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LIBERANDO ESPOSA PARA O AMIGO

LIBERANDO ESPOSA PARA O AMIGO
Convidados a passar um fim de semana numa praia do litoral de SP, estávamos acompanhados do dono da casa que nos hospedava, chamado Alex, sua namorada Fernanda e um amigo do casal chamado Marcelo.
Eu já conhecia o Marcelo já há algum tempo, mas tínhamos nos afastado desde que me casei com Gabriella. Éramos companheiros de, noitadas, e por diversas vezes amanhecemos dias em gandaias junto de uma turma bem grande de fanfarrões.
Foi uma grande surpresa ao nos depararmos no local combinado para a viagem. Cumprimentamo-nos e nos pusemos a colocar as novidades em dia desses últimos dois anos que já não nos víamos.
Ao cumprimentar minha esposa Gabriella, Marcelo foi frio, mas não deixou de conferi-la dos pés a cabeça. Não esboçou nenhuma reação se tinha gostado ou não dela, até o momento em que pôde ver a calcinha da minha esposa quando ela entrou no carro e sua minissaia subiu bem no alto de suas coxas. Como estávamos os dois para entrar no carro, pudemos contemplar aquela maravilha de tanguinha, transparente na frente, onde se viam nitidamente seus pelinhos.
A partir desse ocorrido, Marcelo passou a prestar um pouquinho mais de atenção nos movimentos de Gabi.
Tão logo chegamos a casa de veraneio de Alex, nos livramos das poucas bagagens que levamos, nos trocamos para irmos a praia, a fim de aproveitarmos aquele dia de sol maravilhoso.
Fernanda, dizendo que estava com dor de cabeça, preferiu ficar na casa, e se dispôs a temperar a carne para o churrasco que faríamos no final da tarde.
Alex e Marcelo ao lado de Fernanda, na sala da residência, não conseguiram disfarçar o frisson que tomou conta do corpo deles, ao verem Gabriella sair do quarto vestindo um shortinho curtinho por cima da calcinha do biquíni, e com os seios quase a mostra, mal coberto pelo pequeno sutiã do conjunto.
Carregando um pequeno isopor com algumas latinhas de cerveja, e mais outras latas nas mãos, partimos rumo a praia por uma ruazinha deserta e sem asfalto. Andamos por umas seis quadras naquela ruazinha que rasgava propriedades rurais e terrenos sem construção.
Já na segunda quadra, como o sol estava bem forte, Gabriella parou por um instante e num breve strip-tease alucinante, retirou o shortinho, exibindo seu corpão semi-coberto por uma minúscula tanguinha do biquíni.
Mais uma vez, pude notar a euforia estampada no rosto dos dois, mas o que mais me chamou a atenção, foi a atitude que Marcelo tomou ao deparar com aquela bunda linda da minha esposa. Apertou seu cacete por cima da sunga.
Em troca de olhares, Gabriella viu minha satisfação em meu semblante, e eu reparei na carinha de safada dela e seus trejeitos e movimentos sensuais,
Para delírio daqueles dois ,babões, caminhamos na frente, de mãos dadas, com minha esposa rebolando aquela belo traseiro , em passos lentos, a fim de prolongar aquela visão a eles.
Ao entrarmos na faixa de areia, nos acomodamos bem afastados do mar.
Gabriella retirou uma toalha de sua bolsa e se ajeitou sentada. Eu e Alex nos afastamos um pouco para bater uma bolinha que tínhamos levado e Marcelo, se ajeitou ao lado da minha esposa, bem próximo de seu corpo.
Tão perto, que algumas vezes que Gabriella virou o rosto para se dirigir a ele, pôde sentir sua respiração ofegante, e seus olhos gulosos mirando sua boca carnuda.
Fingindo não reparar na ousadia do Marcelo, Gabriella seguia num bate papo descontraído sobre amenidades quaisquer.
Eu e Alex nos desgastávamos em chutes, saltos para cabeceio e corridas em busca da bola que se afastava quando um dos dois errava o passe.
E foi numa dessas buscadas de bola, enquanto Alex corria para buscá-la, reparei que Marcelo estava muito próximo de Gabriella e a olhava nos olhos.
Gabriella sempre sorridente, provocativa e com aquele ar de inocência, reparou que eu observava o que acontecia, e que dei um aperto no meu pau que tinha ficado duro com aquela cena. Ela sorriu, passou a língua pelos lábios e se virou para o seu admirador babão, Ele deve ter achado que ela queria um beijo com aquela língua passando pelos lábios, pois foi se aproximando devagarzinho, e Gabriella num movimento rápido, desviou a cabeça e se levantou dizendo que ia tomar um banho de mar.
Convidou-me a acompanhá-la quando cruzou comigo entretido em chutes e cabeceios. Pedi licença ao meu parceiro de bate bola e me retirei de mãos dadas com Gabriella. Senti que sua mão estava gelada e ela me confidenciou que estava trêmula e com o coração pulsando mais forte com o episódio do beijo. Disse que tinha assustado com a ousadia do Marcelo, e não sabia se realmente ele seguiria em frente na sua intenção de beijá-la na frente de todos.
Também fiquei surpreso com a ousadia dele, e com muito tesão em saber que há pouco, um estranho queria beijar a boca da minha esposa. Imaginei até a língua dele dentro da boca dela, percorrendo toda sua extensão, com estocadas em linguadas sacanas e cheias de tesão.
Ficamos nos abraçando, nos beijando e brincando dentro do mar por uns 20 min. Eu, de pau duríssimo de encostar em Gabi, sentindo ?ele? se acomodando no seu rego coberto pelo sumaríssimo biquíni. E ela, sem querer , encostava sua mãozinha ?nele?, sentindo toda sua rigidez.
De lá eu via os dois a nos observar, sentados lado a lado. Gostaria de ler pensamentos para saber o que se passava na cabeça deles, vendo eu e minha esposa nos agarrando dentro dágua.
E apesar de eu estar super empolgado com a situação entre Marcelo e Gabi, não podíamos nos exceder na presença de Alex, o qual era meu colega de serviço. E como o Marcelo era ?um amigo? em comum, não queríamos transparecer nenhuma situação de sacanagem.
Mas uma certeza eu tinha: que comentários com empolgação por parte deles teriam sido feitos a respeito da minha esposa naquele biquíni, mostrando aquela bunda maravilhosa e sua xaninha gulosa, comentários das suas coxas, suas pernas torneadas e longas, nos seus 100 cm de comprimento.
No retorno ao encontro deles, combinamos que Gabriella continuaria dando uma de inocente, provocando-o discretamente e seguramente, para que ele não se tornasse inconveniente na frente dos outros.
Com exceção de Gabriella que tinha sua toalha como assento, nos sentamos em roda na areia e passamos a bebericar cervejinhas geladas.
Na presença de todos, Gabriella reparou que o Marcelo se portava de uma maneira diferente. Conversava a respeito de coisas interessantes, se dirigindo a todos, não deixando transparecer pelo menos para o Alex, sua vontade de agarrar minha esposa.
E quando eu e Alex nos afastávamos para jogar um pouquinho mais de bola, ele voltava a ?secar? Gabriella com toda volúpia e apimentava as conversas, partindo para papos a respeito de sexo. E descaradamente passou a elogiar minha esposa dizendo que ela tinha um corpo lindo e que eu era um cara de muita sorte. Repetiu isso diversas vezes, como se Gabriella não tivesse entendido. E assim foi boa parte da tarde em que ficamos na praia. Quando eu e Alex, ou só o Alex estava presente , Marcelo não demonstrava o menor interesse pela minha esposa. Bastava ficar sozinho com ela, passava a fazer elogios, e com o álcool da cerveja subindo à cabeça, mais o consentimento de Gabi, a conversa foi partindo até para a posição preferida na cama.
Retornamos à casa no fim da tarde, loucos por um banho de água doce. Fomos para nossos quartos, cada um esperando pela sua vez de usar o único chuveiro da casa. Enquanto Gabriella tomava banho, eu separava roupa que iria usar naquela noite de Luau que tínhamos planejado.
A janela do quarto estava fechada, mas existiam dois buracos nela que davam uma boa visão do exterior da casa e vice-versa.
Como todo ser humano, bastante curioso fui dar uma olhadinha em quê eu veria no lado de fora. E qual não foi minha surpresa ao ver Marcelo, com a mão no pau duríssimo, se masturbando e olhando Gabriella pela janela basculante do banheiro.
Ele se arriscava muito naquela atitude, pois além de Gabriella perceber algo, podia aparecer alguém de repente e flagrá-lo naquela situação constrangedora.
Mas o que eu vi a seguir foi uma situação bastante inusitada. Olhando com cuidado para não ser reparado por ele, parada atrás, porém um pouco distante escondida atrás de uma pilastra de um barracão aos fundos, estava Fernanda, num shortinho pequeno, observando Marcelo se masturbando olhando Gabriella no banho. Ela enfiou um dos dedinhos na boca e com a outra mão alisava sua xaninha que engolia a frente do shortinho. Putz! Aquela cena de um olhando o outro, masturbação, Gabriella peladinha se ensaboando, me deixou de pau duro.
Só me recompus ao ouvir a porta do banheiro se abrindo e Gabriella vindo para o nosso quarto.
Mal ela entrou e relatei tudo que tinha visto. Que o Marcelo a via tomar banho e que Fernanda assistia a tudo de longe, ele se masturbando observando com muito desejo e tesão.
Ela também me contou mais coisas do que tinha rolado no papo entre os dois na praia. Contou-me das investidas em perguntas e comentários de duplo sentido, e que ele não se intimidava em mostrar seu cacete duro de desejo por ela.
Tanto os meus relatos como os dela, nos incendiaram e pulamos na cama, pelados e trepamos feito loucos, gozando gostoso.
Depois de todos banhados e arrumados, juntamos as coisas que separamos para o nosso Luau e rumamos novamente para a praia, agora escura, somente iluminada por uma lua cheia. Armamos a churrasqueira, acondicionamos alguns pedaços de carne, já temperados por Fernanda, e começamos a ingerir muita cerveja que tínhamos levado.
Alex era um ótimo violeiro e sabia cantar muitas músicas que agradavam a todos. E com o álcool descendo a desinibição tomou conta de todos. Fernanda , uma morena alta, bonita de rosto e corpo, era do tipo daquelas ?sem sal?, tímida ao extremo, foi se soltando em goles de cerveja, e até dançou no meio da roda acompanhada de Gabriella ao som do violão do Alex.
Desnecessário dizer que aquelas duas mulheres fizeram um enorme sucesso com os homens, espectadores admirados em beleza em dobro.
Fernanda gingava com seu shortinho minúsculo e Gabriella numa saída de banho branca transparente e curtinha, deixava belos lances de sua minúscula calcinha branca quando se movimentava em passos de dança.
Na necessidade de fazer xixi, Fernanda e Gabriella se retiraram para um local bem próximo, protegido por um barranco e algumas arvorezinhas e adotaram ali como sendo o banheiro feminino.
Antes de retornarem para nossa cia, Fernanda começou com um papo a respeito do Marcelo com Gabriella. Perguntou a minha esposa se o achava bonito, se o achava atraente, coisas desse tipo.
Minha esposa, de imediato, retrucou qualquer idéia de traição, dizendo ser bem casada e não haver interesse nenhum em Marcelo, a não ser por uma boa amizade.
Fernanda insistentemente continuou falando a respeito dele para Gabriella. Disse que o achava bonito, atraente e que já o tinha visto pelado e sua ferramenta era bem grande.
Mas que não teria coragem nunca de se insinuar a ele, embora ele tivesse tentado algumas investidas na ausência do Alex. E confidenciou a Gabriella que o viu se masturbando olhando-a pela janelinha do banheiro enquanto tomava banho. Disse que ficou louca de tesão pela primeira vez na sua vida em ver um cara se masturbando vendo outra mulher.
E numa ânsia de muito tesão, falou que se minha esposa quisesse trepar com o Marcelo, ela arrumaria um jeito de me distrair e também ao Alex. Mas teria uma condição: Ela queria ver o Marcelo metendo com ela.
Mais uma vez Gabriella se desvencilhou daquela conversa apimentada e jogou um balde de água fria na moça dizendo que realmente não estava interessada em me trair.
As duas voltaram e se juntaram a nós três e não demorou muito para que Fernanda manifestasse sono e cansaço e quisesse ir embora para casa. Alex prontamente se levantou e se despediu da gente se retirando com Fernanda.
E, naquela praia deserta, iluminada só pela lua cheia, daquela noite cheia de estrelas, estávamos os três: eu, Marcelo e Gabriella animados pela cervejinha gelada.
Comigo presente a conversa era sobre coisas diversas. Eu já animadinho é que comecei a apimentar a situação e passei a indagar ao Marcelo o que ele achava da Gabi.
Ele a principio ficou sem jeito, mas aos poucos foi se soltando com a minha concessão, e disse claramente que achava Gabriella um tesão.
Com aquilo tudo quem estava sem jeito era minha esposa, ouvindo um ?amigo? falando claramente o que achava a seu respeito e que a desejava.
Não sabendo onde enfiar a cara, pediu-me para acompanhá-la até a casa, pois precisava ir ao banheiro e aproveitaríamos para buscar mais latinhas de cerveja, pois nosso estoque no isopor já estava no final .
Saímos e deixamos Marcelo sozinho. Um pouco afastados, notamos que ele se encaminhava para o mar. E, para nossa surpresa, estava peladão!
Em tom de sacanagem perguntei se Gabi queria ir lá com ele. Ela deu uma risadinha e me puxou para andarmos mais rápido, pois a vontade de ir ao banheiro tinha apertado.
Estávamos na varanda da casa em direção ao banheiro, quando ouvimos alguns gemidos vindos do interior da casa. Imediatamente paramos e ficamos em silencio para que não interrompêssemos nenhuma situação que estivesse acontecendo. Os gemidos agora se tornavam mais altos e palavras desconexas eram ditas por Fernanda.
Enfia tudo… Gostoso… me come…enfia…isso, põe tudo…. que pau gostoso….
Pudemos perceber que os sons vinham da sala que estava com a porta escancarada e qualquer um que chegasse a frente da casa poderia ver aquela transa sem pudores.
Chegamos um pouco mais próximo a porta e de onde estávamos , podíamos ver Alex enfiando sua vara na xaninha de Fernanda, que estava de joelhos no sofá da sala.
Aquela morena de bumbum volumoso, rebolava feito louca de encontro a pica de Alex.
Com aquela cena que presenciávamos, fiquei excitado e de imediato fiquei de pau duro. Gabriella segurou meu pinto e passou a apertá-lo. Ela não desgrudava os olhos da cena e apertava e alisava meu pau por cima da bermuda.
Com uma das mãos levantei sua saída de banho e enfiei minha mão dentro da sua tanguinha, reparando que sua xaninha estava toda molhadinha.
Enfiando um dos dedos na xaninha de Gabriella, beijei sua boca com vontade, sugando sua língua com voracidade. Ela estava louca de tesão e se encostava em mim em movimentos frenéticos.
Num movimento rápido, com as duas mãos, abaixei sua calcinha até os pés. Agora ela mesma se masturbava alucinadamente vendo Alex surrando Fernanda com a pica. Ela gritando de prazer, sentindo cada cm da vara do Alex e Gabriella se alisando na xaninha e nos seios.
Quando Alex foi gozar, ela tirou o pau da xana de Fernanda, virando-a de frente para ele e numa rápida masturbação gozou na cara dela, deixando-a toda lambuzada no rosto e parte dos seus cabelos.
Minha esposa estava louca de tesão e me pediu para penetrá-la ali mesmo em pé. Tirei meu pau para fora da bermuda e o dirigi até a entradinha da boceta de Gabi. Esfreguei em toda sua extensão e recolhi num gesto rápido, deixando-a com uma cara de decepção.
Sem esboçar nenhuma palavra, peguei-a pelas mãos e saímos em direção à praia. Não trocamos nenhuma palavra pelo caminho, que fazíamos em passos largos e apressados. Podia sentir na ponta dos seus dedos a pulsação de seu coração.
Assim que chegamos à faixa de areia, vimos nosso ?amigo? bem distante dentro do mar.
Gabriella virou-se para mim e disse: ?escolha um lugar bem legal para você ver tudo em detalhes?. E saiu em direção às pedras enormes que ficava no final da praia.
Ela foi caminhando lentamente, se livrando de sua saída de praia, ficando só de calcinha e sumindo ao longe na penumbra da noite.
Marcelo se retirava do mar e caminhava em direção ao local onde eu estava. Mal chegou e já foi logo perguntando por Gabriella. Nem se deu conta que tínhamos voltado sem as cervejas que tínhamos ido buscar.
Respondi sem rodeios que ela tinha ido para as pedras e o estava esperando. Ele me olhou com espanto, e só ficou mais tranqüilo quando eu disse que sabia de tudo, que naquela tarde toda ele tinha se insinuado a Gabriella e que o tinha visto se masturbando vendo ela peladinha tomando banho pela janela do banheiro.
Ela sorriu entendendo minha liberação e saiu em direção às pedras. Alguns passos adiante,virou-se e me disse sem nenhum constrangimento: ? Vem junto. Vem ver sua esposinha sendo fodida por mim?.
Sem dizer nada, fui ao seu encontro e caminhamos juntos rumo às pedras.
Andamos cautelosamente por um caminho entre pedras grandes e numa clareira onde tinha uma pedra bem maior que as outras e de frente para o quebra-mar.
Gabriella estava peladinha deitada sobre ela. Numa determinada distancia, com uma boa visão do local, fiquei e acompanhei os passos daquele comedor de esposa.
Foi chegando próximo de Gabriella e retirou sua sunga.
Seu pau já estava duro e minha esposa não se fez de rogada e agarrou com as duas mãos aquela vara e não demorou a abocanhar com vontade. A princípio beijou muito a cabeçorra, lambeu com vontade toda a extensão da ferramenta e, em momentos ritmados, abocanhava de uma só vez tudo e retirava em movimentos de vai e vem. Quando abusava de sua capacidade, vez por outra tentava engolir tudo, mas não dava conta e em muitos momentos chegou a sentir ânsias.
Eu, de pertinho a tudo assistia: a cadela da minha esposinha mamando a vara do meu ?amigo?. Ela mamava o pau e olhava para a cara dele, com uma cara bem safada e olhos arregalados.
Numa nova posição agora, minha esposa estava por cima e ele se ajeitou deitado por baixo dela, abriu bem sua xaninha e enfiou a língua bem fundo.
Era um 69 deslumbrante. Gabriella com a vara dura a disposição para ela mamar a vontade, lamber gostoso e sentir dentro da sua boca toda aquela carne nervosa, e Marcelo, arreganhando a boceta da minha esposa, sentindo seu cheiro de fêmea, dando beijinhos e enfiando sua língua dentro e voltando para encostar a pontinha no seu grelinho.
Gabriella com o pau na boca gemia gostoso, liberada, sem pudores, se entregando como uma vagabunda para o ?amigo?.
Gabriella gozou muitas vezes e, de vez em quando, tinha que tirar o pau da boca para respirar. Nosso ?amigo? não dava tréguas e continua lambendo sua xana e agora intercalava com lambidas no cuzinho.
Numa das vezes que Marcelo enfiou boa parte da língua dentro do cú dela, ela se contorceu de prazer e gozou gritando ?tô gozando gostoso..ai.ai.ai…
Com nova mudança de posição, Gabriella de quatro sentiu Marcelo enfiando sua vara em sua xaninha. Colocou tudo e puxou de volta, o que fez com que ela sentisse um tesão enorme e pedisse para colocar mais.
Marcelo ficou comendo Gabriella naquela posição por um bom tempo, variando de entradas e saídas lentas para rápidas e bombava com vontade por eternos segundos de prazer.
Mudaram de posição mais uma vez. Agora Marcelo deitou Gabriella nas pedras e colocou seu pau aos poucos dentro dela, e depois num vai e vem num gostoso papai e mamãe.
Gabriella gozou muito, pois é sua posição preferida para trepar. Sentia aquele pau duro entrando e saindo da bocetinha e o seu clitóris sentindo o roçar da nervura do cacete.
Dessa vez ela gritou alto enquanto gozava e dizia para ele não parar… Dizia: come essa cadela que te quer…. come a casadinha…filha da puta…enfia tudo….que pau gostoso…
Nessa hora com essas palavras gemidas da minha esposa na vara do Marcelo, eu e ele gozamos juntos. Eu gozei nas pedras. Ele dentro da minha esposa. Inundou a safada de esperma abundante e grosso.
Num gesto carinhoso, se abraçaram, exaustos do gozo alucinado. Ele procurou a boca da minha esposa e beijou-a com carinho. Eu podia ver as línguas dos dois que escapavam num beijo alucinante e cheio de tesão saciado. Acariciaram-se e se beijaram por alguns momentos.
Depois se levantaram e vieram ao meu encontro.
Saímos os três de mãos dadas com Gabriella no meio de homens sedentos por ela e saciados por momentos de muito tesão ,quando chegamos próximo ao local do churrasco, Gabriella disse que ia se lavar no mar, saindo em direção às ondas com espumas brancas que lamberiam suas pernas.
Que bunda maravilhosa! De propósito, rebolava mais ainda e notava-se escorrendo um líquido por entre suas pernas: Era a porra do Marcelo.
Amanhecemos na praia e lá pelas 8 h da manhã Alex e Fernanda vieram se juntar a nós para aproveitarmos os últimos minutinhos naquela praia afrodisíaca.
Por volta do meio dia, retornamos a casa, arrumamos nossas coisas e felizes e saciados fomos embora daquele lugar que não esqueceremos jamais.
No banco de trás, Marcelo fez a viagem toda passando as mãos nas coxas da minha esposa, que vez por outra o olhava nos olhos, dando um sorriso sapeca.
Marcelo ainda teve oportunidade de cochichar no ouvido dela o seguinte:
-Fiquei louco com esse bumbum seu e quero comer esse cuzinho gostoso que você tem…
Rápida e discretamente, Gabriella deixou no ar: ?quem sabe um dia o meu marido te convida para uma cervejinha lá em casa…

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