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No Porto

No Porto
Há alguns tempos, fruto da minha atividade profissional, deslocava-me com bastante regularidade ao Porto, entre muitas outras localidades como o Algarve, Coimbra,etc…,
Ficava sempre hospedado em Hoteis pagos pela empresa, sendo que, após o serviço e o jantar, dava sempre uma volta pelas redondezas, aproveitando assim o lazer proporcionado pelas minhas deslocações.
Entre colegas das zonas onde ia, até amigos e amigas ocasionais que ia conhecendo foi-se estabelecendo um clima de amizade e sempre que regressava ao Porto, tinha aquele acolhimento caloroso e extraordinário.
Normalmente regressava a Lisboa no Sábado de mad**gada, sendo que na Segunda-Feira voltava ao Porto.
Numa Sexta-Feira à noite, reunimos um grupo de amigos e lá fomos dar um passeio aproveitando também para comemorar o aniversário de uma amiga.Entre passeios, paragens a umas bebidas naquela noite quente, a minha amiga aniversariante foi, ao longo da noite misturando umas cervejas com uns gins e alguns licores. A noite foi longa e lá fomos até uma “disco” onde nos divertimos mais um pouco.
Eram 3 horas da manhã e a nossa aniversariante já quase tropeçava nos seus próprios pés, tal era o efeito da fermentação daquelas quantas bebidas misturadas. O pessoal foi-se despedindo uns porque acompanhados das namoradas iam prolongar a noites quente noutros locais, outros porque pura e simplesmente tinham atingido o limite da diversão. Fui ficando e quando deparei lá estava eu, acho que o único 100% sóbrio e a minha amiga que sem estar abraçada a mim era incapaz de dar um único passo que fosse, tal era a carraspana que já ali andava.
Cada vez que lhe dizia que tínhamos de ir embora, colava os lábios dela aos meus, beijava-me, ria-se que nem uma perdida.
Lá a consegui arrastar até à rua e coloca-la sentada no carro. Sem sequer saber a morada dela para a poder levar a casa, resolvi leva-la para o hotel onde eu estava alojado. Meti-me no elevador e sem grandes alaridos consegui mete-la no quarto. Tirei-lhe os sapatos, molhei uma toalha que lhe passei pelo rosto, despertei-lhe o botão das calças de ganga para que estivesse mais à vontade e recostei-a na cama, cobrindo-a com o cobertor.
Fui tomar um duche e não querendo comprometer a minha amizade com ela, fui ao roupeiro tirei outro coberto e deitei-me no chão onde adormeci.
Dormi toda a noite e ela também, sem acordar durante a noite. Eram 9:30 da manhã, quando acordei e espreitando a cama, vi que ela continuava a dormir. Pensei….vou tomar um duche e vestir outra roupa. Se bem pensei, melhor o fiz, e quando estava a desfrutar daquele duche quente, sinto um vulto entrar na casa de banho e com uma voz rouca dizer-me…posso entrar e tomar duche contigo?
Abri o vidro da cabine de duche e quando me apercebo entre a névoa que pairava no ar, proveniente daquela água quente e vejo um corpo lindo. De imediato lhe dei a mão e disse-lhe….entra.
Ela entrou, e disse-me: Não me lembro de nada de ontem….dormi vestida? fodemos? como viemos aqui parar?
Contei-lhe tudo quanto se tinha passado e que tinha dormido no chão.
Ela arrematou a conversa dizendo…és uma pessoa linda, obrigado pelo que fizeste por mim. Se fosse outro tinha-se aproveitado de eu estar assim … Eu retorqui dizendo: Nunca o faria, nem seria capaz de me aproveitar de alguém que não estivesse na sua plena consciência.
Agradeceu-me. Agarrou-se ao meu pescoço, beijou-me longamente e disse-me ao ouvido:
Agora estou consciente, sei o que quero, e quero foder contigo.
Saímos do duche ainda de corpos molhados, atiramo-nos para cima da cama. Ela abriu as pernas, empurrou-me a cabeça para baixo e disse-me… lambe-me a cona, faz-me um minete. Mal toquei com a minha língua, senti aquele clitóris rijo de tesão. Apertei os lábios em volta dele, enquanto ela gemia e se contorcia de prazer. Segurando com um dedo de cada lado, o clitóris estava totalmente exposto, enquanto a minha língua, trabalhava com uma velocidade galopante…Ela contorcia-se cada vez mais e sentia-lhe os espasmos de prazer. Eu estava cheio de tesão, o meu pau quase parecia querer furar o colchão, quando ela me agarra a cabeça e diz…
Vem, fode-me, quero-te dentro de mim.
Assim o fiz, as minhas mãos segurando aquelas mamas deliciosas, os lábios colados num linguado doce e penetrando devagarinho aquela cona, que parecia sugar o meu pau cada vez mais…
Foi uma das fodas mais deliciosas da minha vida. Tanto, que acabei por pagar o hotel durante o fim de semana, e não voltei a Lisboa.
Passamos o Sábado e o Domingo naquele quarto, saindo apenas para petiscar qualquer coisa e matar a fome.
Foi simplesmente como se tivesse atingido o céu.
Para ela, diz que foi o melhor aniversário da vida dela.
Um dia havemos de repetir.

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