse surpreso, pois não sabia que havia uma menina em casa. Eu pedi perdão, disse que não faria mais aquilo, mas a resposta que obtive foi a de que minha mãe não iria gostar nada de saber que seu filho era um viadinho, e que ainda por cima usava as roupas dela. Eu lhe implorei que nada contasse para minha mãe. Pedrão ficou quieto um momento e depois me disse que dependendo de como eu me comportasse, não contaria nada, e nisso mandou que eu me aproximasse dele. Uma vez mais obedeci.
Meu padrasto começou a alisar meu corpo, dizendo que eu era um viadinho realmente muito gostoso, que ficava um tesão vestido naquelas lingeries. Com uma das mãos ele baixou a alça do sutiã, revelando meu mamilo, que imediatamente começou a ser sugado, enquanto a outra mão se enfiava por dentro da calcinha, procurando pelo meu cuzinho, e não demorou para que eu sentisse seu dedo grosso invadí-lo, me arrancando um forte gemido. Então ele parou e me fez ajoelhar em sua frente, abriu o zíper da calça e libertou um cacete maravilhoso, não muito grande, mas grosso e cheio de veias, com uma cabeça enorme e que não parava de babar. Puxou minha cabeça contra ele e me fez chupá-lo, não deixando nada de fora. Ele fodia minha boca como se fosse uma buceta, puxando minha cabeça contra ele, até que um forte jato de porra me invadiu a garganta. Eu engasguei, tinha dificuldade para respirar, mas tive que engolir todo o seu gozo. Pedrão urrava de prazer, e eu tentava me recuperar da primeira esporrada na boca que levara na vida.
O pau de meu padrasto começava a amolecer, mas ele me fez chupá-lo novamente até que estivesse em ponto de bala. Então me colocou de quatro na cama, puxou a calcinha para o lado, cuspiu no meu cuzinho, colocou aquela cabeça enorme na entrada e foi forçando lentamente. A penetração me causava dor, pois eu não estava acostumado a brincar com coisas grossas. Eu pedia para ele parar, mas ele forçava ainda mais a entrada, dizendo que se eu queria ser mulher, teria que aguentar um cacete no rabo e rebolar para seu macho gozar. Pedrão estava inteiro dentro de mim, xingando-me de viadinho, putinha safada, cabrita do papai. Eu odiava que ele se referisse como sendo meu pai. Na verdade, eu sequer gostava dele. Achava-o um aproveitador barato enganando minha mãe. Mas agora eu começava a entender porque ela não dava um pé na bunda dele. O segredo estava no seu cacete. Era um tesão sentir aquilo dentro do cuzinho. E ele metia com vontade, como se quisesse me partir ao meio. Me fazia sentir como uma fêmea, ainda mais quando disse que meu cuzinho era mais gostoso e mais apertado que o de minha mãe.
Ele me fodeu em todas as posições, sobre a cama dele e de minha mãe, e sem tirar qualquer das peças que eu vestia. Meu sonho de ter um macho me comendo estava se realizando. Pedrão me fodia o cu na posição frango-assado quando finalmente esporrou dentro do meu cuzinho. Caiu exausto sobre mim, enquanto sentia seu pau amolecendo dentro do meu rabo. Então sem muita cerimônia, levantou-se e foi ao banheiro tomar uma ducha. Quando dei por mim, estava todo melado de porra. A quantidade era tanta que escorria do meu cuzinho que melecou a calcinha e as meias 7/8. Rezei para que minha mãe não desse pela falta delas e as escondi, para serem lavadas no dia seguinte.
Quando Pedrão saiu do banheiro, veio até mim e disse: – ?Pode deixar que não contarei nada à sua mãe. Ela nunca ficará sabendo de nada. Quer dizer… basta você me dar este cuzinho gostoso sempre que eu quiser e ela não saberá! Ah… e amanhã quando você for preparar o almoço, vista apenas aquele baby-doll vermelho de sua mãe e estes saltos altos?. Virei sua puta. Praticamente todas as tardes meu padrasto me comia, sempre comigo usando alguma roupa de minha mãe. E mesmo de noite, após fodê-la, ele fazia questão de vir ao meu quarto com o pau todo esporrado para que eu o limpasse com minha língua.
Sempre depois de me foder até me deixar com o cu ardendo, Pedrão me fazia sair na rua ainda com o buraquinho cheio de porra e com a calcinha por baixo da bermuda para lhe comprar cerveja no bar, ou então mijava fora do vaso sanitário só para me comer novamente de quatro enquanto eu limpava o chão. Me fazia lavar seu táxi nos finais de semana, sem contar que eu era sua cozinheira de segunda a sexta. Virei sua puta e sua empregadinha.

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