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Num quarto de hotel…

Num quarto de hotel…
Ás 19:00 hs eu o estava esperando no quarto do hotel, exatamente como ele ordenou: vendada, totalmente nua e deitada de bruços na cama com as mãos para trás. Demorou alguns minutos até que eu ouvisse a porta abrindo, alguns passos em direção à cama e e ele dizer com um tom sério:
-Está bem vendada?
-Sim. – Respondi deixando transparecer um pouco o meu nervosismo.
-Então fique de joelhos.
Obedeci, ficando ajoelhada na cama, com as mãos para trás, eis que recebo um tapa, não muito forte, no rosto. Soltei um leve grito com o susto.
-É verdade, não está enxergando mesmo! – Disse ele com certo sarcasmo.
Senti suas mãos acariciando meus cabelos, indo em direção aos meus lábios, descendo até meus seios, beliscando e puxando forte os mamilos.
-Fique de quatro! – ordenou.
Se afastou e pude ouvir o som de um zíper abrindo e mais alguns barulhos, como se estivesse procurando alguma coisa. Seria uma mala? O que estaria procurando?
Ouvi mais alguns passos antes de um silêncio mortal se instalar. Não sei quanto tempo durou, mas parecia uma eternidade. O desconforto da posição e a ansiedade me fizeram perguntar:
-Você está aí?
-Calada! E só abra a boca quando eu mandar, entendeu?
-Sim.
-Sim, o que? – disse, surgindo com que do nada e me dando forte tapa na bunda.
-Sim, Senhor.
Sem aviso senti o seu dedo lubrificado entrando no meu cu, massageando a entradinha e indo mais fundo. Logo depois que tirou senti algo frio e maior me penetrando, um plugue. A essa altura eu sentia que já estava molhada, mas não sabia se era visível para ele.
Se afastou e me mandou abrir a boca, obedeci e me puxou pelo cabelo até a beirada da cama. Colocou o pau duro dentro da minha boca e puxou minha cabeça com violência em sua direção, até que meus lábios encostassem no zíper aberto da sua calça e continuou a segurar por alguns segundos até que eu engasgasse.
Me deu um tempo para respirar e continuou a puxar minha cabeça, eu podia sentir a saliva escorrendo pelo queixo. Tirou o pau da minha boca de repente e me deu uma bronca:
-Você babou na minha calça!
Se posicionou atrás de mim, e deu mais 5 tapas fortes na minha bunda, Enfiou com tudo o dedo na minha buceta, já muito molhada, e ao tirar colocou na minha boca:
-Adora deixar tudo melado, não, é?
-Sim, senhor. – respondi baixinho, com vergonha.
Deu mais um tapa da minha bunda, que já estava um pouco ardida e quente, e provavelmente vermelha.
Esfregou o pau na minha buceta molhada, me deixando ainda mais excitada. Me penetrou devagar enquanto puxava forte os meus cabelos. Continuou com movimentos lentos, me deixando quase louca de tesão. Movimentei meus quadris, tentando fazer com que ele fosse mais rápido, então ele parou e deu vários tapas na minha bunda:
-Fica quieta vadia, quem manda aqui sou eu!
-Desculpe, Senhor!
Ele começou a brincar com o plugue anal, tirando e colocando enquanto sua outra mão massageava meu clitóris de forma muito lenta e suave.
Me mandou unir as pernas e deitar com a bunda bem empinada, abriu minhas nádegas com as as mãos e, com uma estocada rápida, me penetrou de uma só vez. Tremi de dor e prazer.
Me fodia forte e profundamente, com seu peso todo sobre meu corpo enquanto abafava meus gemidos com a mão sobre a minha boca.
Colocou a mão entre as minhas coxas já totalmente meladas tocando de leve o clitóris, o que me fez tremer e gemer ainda mais. Eu queria que ele me estimulasse mais rápido, com mais força, mas ele só me provocava…
Encostou a boca na minha orelha e disse:
-Só vai gozar com a minha permissão.
Começou a trabalhar mais rápido com os dedos enquanto fodia o meu cu cada vez mais forte. Em pouco tempo senti que estava perto e pedi:
-Posso gozar, Senhor?
Ele tirou a mão e disse que não, continuando a me foder. Aquilo me deixava louca, porque embora eu ficasse cada vez mais excitada sabia que não gozaria sem um estímulo no clitóris. Eu não queria mais pedir, então depois de um tempo, ele colocou a mão de volta, passando o dedo apenas uma vez, devagar pelo meu clitóris de vez em quando, só pra deixar mais louca…
-Eu sei que você quer gozar… Pede!
Demorei alguns segundos, estava louca pra que ele fizesse, mas o orgulho e a teimosia tentavam me impedir:
-Me deixa gozar.
-Demorou demais pra pedir, mudei de ideia. Agora vai ter que implorar! -disse dando uma estocada funda e parando.
Tirou o pau de dentro de mim, e ficou enfiando e tirando só a cabecinha, me deixando alucinada de tesão. Eu já estava tremendo de tanto tesão quando voltou a penetrar com força, sabia que estava a um passo de gozar, então pedi de novo:
-Me faz gozar, Senhor!
-Só isso? Não!
-Por favor!
-Ainda não foi o suficiente. – e passou lentamente o dedo no meu clitóris.
Eu já não aguentava mais…
-Eu imploro! – choraminguei
-Implora pra quem?
-Eu imploro ao Senhor! Por favor, por favor…
-Mais uma vez! – disse já com a mão posicionada
-Por favor, eu imploro, Senhor!
Começou a movimentar os dedos e meu corpo imediatamente respondeu,esquentando e formigando, as pernas tremendo e orgasmo explodindo… Enquanto eu gozava ele anida fodia forte, prolongando meu orgasmo, tornando a sensação tão forte que me fez gritar… Ele continuou até gozar dentro de mim e deixar seu corpo cair sobre o meu, ainda encaixado.
Descansou ali por alguns minutos, pude sentir sua respiração acalmando. Se levantou, vestiu suas roupas e foi embora.

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