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Patrícia depravada e sedutora

Footjob

Patrícia depravada e sedutora
Os olhos seguiam absortos as notícias que desfilavam no pequeno ecrã ao mesmo tempo que mastigava de forma lenta e enfadada indiferente a algazarra que ia nas suas costas alimentada pela voz estridente da dona da casa às voltas com o neto para ele comer, era o mesmo todas as noites, já nem dava a mínima para o caso habituado àquela confusão, no rebuliço a mãe do garoto passou por ele em direcção à porta, antes de sair, virou-se para trás detendo-se num cumprimento cúmplice, lançando-lhe um sorriso tímido com um brilho enigmático no olhar, dando uma expressão insinuante ao seu rosto plácido envolto pelos cabelos negros caindo lisos numa espécie de touca, depois sem mais delongas apertou o blusão, dizendo para a sogra que ia há rua fumar, pulando o degrau num salto Patrícia, desapareceu da vista, pouco ligando aos protestos do filho que queria ir atrás dela.
Entretido com a comida não deu importância ao olhar lânguido da rapariga, pessoa vulgar, já com dois filhos facto que lhe deixara a barriga meio descaída ostentando um pequeno volume adiposo ao nível da cintura, metida no fato de treino vestido às três-pancadas gasto e coçado num desmazelo desconchavado e balofo escondendo o corpo sadio torneado e maciço de desportista, uma carolice que alimentava apesar do casamento falhado e da maternidade, mantendo a jovialidade cravada nos olhos, ao que parece fora mãe muito nova pelo que sabia.
A truculência da sogra logo o fez esquecer a nora entretido com as histórias da morcona como ela gostava de se intitular nos seus desmandos vocais, num monólogo disléxico, farto daquela lengalenga pediu a conta despedindo-se num até à manhã velado.
Na rua, preparou-se para enfrentar o frio da noite, apertou o kispo devagar olhando em volta as luzes embaçadas pelo nevoeiro, estava frio mesmo pensou consigo, mal andou dois passos deu de caras com a moça encostada na ombreira do prédio do lado abrigada debaixo da arcada.
-Então Patrícia não tem frio?
Falou quase por obrigação, ela fez que não com a cabeça esboçando o mesmo sorriso tímido que lhe lançara lá dentro fitando-o com os olhos negros, puxou uma passa num gesto descontraído e soprou o fumo para o ar, descruzando a perna num movimento preguiçoso ficando a olhar para ele sem dizer nada, a sua cara ostentava uma insinuação descarada, e ao mesmo tempo tímida.
– Que é que esta quer?
Pensou consigo pouco disposto a confusões ainda para mais, com a família ali ao lado, retomando o caminho em direcção ao carro com um aceno de despedida, uns metros à frente, deu por ela a seu lado acompanhando os seus passos sorvendo a ponta do cigarro em silêncio, chegados à esquina ela deu um salto, escondendo-se no vão que antecedia a porta do prédio encostando-se à parede lateral, enfiada naquela espécie de caixa ele só lhe via a ponta do cigarro ardendo a cada passa, o local era-lhe familiar já ali passara horas de namoro em tempos idos, de súbito a mão fria dela tocou-lhe no ombro, depois no pescoço, descendo pelo braço, acariciando delicadamente a dele, a espontaneidade do movimento surpreendeu-o, retirando a mão num reflexo qual gato acuado enquanto ela fareja paciente uma segunda oportunidade de aproximação, visivelmente vermelha de rosto corado, pressentindo o momento, Patrícia enlaça a cintura dele, atracando-se como se o conhecesse há muito numa intimidade estranha para quem se limitara sempre a meros cumprimentos de circunstância, no fulgor do momento ele trá-la para junto de si sentindo o calor do corpo dela, as suas curvas sinuosas, o estremecer dos seus músculos, imobilizada, a rapariga enrijece o corpo, baixa os olhos inundada de timidez, titubeando quiçá receosa de um equivuco, levado pelo momento abraçou-a, sentindo o odor a tabaco no bafo quente da sua boca soprado no seu rosto, os dois permaneceram abraçados sem dizer uma palavra num instante que pareceu uma eternidade, de súbito com um movimento evasivo a coxa dela deslizou entre as dele numa pressão forte insinuando-se abertamente de encontro ao sexo, ele dá um passo atrás, aprisionado por sua fraqueza, os dois rodam trocando de posição, fica colado há parede tal qual ela estivera, Patrícia provoca displicente num jogo sem regras explícitas, convertendo o gesto num beijo os seus lábios brincam com a textura dos dele, forçando com a língua os máxilares entorpecidos, furando como uma cobra em busca da presa, por um segundo, vê os cantos da boca dela abrir em meia-lua beijando sôfrega, atiçando os corpos, os lábios dela procuram os dele num beijo quente prolongado, quebrando fronteiras a mão dele desliza do encaixe perfeito da cintura dela até ao pescoço embaraçando-lhe os cabelos negros em movimentos diversos, segurando a face dela com as duas mãos sugando a sua boca, Patrícia aperta-se mais rolando a língua metida profundamente na boca dele, espalhando o gosto acre do tabaco na saliva o sabor invade a sua garganta à medida que o linguado se intensifica, o desejo urge incontrolável, a mão dela Age atrevida Abrindo-lhe o fecho das calças num gesto decidido, vasculhando rápida liberta o membro acariciando cada centímetro intumescido roça a ponta dos dedos nas penugens mais recônditas, experiente e provocadora, Ao mesmo tempo que se movimenta num requebrado de ancas insinuante, como resposta os dedos dele furam no elástico puxando-lhe o fato de treino, correndo o tecido, deslizando na barriga dela, sentindo a calcinha de algodão molhada entre os seus dedos, acariciando-lhe a parte interna da coxa, ela faz uma careta arrebitando nariz o seu coração pula mais forte fazendo-se notado, soltando um suspiro, Patrícia está febril, a mão dele resvala pela sua coxa pressionando as suas nádegas rígidas penetrando o seu cu sem pedir licença ao mesmo tempo que trocam beijos intensos, sem deixar de se rebolar ela sente os dedos dele movendo-se dentro do seu corpo, abandonando o traseiro para se ocupar do seu ventre, tocando cada recôndito da sua vagina com movimentos suaves, os quadris acompanham a dança subindo e descendo num frenesim ansioso, sente os músculos das pernas doridos, as coxas húmidas, é chegado o momento, sem mais delongas puxa o fato de treino para os tornozelos junto com as cuecas indiferente aos pingos da chuva que entretanto começara a cair, o cigarro queimava, não tarda estranhariam a demora, buscando com as costas o amparo da parede de forma indolente colocou-se em posição, pousando o pé na beira do canteiro flectindo o joelho numa ginástica arrojada, pendurada no pescoço dele, num equilíbrio difícil, abriu as coxas o suficiente para o guiar para o monte fendido com os seus dedos ágeis um leve golpe de ancas bastou para o ter dentro dela, ignorando tudo à sua volta soltando os corpos numa cadencia mecânica suspirando ofegantes, Patrícia fitava-o com olhar de desafio, impelindo o corpo treinado e resistente cada vez com mais vigor alcançando o que procurava.
-Fode! Fode! Vamos, assim fode!
Suspira no ouvido dele, acelerando o ritmo das estocadas, os dois fodem numa ânsia crescente alcançando quase em simultâneo o momento certo.
Faça-me vir assim! Assim! Foda com força! Mais! Mais! Meta! Meta todo! Meta mais! Mais enfie fundo vamos! Assim gosto de o sentir todo assim cá dentro isso! Vamos caralho!
Patrícia agita-se estremece num coro abafado.
-Aaaaaah! Aaaaah! Aaaaah!
O líquido jorra dentro dela, enterrado na vagina experimentada da amante casual ele vem-se. A esporra esguicha, o membro sai lesto e escorregadio, os dedos dela conduzem-no de novo para dentro da gruta de veludo.
Shoc shoc shoc shoc!
Chovia cada vez mais, convidando a prolongar o momento, engatados permanecem requebrando os quadris sem vontade de abandonar o enlevo da cópula até que por fim a haste escorrega semi-flácida num ruído molhado plop!.
Patrícia compõe o fato-de-treino amarrotado com a calma de quem já passou por muitas experiências iguais, descontraída acende um cigarro puxando uma fumaça longa, fita-o seu rosto é sereno não denotando qualquer incómodo com a situação, recostada na parede brinca com o membro dele dedilhando a ponta babada de esporra com uma expressão insinuante, o indicador aflora-lhe os lábios, lambe saboreando o gosto da esporra, chupa num flátio simulado esboçando um sorriso.
Com a mão incita-o a bater à punheta imitando o movimento com o braço, quase sem pensar ele corre os dedos no membro punhetando-se para ela ver, a chuva não dera tréguas, cai intensa apetecendo o aconchego do local envolto na penumbra mais intensamente, os dois miram-se em silêncio apenas as passas que queimam o cigarro avivando a brasa consumindo o morrão em cada fumaça piscam na escuridão, Patrícia faz deslizar a sua mão por dentro do pano do fato-de-treino acariciando-se na cona.
Shlap shlap shlap shlap!
O chapinhar dos dedos na vagina é audível e ritmado, o seu rosto gaiato adquire uma expressão matreira de quem faz algo proibido fodendo-se na frente de um quase estranho sem pudor algum.
-Vou-me separár!
Dispára de chofre.
-Vou viver com uma amiga!
Prossegue em tom de confidência acercando-se mais, beija-o na boca, brinca com a língua dela na dele.
-Vê? Eu gosto de gajos?
-Andam a dizer que sou fufa!
Encolhe os ombros resignada, suspira fundo e prossegue o movimento dos dedos enterrados na vulva.
-Fode-se vou-me vir!
-Aaaaaah! Aaaaah!
-Estou-me a vir para si!
Aaahh! Foda-se! Foda-se! Aaah!
-Gosta de me ver a foder a cona? Olhe! Aaaaah! Olhe! Veja! Aaaah!
Atónito, Ele segue o requebro lascivo das ancas dela, a performance redobra a tesão do membro que desliza apertado nos seus dedos igualmente à beira ele próprio de se vir, lesta Patrícia estende a mão molhada da cona aparando a esporra que esguicha pingando nos seus dedos depois lambe e dá-lhe a lamber, esfrega nos lábios dele invadindo-lhe a boca com os dedos esporrados, surpreso sente o gosto do liquido misturar-se na saliva.
-Prove vá! Prove! Não tenha medo! Isso prove!
Murmura numa expressão cúmplice e manhosa, como uma gata acuada despe as cuecas depositando-as entre os lábios dele, mira-o, depois afasta-se com um adeus sumido de volta ao restaurante.
Minutos volvidos já dentro do carro o celular vibra.
Zum zum zum.
Nova mensagem pisca o display.
Guarde bem a minha prenda!
Assinado, Patrícia.

Mal refeito da aventura nocturna da véspera sentiu um arrepio ao dar de caras com ela sentada na mesa junto ao filho ao entrar, Patrícia mal lhe deu atenção sem levantar os olhos do prato, o lugar de sempre esperava-o, de olhos fixos nas notícias ignorou-a nada interessado em confusões, é verdade que quem a via assim andrajosa não adivinhava o corpo ainda vistoso e jovial que escondia debaixo da roupa, coisa de somenos acentuada pela vulgaridade dos modos, que se foda a tipa, sossegou a mente mastigando descontraído, incólume aos epitáfios costumeiros da patroa cirandando em volta da clientela, ao dirigir-se aos lavabos finda a refeição Patrícia surgiu do nada, barrado atrás do biombo ela levou a mão entre as pernas dele apertando-lhe o sexo suavemente, o gesto atrevido fez subir uma onda de calor intempestiva pelo corpo dele.
-era só o que me faltava!
Protestou consigo próprio numa espécie de pânico súbito.
É doida!
Aqui ao pé da família!
De nada valendo o receio, Patrícia agiu com rapidez segura de si abrindo-lhe as calças, meteu a mão retirando o membro numa expressão cúmplice e provocante, os dedos dela apertaram e deslizaram experientes punhetando com vigor, o momento pareceu durar uma eternidade os olhos dele perscrutavam em redor, havia de ser lindo ser apanhado ali com ela, medo que o arrojo dela não tinha em mente, Patrícia baixou as calças e as cuecas decidida passeando os dedos nos pintelhos correndo o indicador entre os lábios grossos da cona, humedecendo a zona ao mesmo tempo que o encarava com cara de tesão, tudo se passou num ápice, ela mesmo guiou a glande entre os lábios vaginais para dentro da cona, Ele viu-se dentro dela quase sem reacção.
Soc soc soc soc!
As vozes na sala abafavam o chapinhar das fodas, enfiado nela até aos tomates ia-lhe à cona escondido atrás do biombo que separa a sala dos lavabos quase colado à mesa ocupada pelos sogros perigo que espevitava a tesão e os sentidos, Patrícia morde o lábio calando os gemidos sacudida pelas fodas, vindo-se toda pendurada nele que se esporra dentro dela incapaz de segurar a vontade, a foda é breve e rápida como se impõe, o membro salta da vagina esporrada plop, os dois separam-se compondo-se apressados, Patrícia regressa sorrateira à mesa como se nada fosse enquanto ele se enfia na retrete, é doida! Repete mentalmente, quando regressou à sala ela sumira, aliviado pediu a conta, a rua parecia uma lufada fresca ao caminhar pelo passeio.
-As minhas cuecas?.
A voz de Patrícia interrompeu-lhe o passo vinda da arcada do prédio de esquina, instintivamente ignorou-a.
-Espero que se tenha esporrado nelas a pensar em mim!
Insistiu ela soprando o fumo do cigarro para o alto.
-Se não o fez fico zangada!
Fitava-o com o semblante fechado numa ira fingida.
-Não se preocupe desde ontem que não vivo com eles, apenas cá venho por causa do filhote!
Murmurou como que adivinhando-lhe o pensamento, antecipando qualquer reparo da parte dele à sua conduta.
Tem de vir ver a minha casa nova! A minha amiga e eu precisamos de consolo durante a noite! Não se apoquente a cama é pequena mas cabemos os três!
Já se imaginou metido no meio de duas gajas boas nuas e cheias de tesão?
Falou dengosa, fazendo cara de gaiata traquina sorvendo uma passa atrás da outra.
Não devia fumar Patrícia!
Disparou ele seguindo caminho.

O modesto apartamento alugado na zona antiga apesar de exíguo era acolhedor, Patrícia deu-lhe um beijo nos lábios de boas vindas.
-Entre não se acanhe! É Cátia a minha companheira!
Falou apresentando-lhe a matulona de rabo-de-cavalo sentada sobre a cama enfiada nuns jeans colados às pernas.
-joga comigo lá no clube! Somos amigas e amantes!
Sorriu a moça, as duas riram numa galhofa cúmplice, sentado entre as duas mal teve tempo de se habituar à situação, nuas rebolaram na cama aos beijos na boca abraçadas num marmelanço pegado.
Humm! Beija-me puta!
Puta és tu! Mula mula! És uma puta!
Shlrup shlrup shlrup!
Vai puta boa! Isso! Assim!
Murmuravam assanhadas como que ignorando a presença dele.
Espera! Achas que o senhor está habituado a ver duas gajas assim aos beijos?
Se não está habitua-se!
Riu Patrícia mordiscando os seios da amiga entre risinhos e gritinhos agudos.
Olhe que gostamos uma da outra mas não somos fufas!
Alertou Cátia esticada sobre a cama afagando o monte fendido sem pêlos com ar perverso.
Nu metido entre as duas, viu-se tocado por ambas passeando os dedos pelo seu corpo com desvêlo, Patrícia pegou o membro dele entregando-a aos cuidados da amiga, Cátia beijou-o na boca num linguado ruidoso.
Shlep shlep shlep shelep!
As duas beijaram-se de seguida, uma depois a outra apossaram-se do membro brincando em punhetas partilhadas, Cátia abocanhou a glande engolindo suavemente em longas e lentas chupadelas.
-Isso mama querida! Vai minha puta!
Dizia Patrícia incitando a amiga, ocupando-se ela própria do membro teso e vibrante, deitado de costas com as pernas abertas ele sentiu o toque quente e húmido dos lábios dela sugando com os olhos fixos nele, quem diria que a panhonha tinha aqueles dotes escondidos no seu ar cândido de quem não parte um prato, cogitava ao vê-la ali a mamar com sabedoria e gosto.
Pára! Espera! Não tarda ele vem-se!
-Alertou Cátia.
-ele que Não se atreva!
Ralhou Patrícia dando-lhe uma palmada nos tomates, como uma gata ajeitou-se na haste montando-se nele suavemente o membro deslizou para dentro da vagina experimentada.
-Vamos foder! Vá! Foda-me! Assim! Isso mais! Mais, mais!
-Vamos hoje tem duas conas só para si!
-Soc soc soc soc!
-Aaaaaih! Aaih! Aaiah! Enfie isso! Mais! Enfie todo! Aaaaihh!
Gemia ela agitada pela vontade vindo-se toda, as duas trocaram, Cátia ocupou o lugar dela, matulona a azougada, um mulherão robusto e atlético a rebolar sobre ele.
Soc soc soc soc soc!
O balanço das poderosas coxas fazia chiar a cama ao ritmo das fodas,
Aaaih! Aaaaaaaaih! Venho-me puta! Aaaaaaaih!
Assim! Aaah! Assim!
Gritava com as mamas a saltar apoiada no peito dele, o vigor imposto na foda pela matulona fez com que ele esporrasse vindo-se na cona dela que lesta desmontou para Patrícia tomar o seu lugar recebendo os derradeiros jorros na sua vagina, as duas riram.
Beijos repartidos uniram as bocas do trio em linguados repetidos sossegando os sentidos.

A algazarra enche o recinto, gritos e apupos berrados da bancada acompanham a correria das jogadoras, Patrícia atira a bola e cai.
Prri!
O apito estridente põe cobro à jogada, furiosa atira com a toalha, solta o cabelo apanhado num carrapito com um gesto desalentado.
-Foda-se Foda-se! Merda Merda!
Resmunga numa revolta contida enquanto vai vestindo o fato-de-treino saindo apressada em direcção à cabine.
-Fode os cornos a essa puta!
Berra para Cátia envolvida com uma negra numa disputa viril, ajeita o cabelo seguindo sem olhar.
Enfiada no Kispo azul até às orelhas mal se lhe vê a cabeça quando desponta na porta do balneário caminhando pela laje como uma songa-monga, a sua figura é patusca e desleixada, ele espera-a, os dois fitam-se em silêncio, Patrícia beija-o na boca num breve toque de lábios, a mão dele segura a dela, as traseiras do complexo servem de refúgio, colada à parede abraça-o, está suada e ofegante do esforço feito dentro de campo, aos trinta e muitos, a resistência já não é a mesma, afasta a madeixa dos olhos ficando a olhá-lo.
– Estou furiosa! Gostava de saber porque fui trocada pela parva da loira!
Ele calou-a pousando o dedo sobre os seus lábios, o indicador moveu-se entre eles imitando um pénis ao mesmo tempo que a outra mão pousava sobre o seio apalpando-o.
Esqueça Patrícia! Vamos esqueça o jogo!
A voz dele acalmou-a passeando o polegar em redor do mamilo por dentro do tecido sentindo a teta entumecer e enrijar ao toque, o exame suave das suas mamas pôs-lhe um sorriso no rosto.
-Nervosa ainda?
-Mais ou menos! Um bocadito!
Suspirou ela alargando o sorriso, a mão dele acariciou-lhe ambos os seios de novo depois a face segurando-lhe o queixo, Patrícia abriu a boca lambendo o dedo dele que deslizou pela língua quase até à garganta, repuxando o lábio ao recuar, pondo um brilho perverso nos olhos dela.
Vamos boazona!
Eu não sou boazona! Sou bem constituída!
Riu.
-Uma machona?
-Sim machona e arrapazada!
-Sempre fui Maria-rapaz! E puta quando quero!
Retorquiu beijando-o na face.
-Preciso de um cigarro! Foda-se caralho!
Suspirou com o isqueiro na mão puxando uma fumaça longa sorvendo o filtro em passas lentas.
-Veio-me ver jogar ou veio-me foder?
Sorriu. Como resposta fê-la ajoelhar com os olhos fixos nele.
-Vou-lho pôr na boca! Hã? Que acha?
– Não tenho nada contra!
Acenou ela com a cabeça soltando uma gargalhada tímida, com o membro semi-erecto na mão ele punhetou junto ao rosto dela, a mão dela subiu atrevida afagando-lhe os tomates com manha.
-Abra a boca Patrícia! Ponha a língua de fora!
Com a boca aberta e a língua toda esticada ela aparou a glande deixando-a entrar na boca, de olhos fechados mama abocanhando todo o membro.
Shlep shlep shlep shlep!
Os lábios deslizam suaves sugando devagar, chupa, abre os olhos fita-o engolindo mais e mais.
-Estique a língua e lamba a ponta! Isso! Agora os tomates! -Vamos Patrícia! Isso! Mais! Assim continue!
Ordenava ele com a mão pousada sobre a nuca dela guiando o vaivém, conduzindo o movimento da cabeça.
-Isso mesmo! Isso! Chupe! Continue! Isso! Assim!
-gosta do o ter assim na boca?
Hum hum!
Concordou ela sem parar de mamar.
Chup chup chup chup!
-Onde o quer agora? Diga! Vamos Patrícia! Diga!
-Sim! Por favor ponha na minha cona! Ande enfie!
Recostada no pa****ito, ela baixou o fato-de-treino junto com as cuecas de renda branca e abriu as pernas, a glande pincelou os lábios da cona mergulhando na vagina.
Isso! Aaaihh!
A cabeça afundou iniciando o vaivém, lento de início acelerando cada vez mais frenético.
Aaih Aaih Aaih Aaaih!
Soc soc soc soc soc!
Aaihe! Aaeh! Aaeh aah aaaaehh!
Patrícia gritava e gemia sacudida pelas fodas retesando os músculos em delírio, as narinas dilatadas de desejo enquanto as nuvens passavam rápidas no céu, todos os caminhos levavam à gruta madura dela.
-Isso, Patrícia vou-me vir!
Suspirou ele esguichando na toca aveludada numa torrente voraz de jorros viscosos inundando-a de esporra quente.
-Mais calma agora… Patrícia?
Ela abriu um sorriso desgrenhada do esforço procurando a boca dele.
-Porque não se hospeda comigo agora que a Cátia vai viajar?
Murmurou dengosa numa oferta que não admitia recusa.

-Que aconteceu com a sua amiga, zangaram-se?
-Foi visitar o filhote dela. Ela é como eu sempre que o meu fica com a minha sogra como agora!
Disparou sem levantar os olhos da loiça, curioso como aquela matrafona vulgar despertava as fantasias dele, cogitava consigo mesmo olhando para ela a zanzar pela cozinha, com dois casamentos falhados não havia certamente buraco nela que não houvesse sido usado nesses anos, fora os engates de ocasião como era agora o caso, uma falsa panhonha com tiques de lésbica praticante à mistura, segundo as más línguas ela e a sogra andavam enroladas quando viviam juntos antes de se separar, a ser verdade a velha morcona não lhe ficava a trás em frescuras, a bem da verdade nada que o espantasse amiudadas vezes presenteado pelas indirectas descaradas da mulher arreganhando-lhe os beiços oferecida.
-A mim nunca nenhum artista me foi ao cu!
Gabava-se ela descarada em risadas alarves na frente de quem fosse, tudo no fundo contribuiria para que a rapariga fosse uma figura sem interesse para um gajo de meia-idade como ele apanhado pela circunstância de um mero encontro casual.
Rodando nos calcanhares Patrícia pareceu adivinhar-lhe o pensamento.
-Arrependido de ter aceite o convite para ficar comigo?
Falou amarfanhando o pano da loiça entre os dedos apoiada no lava-loiça.
-Você é que vai dizer Patrícia! Estou apenas a olhar para si!
-não vê?
Retorquiu fitando-a.
-Diga-me como vai ser! Mostre-me os seios!
Lentamente ela arregaçou a parte superior do fato-de-treino atirando com ela expondo as mamas num gesto lânguido e sedutor.
-Esperta!… Continue!
Lentamente as calças deslizam nas coxas dela até ao chão.
-Tire as cuecas Patrícia!
Dobrando-se sobre si mesma arreia as cuecas de forma graciosa enquanto ele vai abrindo as calças.
-Agora venha até aqui………….. E sente-se em mim bem devagar!
Pé-ante-pé ela aproxima-se bamboleando o corpo nu, apoia as mãos nos ombros dele alçando uma perna depois a outra.
-Bem devagar!… Devagar ….Patrícia! …Muito devagar!
Lenta e suavemente ela aninha-se nos joelhos dele guiando com o requebro das ancas o membro para dentro da cona.
Isso respire fundo!
Aaaahhh!
-Sim…Enfie! Enfie-mo todo!
Aaaaaaaaih! Aaaaaahhih!
Isso Patrícia… Sinta-me apenas dentro de si!…assim!….endurecendo!
Gosta?
Aaah!
Sim…Sim… Sim!
Devagar…Sinta como estou endurecendo cada vez mais!.. Sinta! Sente como está teso?
-Sinto! …Sim…. Sim! Aaaaahhh!
-Contraia os músculos da sua vagina!…… Assim…….. devagar!..colando-se nele!..Sugando-me todo dentro de si!
-Devagar patrícia Isso!
-Foda comigo Patrícia…foda-me com a sua cona! Isso!.. Nem precisa de se mexer!
-Está a sentir a minha tesão?
-Estou!. Sim…e estou!… Aaaaaaiiih! -Céus! Está-me a deixar louca!
-Respire Patrícia!.isso!..expire!..devagar!..devagar!
Isso Patrícia! …Sem beijos!.sem me tocar!.sinta apenas!
-Aaaaaahh! …Estou-me a vir!..Estou-me a vir! Aaaah!
-Você é louco! Que tesão! Você faz-me vir toda!……….. Aaaah!
Suspira ela alapada no colo dele, inundada pela esporra que brota dentro dela.
-Foda-se nunca me tinham feito vir assim!
Murmura afogueada, os dois beijam-se longamente, degladiando as línguas num linguado lento, até que o som estridente do telefone os interrompe.
-Sim? Cátia? Sim? Estava a dar uma foda querida! Sim! Com ele! Foi o máximo ainda estou toda a tremer, o gajo…. Pois sem duvida! Prometo que te conto sim! Tudo!
Pousando o telefone fitou-o.
-Quer que continue?.
Falou dengosa.
-Agora, vamos dar um tempo Patrícia!
Quanto?
-Logo verá!
Retorquiu ele, o celular vibra sobre a mesa, ela pega nele e mete-se no quarto pela conversa trata-se de algo sobre o ex-marido, Patrícia regressa envergando uma saia curta atravessando a cozinha sem comentar o sucedido.
Tudo bem?.
Sim tudo bem!
Responde ela.
Levante a sua saia Patrícia!.. Tire as cuecas e coloque-as sobre a mesa !
Está a falar a sério?
A sério!
Estou apenas a pedir que tire as cuecas e as ponha sobre a mesa!
Patrícia acena com a cabeça, levanta a saia e baixa as cuecas de renda vermelha pelas pernas abaixo, nunca fizera nada daquilo nem quando era mais nova, os jogos dele eram uma novidade excitante para os seus sentidos, inventando coisas que ela fantasiara muito ao longo dos anos mas que eram apenas reais na sua mente, Patrícia foi jogada sobre a cama de gatas como uma cadela, penetrada com força e vigor.
Aaaahhh! Aaaahh! Aaaah!
Droga você é o máximo!. Foda-se!. Droga foda-me!.Assim! .Foda-me toda! Fique comigo!.. Fique comigo!.Céus faça-me vir! .Faça-me vir! Aaaaah!. Sim eu quero-me vir!.. Quero-me vir outra vez! Foda-se sim… Sim estou-me a vir droga!.Aaaaaihhh!
Gritava ela sacudida por espasmos.
Aaaaih aaaaih aaaaih aaaaaaih aaaaaih!
Vou esporrar Patrícia! Vou esporrar!
Sim esporre!.. Esporre encha-me a cona!..Isso vamos caralho!.. Hum hum hum!
Quantas putas já fodeu assim?. Hã?.. Morenas? Loiras com mamas de silicone?.. Casadas e mães de família?.. Madames?algumas viúvas quiçá?…diga!.quero saber!.devaneios eróticos com a mamã quem sabe, não?. Ou talvez você prefira as Velhas sabidonas?
Que importa isso Patrícia?
A mim importa! Agora que somos íntimos quero saber!
Ele cala a resposta e avança para ela.
Não pare!Pare! Não! Pare com isso!
Presa pela cintura ela debate-se fingindo-se zangada, com uma estocada ele entre nela por trás,
Aaaihhh! Foda-se Não me faça isso! Aaaaihh!Sim!Oh Sim!
Rendida nos braços dele Patrícia fode obediente de pé junto à janela, perdido o controle sobre a vontade, seduzida por ele ou simplesmente pelo caralho sedoso que a foda deslizando no creme da vagina poderoso.
Foda-me foda-me!
A esporra inunda-a de novo enchendo a vagina, os dois abraçam-se sossegando num enlevo suave.
-Acha-me bonita?
-Porquê, a pergunta agora Patrícia?
Ela arrulha beija-o e pressiona a coxa entre as dele tal como fizera no primeiro encontro, aperta, mais, e mais, a perna dela entre as dele move-se numa cadência ora suave ora mais forte esfregando-se no membro de novo erecto.
Sim!……vamos! venha-se!…venha-se para mim!.esporre-se com fez naquela noite em que me fodeu a primeira vez!lembra-se?.lembra-se?
Lembro Patrícia!.lembro!..vai fazer-me vir assim!..Patrícia!…Patrícia!.

A porta da sala rangeu, o rosto de Mónica assomou na fresta, ele ergueu os olhos deitado no sofá desperto pelo barulho.
-Desculpe, pareceu-me ouvir um barulho!
Desculpou-se ela sem deixar de o fitar, Patrícia trouxera duas colegas de equipa para dormir com ela no quarto, o corpo franzino de Mónica recortava-se na penumbra torneado, bem feita de formas, cabelos negros longos sobre os ombros, estava nua, podia ver-lhe o monte de pintelhos cuidado cobrindo a cona no reflexo do luar, sem uma palavra ela avançou, levantou o edredão aninhando-se junto dele sem pedir licença, debaixo das mantas correu os dedos no corpo dele até lhe achar o membro, seus olhos negros faiscavam no escuro como uma gata sorrateira.
-Está tudo a seu gosto senhor?
-Não se apoquente a Patrícia mandou-me fazer-lhe companhia!.ela e a Joana estão-se a lamber uma à outra!.enquanto isso aproveite para me foder!
Suspirava no ouvido dele dengosa sem deixar de lhe acariciar o membro semi-erecto cada vez mais duro com os afagos dela, Mónica tal como Patrícia, Cátia e Joana, era uma gaja vivida mãe solteira e independente de semblante sério e pouco expansivo, a sua aparição junto dele era em tudo invulgar, decidida a passar à acção Mónica montou-se sobre ele aninhando-se no membro teso que lesto se esgueirou engolido pela vagina.
Soc soc soc soc!
Qual gata no cio ela pulava fodendo numa cadência intermitente, variando o ritmo do requebro das suas ancas.
Aaaaaaah! Faça-me vir!.faça!…assim!..assim!
Gemia ela em tom abafado contrastando com os gemidos agudos e estridentes que se ouviam vindos do quarto soprados pelas bocas das duas gajas a comer-se uma à outra num ambiente de foda e perversão total.
Profundamente enfiado na cona funda e cremosa de Mónica veio-se soltando esporra em esguichos fartos e seguidos, inundando-a com gosto redobrado por o estar a fazer numa estranha ao mesmo tempo que Patrícia estava enrolada com outra mulher, a boca dela tocou a dele num beijo demorado, rolando na cama de seguida ofegante, aos poucos com o raiar da manhã o gemidos foram sossegando até o silêncio tomar conta da casa.

Uma gritaria histérica enchia o quarto motivada pelos desmandos das companheiras de Patrícia, ao vê-lo Mónica avançou enquanto as outras desabavam numa gargalhada pegada.
Quer que lhe faça alguma coisa senhor?
Falou charmosa.
Está tudo perfeito Mónica!
Perfeito?
Sim, perfeito! Desculpem espreitei por acaso!
Justificou-se ele ao ver Joana de pernas abertas sobre a cama seminua brincando com um vibrador enfiado na cona ao mesmo tempo que beijava Cátia na boca.
Admirado?.sim!.somos amantes as três!..calma Patrícia pediu para tomar-mos conta de si!
Disse Cátia provocadora manobrando o vibrador de forma lasciva enfiado na cona da amante.
Aaaahhh!
Gemeu Joana contorcendo-se toda beijando a outra na boca.
-Não estranhe elas estão somente a experimentar uns brinquedos novos!
Riu manhosa.
-Pergunta se ele se quer juntar a nós Mónica!
-Quer senhor?
Já se masturbou com um vibrador?
Risos.
-não, o senhor não faz essas coisas!
Contestou Mónica fingindo espanto.
.não quer tentar?…eu escolho um bom para si!..tome!.este é perfeito! vá! Depois conte como foi!………nós vamos querer saber tudo!
Rematou Com um gesto teatral atirando com o objecto para as mãos dele. Ao som dos risinhos delas, regressou à sala na verdade já o havia feito uma vez ou outra, a imagem delas nuas, de Patrícia a foder com ele na cama, enchia a sua mente deitado no sofá, recordando tudo que lhe acontecera ultimamente, seminu debaixo do edredão abriu as pernas manobrando o deslizar do vibrador navegando ao sabor do ronronar do objecto impelido pelos dedos em zonas sensíveis do seu corpo aventurando-se pousado na cavidade escondida entre as nádegas insinuando-se profundamente deslizando cada vez mais para dentro, mais fundo tocando zonas proibidas até fazer disparar o vulcão esvaindo-se sem esporra sem se tocar sequer.

A sogra.

-Olá!.então?.ouvi dizer que foi um menino mau?
Falou Patrícia dengosa ao entrar em casa, passeando os dedos na face dele.
-Quero saber tudo! Como foi? Conte lá! Vamos!
-Esporrou muito….foi?…..deitou muita esporra dessa pila?
Mostre cá!
A mão dela buscou na abertura das calças dele, tacteando puxou o membro brincando com ele entre os dedos com desfaçatez na presença da sogra que surgiu de rompante deixando-o mudo de espanto, a morcona soltou uma gargalhada histérica.
Deixa, Oh já vi muita pila!
Brincou carinhosa beijando-o na boca convidada pela ex-nora aceitara de pronto a ideia de se embrulhar com o amante dela num segredo que ficava só entre os três, a mão papuda da senhora juntou-se à da Patrícia punhetando ambas o membro teso, por uma vez Ercília pôs de parte o seu modo espalhafatoso para revelar o jeito meigo e caloroso que tinha na intimidade, enquanto ela se atracava a ele, Patrícia foi-a despindo, nua na frente dele a rodas baixas insinuou-se descarada com o a face vermelha de tesão.
Vamos?
Murmurou para ele com um aceno de cabeça em direcção à cama, os dois caminharam de mão dada, Ercília deitou-se abrindo as coxas grossas para ele afagando os pintelhos, passeando os dedos na racha provocando-o oferecida, as coxas torneadas e grossas, os seios grandes e fartos eram um motivo mais que suficiente pensou ele deitando-se entre as pernas dela apontando a glande nos lábios longos e grossos da cona madura, as mãos dela nas suas nádegas puxaram-no, o golpe das ancas junto com ajuda da velhota fizeram o resto, suavemente ele mergulhou na vagina quente e idosa da senhora até aos tomates.
Fode! Anda com isso!..Mete-mo todo! …Não tenhas receio Fode-me como fazes com as outras! …Issso! …Mais!. Mais! .Assim! Aaaah! Aah!
Dona Ercília gritava e gemia sacudida pelas fodas como uma moça, requebrando-se no membro com a experiência ganha pelos anos.
Faz-me vir!…….isso! isso! Vai! Fode! Mais! Mais força homem! Aaaaahhhh!
Agitada a velhota veio-se arqueando-se toda sacudida pelo vaivém das estocadas desabando ofegante, Patrícia surgiu na porta do quarto no preciso instante em que ele esporrava vindo-se dentro da vagina aveludada da sogra, as duas sorriam trocando um olhar cúmplice, a nora juntou-se aos dois, beijou Ercília na boca depois os lábios dele, os braços rechonchudos da velhota enlaçaram o pescoço dele.
He! Meu Morcão! Encheste-me a cona! Se me emprenhas estás fodido tens de casar comigo!
Brincou.
Ho! Beija-me! Estás à espera de quê?
As bocas uniram-se num linguado quente rolando entrelaçadas.
Shrup shrup shrup shrup!.
-Agora diga-me qual é a cona mais gostosa? A minha ou a dela? Dizem que as conas idosas são as mais doces para os caralhos como o seu?
Falou Patrícia abraçada à sogra, as duas acariciando-se uma à outra num enlevo descarado, a sapa anafada não esperou pela resposta à pergunta da nora abocanhando o membro começando a chupar com gosto e avidez.
Chup chup chup chup!
-Não respondeu à minha pergunta! A boca dela a mamar-lhe o caralho não lhe tapa a si a boca!
Riu Patrícia insistindo, que ideia a dela matutava ele apanhado na armadilha que a questão escondia salvo pelos incentivos da velhota.
Vamos filho vem-te! Vá! Na minha cara! Esporra na minha cara anda homem! Esporra!
Ordenava lambendo o membro de cima a baixo, sugando a glande com os lábios grossos esticados em chupões sonoros.
A boca quente e sabedora não tardou a causar o efeito pretendido, sem resistir mais tempo ele veio-se, longos jorros espessos e viscosos atingiram a face da senhora escorrendo nas bochechas cobrindo o rosto de Ercília de esporra logo lambida pela nora ente beijos de línguas enroscadas vogando ágeis e irrequietas.
Ofegante Ercília mirou-o limpando-se nas costas da mão toda lambuzada com um sorriso aberto estampado na face trigueira.
He! Deixa que havemos de fazer isto mais vezes!
Gargalhou, a promessa tinha tanto de inquietante como de atractivo reflectiu ele consigo mesmo. Preocupação que se materializaria logo no dia seguinte durante o jantar, Ercília insinuava-se assumindo posições provocantes expondo os seios fartos ao servi-lo, roçando-se ao passar junto dele, arrumando a loiça com o rabo gordo espetado quase a espreitar na saia curta passeando as mamas quase a saltar do generoso decote indiferente à presença do esposo sempre que o apanhava distraído.
Tudo aquilo era incómodo e ao mesmo tempo um jogo perigoso cogitava ele inquieto, por um lado ela fazia-lhe tesão com aqueles trejeitos, por outro não queria ser apanhado, que o esposo merecia sempre metido com putas não havia dúvida, Ercília apanhou-o à saída, os dois caminharam em silêncio pela rua lado a lado, chagados à esquina ela deu-lhe a mão prosseguindo de mão dada até à porta da casa dela.
Ele não volta antes da meia-noite!
Murmurou ela rodando a chave na fechadura franqueando-lhe a entrada. O convite é arriscado a mão dela na dele puxou-o para dentro, o quarto foi o destino imediato e a cama de casal o pouso seguinte, Ercília abriu a cama como se fosse para se deitar com o marido despindo-se, nua fez questão de o despir antes de se aninhar entre os lençóis ajeitando-se para o receber, os dois mergulharam no calor das mantas nus abraçados num beijo quente, curioso como aquela mulher de feitio truculento e desbragado se transformava nos braços dele arrulhando quase maternal em tudo semelhante ao que tinha com o neto.
Tenho um pedido!
Sussurrou ela.
Quero ser fodida no cu por ti! Nunca nenhum me foi ao cu! Quero que tu o faças! Mas é segredo!
Atónito, ele fitou-a incrédulo com o pedido dela, esta agora? Enrabar uma mulher como ela era um desafio a perspectiva do acto inflou-lhe o membro na hora numa tesão súbita e poderosa, Ercília não era mulher de meias tintas, decidida e aventureira, de rabo empinado posicionou-se oferecida ansiosa por sentir o caralho enfiado no cu, a glande pousou na cavidade anal untada de cuspe pressionando abrindo-lhe o buraco, com um golpe de ancas ele rompeu a resistência do ânus idoso afundando o membro no rabo cheio e macio da velhota.
Um grito abafado saiu da boca dela aberta ao máximo.
Caralho!
O berro esganiçado ecoou nas paredes. Totalmente enfiado nela ele fodeu, dando-lhe uma foda grande e funda seguida de outra e mais outra indo-lhe ao cu tal como ela pedira, enrabada na cama dela numa perversão total abarcando-lhe os seios com as mãos ele veio-se. A esporra jorrou inundando-lhe as entranhas em esguichos seguidos, deitados lado a lado ofegantes saborearam o momento.

Fim-de-semana.

Há dias em que tudo parece distante e ao mesmo tempo ao alcance da mão, Patrícia, vagueia, olhos postos no horizonte debruçada no ferro da varanda admirando a paisagem, como uma sombra, impõe-se no contorno vivo das suas formas, silhueta imóvel ao relento, indiferente ao vento, os lábios finos e desenhados sopram figuras que se esfumam a cada passa do cigarro preso entre os dedos num gesto vagaroso e repetido ao correr do tempo, vogando ao sabor do momento, em contraponto com o fervilhar da mente curiosa e inquieta pelas duvidas do espírito.
O som de passos desperta por instantes a falsa letargia em que navega, detendo os olhos grandes como dois faróis na figura masculina que se aproxima gingando o corpo franzino detendo-se junto da cornija de azulejos, quebrando assim por segundos a pacatez do quarto sem quebrar a pose da rapariga, como se estivesse só no mundo, atenta, Patrícia observa silenciosa, sorvendo o cigarro paciente alheada e curiosa em simultâneo, o seu espírito vivido não se intimida facilmente, esboça um sorriso sarcástico soprando o fumo para longe ao mesmo tempo que cruza levemente a perna roliça num gesto de descontracção feita molengona e faceira, pisca as longas pestanas negras ajeitando os cabelos sobre os ombros de igual matiz, aconchegando-se interiormente com um movimento subtil das coxas domando a rebeldia das cuecas carmim no seio dos collants dirigindo-as para onde gosta de as sentir numa técnica apurada desde garota, fascinante como coisas tão simples se tornam importantes, conjectura meio enfadada, a chegada da noite traz consigo um sentimento de melancolia, ele permanece imóvel como se esperasse algo inalcançável, Patrícia roda os calcanhares abandonando a sacada do hotel, o interior do quarto traz-lhe à memória momentos com oito anos de atraso, vividos na miragem de uma oportunidade que se esboroou em nova partida do destino apenas acrescentando mais um filho à sua existência numa desdita que a persegue.
Contemplativa, procura a protecção da parede como que acossada, ele fita-a mudo admirando a sua figura.
-Responda-me, o que estaria disposto a fazer por mim?
-Mas que pergunta? Qual o sentido? Ora, Você sabe a resposta Patrícia!
-Sim talvez! Mas fale! Quero ouvir da sua boca!
-Faria tudo por mim?
-Sim claro!
Respondeu ele estático sem se mover.
-Já viu? Hoje trago collants, os mesmos que usei quando aqui estive em lua-de-mel, que graça! Chamar isso a uns dias num hotel de segunda! Enfim você não sabe o que isso significa para uma rapariga nas minhas condições naquela época!
A voz dela era calma, quente e rouca, pesando as palavras uma a uma numa sedução deliberada.
-Diga lá, gosta de mulheres vestindo collants?
Que graça! Você não é desses! É um conservador! Uma madame virtuosa de cinta e ligas faz mais o seu género! Talvez uma atleta nua ou num babydoll escandaloso o faça sentir excitado!
-Tudo está em silêncio, as luzes apagadas, fique tranquilo e sereno.
-Apenas quero saber o que fará por mim?
-Até onde vai a sua vontade em me agradar! Me seduzir!
Prossegue num quase murmúrio, a sua mão desliza no reposteiro afagando a cortina, ao mesmo tempo com a outra vai puxando a saia já de si curta bem para cima amarfanhando-a junto à cintura, sem uma palavra ele segue os movimentos dela, hirto sem pestanejar, a figura feminina destaca-se no reflexo que transpõe a janela vindo da rua, os collants negros vão deslizando nas coxas revelando a pele alva macia das pernas atléticas e robustas, com um sorriso ela exibe-se para ele dona e senhora do momento.
-Agora eu vou-lhe mostrar o que faço por si! Observe! Veja o quanto você me faz ser atrevida e perversa! Veja! Veja só! Sem uma palavra! Apenas me seguindo com o olhar!
Patrícia afastou o reposteiro revelando um pénis de borracha aplicado na parede acariciando-o entre os dedos.
-Olho só! Admire! É em tudo semelhante ao seu!
Duro, sedoso! Observe como a minha mão gosta dele!
Adora a sua textura!
Falava dengosa punhetando o objecto suavemente, ajoelhando esticou a língua, lambeu a ponta em forma de glande beijando-a lentamente, aos poucos foi engolindo mamando como se um caralho verdadeiro fosse, ele seguia pasmado, uma tesão forte crescia empinando-lhe o membro preso nas cuecas enfunando o tecido num volume que se destacava, Patrícia ergueu-se encarando-o numa expressão grave e séria recuando até ao membro de borracha.
-Veja o que faço por si! Ele está entre as minhas nádegas! Ameaçando o meu ânus aaaaihh! Está-me furando! Céus! Meu cu! Está entrando! Aaiihh! Está doendo! Está doendo muito!
Gemia ela pressionando o rabo contra a borracha fazendo-se penetrar por ela.
-Veja o que faço por si! Aaaiihh! O meu olho do cu arde, está queimando, abrindo dilatando, o caralho está todo dentro de mim! Todo dentro do meu cu! Veja! Veja! Está-me a foder! Está-me a enrabar! Estou a levar no cu! Por si! Por si! Veja o que faço por si! Quanto eu o quero! A si! A si! Meu só meu!
Suspirava ela balançando-se de encontro ao pénis fingido simulando levar no cu na frente dele perversa e frágil ao mesmo tempo sem deixar de o fitar desengatou-se da borracha com um plop! Avançando decidida na direcção dele de indicador em riste.
Agora é a sua vez de mostrar o que é capaz de fazer por mim!
-Venha! Tire a roupa e faça de conta que sou eu!
A sua voz era macia e convincente, pegou a mão dele e o colocou nu junto da parede, um passo depois outro e ele foi recuando até sentir o pénis entre as suas nádegas, se ajeitando foi acolhendo a ponta pousada sobre o ânus igual ao que ela havia feito.
-Demonstre quanto me quer! Está pronto?
-Sim! Estou!
Patrícia encarou-o, cruzou os braços numa pose de desafio, hirta de pé na frente dele.
-Isso! Não tenha medo! Mostre até que ponto está pronto a ir por minha causa! Descreva o que sente! Vamos, fale! Quero ouvir a sua voz dizer tudo o que está sentindo!
-Sim! Patrícia! Eu digo! Sim digo!
Cauteloso, ele foi pressionando o rabo contra a borracha dura sentindo-a romper.
-Aaaihhh! Patrícia tenho-o no cu! Duro! Está a entrar aaaihhh! Está a furar o meu cu á abrindo! Céus é grosso! Aaaaihhi! Meu olho do cu cedeu! Uma dor fina! Uiiii! Entrou Patrícia! Entrou todo! Sinto-o todo dentro de mim! Aaaihhh! Veja o que faço por si Patrícia só por si!
-Foda! Vamos foda! Não receie foda-se para mim! Mexa o rabo isso! Mais!
-Ss ssim Patrícia! Estou a foder! Sento-o todo a escorregar assim! Assim!
Gemia ele impelindo as ancas num vaivém ansioso na frente dela, seu membro balançando solto entre as pernas teso e duro como poucas vezes lhe acontecera fruto do gosto estranho que lhe vinha do ânus subindo pelo corpo em ondas, havia algo inebriante no facto de ser abordado assim, estava a foder-se para deleite dela “ que mal poderia haver”, pensou sentindo o pénis de borracha enviar arrepios e tremores ao longo da sua espinha,
-Céus, não posso acreditar que esteja fazendo isto!
Porque não? Qualquer um pode tirar prazer do seu próprio corpo!
-Disse Patrícia, alem disso está a fazê-lo por mim já esqueceu?
-Não! Claro que não Patrícia!
-Vê! Quantas vezes não teve vontade de pegar um vibrador debaixo da cama e metê-lo no cu e batia à punheta com a outra mão pensando num amigo? Fantasiando? Confesse! Pode falar para mim, eu sou a sua amante! A sua confidente! Me conte!
Insistia ela com voz doce quase conseguindo levá-lo a dizer o que guardava só para ele a vontade domou o seu instinto acelerando o balanço dos quadris o membro foi atravessado por espasmos, ele veio-se sem tocar nele com um gemido abafado.
-Aaaiiihh! Patrícia! Estou-me a vir! Olhe! Minha musa! Estou a esporrar para si! Patrícia! Patrícia!
Com as pernas a tremer caiu nos braços dela, os dois beijaram-se com volúpia num abraço apertado.
-Mostre se o tem tão aberto como o meu!
Falou ela passeando os dedos entre as nádegas dele investigando o ânus, avaliando o tamanho do orifício aberto pelo pénis de borracha ao mesmo tempo que ele acarinhava o dela rolando os dedos num consolo mútuo.

O aconchego fofo da cama convida à preguiça encaixados um no outro no calor do edredão dormitam abraçados, com um leve movimento de ancas ele aconchega o membro semi-flácido entre as nádegas macias e apetitosas dela, Patrícia pressiona o rabo na barriga dele num mau-humor fingido.
-Deixe-me!
Resmunga estremunhada.
-Aaaaaaaa! Que horas são?
Boceja preguiçosa.
-Não sei está escuro!
Brincou ele.
-Oh! Vá-se foder!
-Aperte-se mais em mim, quero senti-lo bem!
-Não queria que a deixasse ainda agora?
-Era manha não me conhece Não era a sério ?quero foder!.quero foder! Ande!..olhe que faço birra!
-É uma menina má Patrícia!
-Não sou nada!
-É sim!
-Não!.
-Sou uma puta!..gosto de ser puta!.puta puta puta!
Repete feita machona.
-Vá-me ao cu como fez à minha ex-sogra!…..o meu rabo é melhor que o dela!
-Não é não Patrícia!
-O caralho é que não é! A mula não sabe levar no cu!
-E a Patrícia sabe?
-Claro que sei! Comecei muito nova ainda menina!
-Mentirosa!
-Não sou nada! Acredite! Foda-se deixe de conversa e meta-mo ande! Vá vá vá!
Refila impaciente, sem outro remédio ele cospe nos dedos e unta-lhe o rego, ela ri nervosa.
-Quieta!
-Está-me a fazer cócegas caralho!
Berra traquina, ele encosta a glande no buraco forçando, a pressão faz o ânus ceder, ela cerra os dentes calando a dor fina que se desvanece à passagem da cabeça do membro afundando-se nela.
-Pronto está a senti-lo?
-Há Foda-se, caralho puta que pariu!
-Sim Estou! Foda! Enrabe-me! Quero gritar com ele enfiado! –Vamos! Vamos! Assim! Boa! Boa! Assim mais! Mais meta mais!
Gemia ela balançando ao sabor das fodas deitada de lado com as costas apoiadas no peito dele, aposição exige esforço acrescido, ele esporra ao fim de algumas estocadas suspirando no pescoço dela ofegante.

-Acordado?
-Agora sim!

Patrícia aninhou-se nele preguiçosa passeando os dedos pela sua coxa subindo ficou a brincar-lhe com o Lábio inferior, apertando os seios nas costas dele abarcando o seu abdómen com os braços, curioso como a presença dela atracada nas suas costas era gostosa e protectora.
-Está sem sono!
-Estou!
Respondeu ela num bocejo.
-O que a apoquenta?
-Recordações deste lugar!
-Como assim?
-Sabe que foi aqui neste mesmo quarto e nesta cama que meu segundo filhote foi feito?
-Porque me conta isso agora Patrícia?
-Quero partilhar consigo os meus segredos!
-Lhe fiz ciúmes?
-Talvez!
-Ora! Você sabe a minha vida! Mas pronto! Seu ciúme me deixa vaidosa.
Fala ruborizando, sua respiração fica de súbito irregular, ele roda na cama encarando-a.
-Não brinque Patrícia! Talvez eu fale sério?
-Ora nada me agrada tanto como saber que fica com ciúmes por saber que fui possuída por outro homem nesta mesma cama passados estes anos.
-Imagina-me a gritar com o caralho dele enfiado?
-Sim! Imagino!
-Isso faz-lhe tesão?
-E se fizesse?
-Nada, é sinal que lhe desperto sensações, isso me deixa feliz! Cheia de desejo! Fodia-me agora se lho pedisse?
-Que pergunta tola Patrícia! Bem sabe qual a resposta!
Disse ele tocado entre as pernas pela mão dela abarcando-lhe o membro atrevida em carícias incisivas, despertando a tesão, os dedos explorando a glande, arranhando, afagando-lhe os tomates.
-Vire-se!
Sem reflectir ele obedeceu esticando-se no lençol preguiçoso.
-Isso! O seu rabo faz inveja a muitas gajas que conheço!
-Porque diz isso?
-Porque é verdade, ora!
-Quer-me convencer que nunca lho disseram? Um amigo quem sabe? Ter preferência por homem ou por mulher é coisa tola!
Provocou ela passeando os dedos ao longo do rêgo numa carícia longa, tacteando no buraco com a ponta do indicador tecendo círculos na cavidade, massajando.
-Quer que pare? Diga! Está gostando? ou quer que deixe de o acariciar aqui?
-Não!……….por favor……………. Continue!
Suspirou ele com o rosto colado no travesseiro.
-Estou-lhe a fazer tesão? Vamos! Diga!
-Sim!…….Patrícia!……. muita!
Sem avisar ela faz o dedo deslizar furando, enterrando-lho no cu.
-Pronto! Não receie! Sinta apenas! O contacto sexual erógeno é muito maior sendo também penetrado! Acredite, O sexo anal é uma coisa bem gostosa! Gosta de sentir o meu dedo assim enfiado no seu cu? Vamos fale para mim! Diga se gosta?
-Se sim!..gosto!
Suspira ele movendo instintivamente os quadris ao sabor do vaivém do indicador dela entrando e saindo suave e lentamente.
-Isso! Saboreie!. Solte-se para mim!. Entregue-se! .Deixe-se levar! -Quero que sinta o meu dedo como se fosse um caralho!. Um caralho grande!. Grosso!.. Vibrando teso e vigoroso!. A dar-lhe fodas grandes!.. Assim!… Assim! Entrando todo!. Profundamente! Cada vez mais fundo!
-Aaihh! Patrícia! Você é louca!…………. Louca!
-Isso!. Quero ouvi-lo gemer! Esfregue o caralho no lençol! Isso! Dê fodas grandes no colchão! Isso! Mais! Mais assim! Continue! Não pare! Gosta do meu caralho? Gosta?..diga! Fale!
-ssim! Gosto! Sim!
-Continuo?? Quer que continue a fodê-lo?
-A ir lhe a o cu?.Diga!..Diga!
-Sim…Patrícia continue!…Foda Patrícia!
Enleado na teia montada por ela, esfregava o membro teso como uma rocha na textura do pano quase a esporrar.
-Patrícia! Patrícia! Estou quase a vir-me! Est, estou quase! Aaaihha!
-Schiu!..ainda não! Sossegue!
Sentindo que chegara o momento Patrícia deitou-se puxando-o para o meio das pernas dela generosamente abertas.
-Enfie-mo na cona! Vamos! Quero-o todo dentro de mim!
Pediu num murmúrio!
A glande deslizou nas bordas húmidas afundando na vagina suavemente.
-Soc soc soc soc!
O chapinhar audível do entra-e-sai do membro deslizando na gruta de veludo da rapariga foi-se intensificando, socando-a com vigor redobrado.
-Mais! Mais! Assim! Mais! Mais! Força! Com força! Foda-me foda-me!
Os gritos de patrícia inundavam o quarto, roucos, ofegante e agitada ela vinha-se toda nos braços dele, esposa e amante, tal como anos atrás nos braços de outro, na sua mente em turbilhão desfilavam sons, momentos, rostos, corpos nus, difusos, inundada de esporra abraçou-o forte sentindo os espasmos do corpo dele rendido soltando os últimos jorros na sua vulva ardente e esfomeada.
Unidos aos beijos deixaram sossegar a vontade invadidos pelo relaxar gostoso dos corpos suados.
A haste saltou da toca esporrada plop. Patrícia espreguiçou-se acariciando-lhe a face.
-Bela foda! Não foi?
-A gente entende-se Patrícia!
-Bem de mais!
-Como assim?
-Não tem receio?
-A fodermos assim Imagine que fico grávida?
Um pânico momentâneo toldou o espírito dele, sem razão cogitou.
-Estou a brincar! Não quero mais filhos! Mas! Confesse que a ideia de me ver com uma barrigona o deixa com tesão?
Sorriu manhosa.
-Imagine se fosse menina ao foder-me ia à cona ás duas!
Riu sacudindo a madeixa dos olhos com um gesto gracioso.
Fodia a mamã e a filhota as duas de pernas abertas a levar na cona ia ser o máximo!

Amanhecia, o som de liquido a correr despertou-o a seu lado de gatas sobre a cama Patrícia mijava agachada no penico a cena trouxe-lhe à memória outras iguais, despertando-lhe o membro num latejo gostoso tal como acontecia em jovem ao ver a mãe e a tia na mesma posição que a rapariga, Patrícia limpou-se ao babydoll vermelho aninhando-se nele dengosa.
-Fez-lhe tesão ver-me mijar seu depravado?
Riu acariciando-lhe o membro teso entre os dedos numa punheta suave.
-Esporre-se para mim! Vamos! agora como castigo vai esguichar na minha barriga e depois lamber a esporra toda com a sua língua!
Sentenciou intensificando o sobe e desce do punho fechado em breve obtendo o que queria, longos jorros de liquido pastoso atingiram o seu ventre escorrendo na barriga dela saltando do membro em catadupa.
-Seu porco!
Riu.
-Sujou-me toda! Agora limpe! Vamos! Com a língua! Limpe a esporra toda!
Exultou empurrando a cabeça dele na direcção da barriga, sem alternativa ele lambeu passeando a língua esticada na pele sorvendo os pingos viscosos até não restar vestígio algum, a mão de Patrícia sobre a nuca fê-lo ir até à cona mergulhando entre as coxas dela, chapinhando entre os lábios vaginais lambendo-a sugando-lhe o clitóris juntando ao gosto da esporra o sabor dos sucos da cona dela fazendo-a vir sacudida por ondas telúricas e gostosas

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