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O Despertar do Desejo Parte 3

O Despertar do Desejo Parte 3
O despertar do desejo Parte 3- Reflexões e ações
Marta conseguiu ir até a cama e deitou-se. Sentia sua boceta cheia, o esperma de André começava a escorrer, instintivamente fechou as pernas para prender em seu interior aquela corrente que tentava se libertar. Uma parte estava depositada bem fundo, no colo de seu útero, mas a grande maioria buscava o caminho mais fácil, ou seja, escorrer para fora.
Levantou-se e se dirigiu para o banheiro, precisava tomar um bom banho.
A água estava cálida e a recebeu no corpo como uma caricia, lavou-se lenta e meticulosamente. Cada parte de seu corpo estava elétrico, a excitação era tanta que não conseguia pensar em mais nada, lembrava apenas que seu filho a possuíra, a sorte estava lançada, o jogo estava na mesa e cada cartada deveria ser pensada detalhadamente.
O sabonete deslizava por aquele corpo, como uma caricia, espalhando uma espuma branca e perfumada por braços, pernas, seios, coxas, quadris, bunda e boceta. Lavar sua boceta foi um martírio, seu clitóris ainda estava intumescido, descobriu que não estava saciada, sentia-se como uma puta, querendo ainda mais o macho.
Terminado o banho, colocou uma calcinha confortável, um vestidinho leve e sorrindo lembrou-se que tinha obrigações a fazer e que o dia seria longo, saiu do quarto e ao passar diante da porta do quarto de André, imaginou o que seu filho estaria fazendo naquele momento, teve ímpetos de abrir a porta e invadir sua intimidade, a curiosidade era tanta, mas respeitou aquele momento e resistindo, desceu as escadas se dirigindo à cozinha.
André, após sair do quarto de Marta, ainda respirava descontroladamente, nunca sentira tanto tesão e nunca gozara tanto quanto naquele momento, a lembrança de sua mãe inclinada e ele montado, arremessando contra seu traseiro, estava além de qualquer sonho. Ele sentiu o momento em que sua mãe gozava e que seu gozo não tardaria o desejo acumulado durante aqueles dias, que teve um pequeno prólogo, ainda pela manhã antes de sair para levar o pai ao aeroporto, se completara, estava cansado, mas não satisfeito.
Não sabia o que fazer, deitado em sua cama, sequer teve a ideia de tomar um banho para relaxar, mas ao ouvir o barulho do chuveiro na suíte de Marta, foi contagiado e resolveu fazê-lo. Olhando para seu cacete amolecido, verificou que seus pelos estavam babados pelos líquidos vertidos por sua mãe, testemunha de uma relação intensa e prazerosa. Terminado o banho, deitou-se novamente. Estava pensando em todos os acontecimentos, quando escutou a porta do quarto de sua mãe se abrir e os passos da mesma pelo corredor, pela fresta da porta, viu o momento em que sua mãe parou na porta de seu quarto, seu cacete reagiu imediatamente, desejou que ela entrasse, assim, seria Marta quem o procuraria, decepcionou-se quando viu a sombra mover-se em direção às escadas e ao piso inferior da casa.
Lembrou-se das palavras de Marta, sobre o jogo que estavam fazendo e que não era para deixar o pai descobrir, que seria sua responsabilidade resolver qualquer problema, caso isso ocorre-se. Com esses pensamentos adormeceu.
Marta estava na cozinha tentando se localizar, não sabia o que fazer, pois os pensamentos estavam ainda nos fatos que ocorreram àquela manhã. O jogo de sedução com o filho, a transa rápida e interrompida, o retorno e a posse completa a que André a sujeitou. O gozo do filho em suas entranhas, ainda escorria para o absorvente intimo que colocara e cuja umidade não a deixava esquecer, pois estava impregnado no fundo de sua calcinha.
Após vinte anos casamento, estava se comportando não como uma mulher adulta, mas como uma garotinha cheia de sonhos, cujo príncipe encantado, não vinha com uma armadura reluzente e cavalgando um cavalo branco.
Não era um príncipe, era um consorte, que em apenas uma semana ocupou espaços deixados vagos por seu marido de forma inapelável, preenchendo vazios não apenas físicos, mas principalmente emocionais, a aventura movia seus pensamentos e a transportavam para lugares existentes apenas na mente de uma mulher madura, plena e absoluta. Sentia seu corpo reagir a cada pensamento e a boceta ficava úmida e desejava aquele corpo de carne amoldando suas entranhas. Queria sentir o macho dominando sua fêmea, a satisfazendo plenamente, uma e outra vez.

Resolveu sair, pois não conseguia fazer nada. Pegou as chaves do carro e saiu para a cidade, sem destino. Lembrou-se de um parque nas proximidades e se dirigiu para lá. Estacionou o carro e começou a caminhar por aquele paraíso verde, de arvores antigas e frondosas, sentou num banco e ficou observando as pessoas que circulavam mães e seus filhos e um ou outro marido acompanhando. Adorava ver as crianças brincando, correndo de um lado para outro em algazarra.
Não percebeu imediatamente, quando uma mãe sentou-se ao seu lado. Foram poucos segundos, mas o suficiente para lhe provocar um sobressalto. Olhou para a mulher e esta sorrindo, puxou conversa, com o seguinte comentário:
– Tem momentos em que nos afastamos do mundo, não é mesmo.
Marta, respondeu e recebeu outro comentário;
– você viu um passarinho verde de bolinhas vermelhas, seguido por sonoras gargalhadas. Somente então se deu conta de que estava transparente e que a felicidade era palpável.
– Acho que vi o bando inteiro, respondeu sorrindo também.
– Então aproveita, pois quando os filhos chegam nos ocupam a maior parte do tempo e acabamos por esquecer de nós mesmas.
– Marta, gostou da conversa e disse: meu filho já tem 20 anos e se tornou um homem lindo, eu é que estou chegando quase aos quarenta.
– Não parece, respondeu a desconhecida, poderia jurar que você estava pensando nos preparativos para seu casamento, ou uma viagem de férias. Sua feição era de uma mulher que estava apaixonada e que fazia planos para o futuro.
Despediram-se sem ao menos se apresentarem, mas a conversa foi tranquilizadora, apesar de um fundo inquietante, estaria tão transparente assim? Perguntou-se.

O retorno para casa foi mais relaxado, a tarde caía e com ela a previsão de uma noite longa e indefinida. Precisava urgentemente conversar com André, os fatos ocorridos naquele dia estavam fervilhando em sua mente, pela primeira vez não sabia o que fazer, exceto, que a medida que se aproximava de casa, sentia cada vez maior a umidade entre suas pernas, parecia uma cadela no cio, lançando feromônios para todos os lados. O pior é que gostava daquela situação e daquela excitação, estava pronta para a promessa que fizera pela manhã.

André acordou, desceu as escadas, entranhou ao ver sua Marta e a procurou pela casa, ao verificar a garagem, descobriu a ausência do carro e a constatação de que a mesma havia saído. Ficou indeciso com a atitude de sua mãe, esperou um tempo, e resolveu também sair, decidiu por um cinema, assim, poderia colocar os pensamentos em ordem.
Será correto o que ocorrera entre ele e sua mãe, se perguntou. Como iria encarar Marta de agora em diante. Descobriu que amava sua mãe muito mais que antes. O acidente no inicio da semana se tornou uma rotina que culminou com uma relação amorosa intensa, sua mãe era muito gostosa, aquele bundão o deixava louco e sua cabeleira farta era o detalhe final de uma deusa grega.
Voltou para casa no meio da noite, sua mãe estava assistindo um programa qualquer, sentou-se no sofá do outro lado, de modo que ficaram de lado um pro outro.
– Boa noite mamãe! Fez a saudação.
Recebeu o mesmo boa noite acompanhado de um querido.

Passou a observar Marta, notou que a mesma estava com um vestido leve, que deixava parte de suas coxas a descoberto, as pernas estavam dobradas, subiu o olhar e viu o exato momento em que os bicos dos seios de sua mãe foram ficando cada vez mais evidentes naquele tecido, denunciando a ausência de um sutiã.
Marta por sua vez escutou a chegada do filho e mais uma vez ficou se perguntando qual reação teria, preferiu ficar no mesmo lugar, assistindo a um programa qualquer, pois não estava prestando atenção mesmo e assim, constatar qual seria a reação de André.

Respondeu à saudação com carinho, amava o filho, mas estava insegura com o acontecido, não se arrependera, mas era sua família que estava em jogo, sua relação de mãe e filho e a de mulher e esposa.
Notou o olhar do filho, primeiro para suas pernas, apertou as mesma, tentando não oferecer visão alguma, mas isso foi pior, pois apertando as pernas, apertou a vagina e inconscientemente, sentiu quando os bicos dos seios ficaram turgidos, chegando quase a doer e o pior, viu que seu filho a observava e constatou imediatamente a reação entre as pernas de André, seu cacete estava endurecendo e formando a famosa barraca armada.
Viu seu filho ficar desconcertado com a situação e o chamou para sentar perto da mesma, se estava na chuva então era melhor molhar de uma vez. Sente-se ao meu lado, precisamos conversar, disse laconicamente.
André se dirigiu para onde sua mãe se encontrava, não procurou disfarçar a ereção, sabia que daquela conversa resultaria no futuro.
Marta olhou para o filho, estava tão excitada quando ele. Estavam sozinhos em casa. O filho sentou-se a seu lado, viu o cacete duro, forçando a calça para cima, vários pensamentos passaram por sua cabeça, todos contraditórios, o instinto falou mais alto, sem dizer qualquer palavra, desdobrou as pernas e montou sobre ele.
Começou a roçar a xoxota sobre aquele cacete duro, sentia pelo tecido fino da calcinha a barra de carne que desejava. Ficou naquela posição por vários minutos, roçando, se excitando, quando então puxou o vestido por sobre a cabeça se libertando, seu seios estavam na altura exata da boca de André, que sem perder tempo, levou os lábios até aqueles montes de carne macia.
Estava montada sobre seu filho, apenas de calcinha. Levou a mãe entre seus corpos e buscou libertar a fonte de seus desejos, aquele cacete duro e grosso que sentia abrir os lábios de sua xoxota deixando exposto seu clitóris excitado.
Num piscar de olhos tirou a roupa de André e voltou a montar sobre ele, apenas sua calcinha se colocava entre suas carnes.
André gemia, excitado, entregue.
Continuou a roçar sua xoxota contra aquele cacete, os lábios do filho agora tomavam o bico de seu seio, sentiu seu hálito quente, ao encaixar entre os lábios aquele botão de carne, gemeu ante aquela carícia. Suas mãos acariciavam a nuca do filho, ao mesmo tempo em que o puxava em direção ao seio, seus dedos deslizavam-se pelos cabelos, servindo ao mesmo tempo de apoio, pois seus quadris haviam adquirido vida própria, deslizava pra frente e pra trás, sentiu que estava próxima de gozar, não acreditava naquilo, mas estava entregue. Sentiu quando a primeira onda a atingiu soltou um grito mudo, vindo do fundo de suas entranhas. Nesse momento abraçou André e suas unhas, entraram em suas espáduas, ferindo aquela carne, enquanto buscava tornar mais apertado aquele abraço e aquele contato intimo.
Escutou o gemido do filho, de dor ou prazer, não sabia, estava de olhos fechados, completamente excitada, gozando em ondas sucessivas. Levou a mão entre as pernas e afastou a calcinha para o lado, ergueu o corpo e buscou a ponta do cacete do filho, encaixou em sua entrada, sentiu quando suas carnes se abriram para receber novamente aquele invasor delicioso. Deixou o corpo descer e agasalhar toda aquela carne em seu interior. Agora o que sentia era a posse completa, era apenas uma mulher que estava sendo comida, perfurada em sua intimidade, por um homem, que por acaso era também seu filho.
André fechou os olhos quando sua mãe montou sobre seu corpo e começou a roçar em seu cacete que já estava duro dentro das calças, sentiu que seu pau deslizava entre as carnes de sua mãe separando os lábios vaginais, abrindo aquela xoxota que desejava. Viu quando a mesma tirou o vestido, constatou o que já sabia que ela não estava usando sutiã e levou a boca em direção ao seio. Percebeu a mão em sua nuca e que a mesma o puxava em direção ao seio, não precisava, era o caminho lógico. Abriu e boca e apertou entre os lábios aquele botão de carne, sentiu o exato momento em que sua mãe começou a gozar, pois sentiu ser abraçado e as unhas rasgarem sua carne, quando o orgasmo começou, gemeu de dor e de prazer.
Sentiu o momento em que sua mãe buscou seu cacete e o colocou na entrada da boceta, a cabeça inchada, por um momento ficou presa na entrada da xoxota, então, após uma pequena rebolada, sentiu deslizar-se para dentro daquele túnel úmido e quente. Marta cavalgava sobre seu cacete que estava profundamente incrustado naquelas carnes macias e ternas. As contrações da xoxota apertavam e soltavam sua carne pungente, num popoarismo delicioso, sabia que não iria resistir por mais tempo, queria gozar, queria encher aquela boceta com seu gozo.
Marta sentiu o momento em que o filho começou a gozar. André apertou seus quadris de encontro ao seu cacete, fazendo com a penetração ficasse mais profunda, completamente encaixada, sentiu de novo os jatos sendo disparados contra o fundo de sua boceta. Nesse momento gritou, pois um novo orgasmo se fez presente e mais uma vez recebeu em seu interior a semente de seu filho.
Cansada, desmontou e deixou o corpo escorrer para o chão, enquanto arrastava seu filho. Deitados se abraçaram e se beijaram, pela primeira vez naquela noite. Entregou-se ao beijo apaixonadamente, sentindo suas línguas se digladiarem. Estava deitada de costas. André estava deitado de lado, com uma das pernas sobre as suas, suas faces frente a frente, seus seios arfavam pelo prazer, gozo e cansaço. Sua boceta esta completamente alagada pelo gozo seu e do filho.
André olhando-a dentro do olhos, apenas disse: Te amo mamãe.
E Marta desabou em um choro convulsivo, misto de felicidade e culpa.

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