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Pintura com a sogra (2)

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Pintura com a sogra (2)
Nesse dia não se fez nada e aproveitámos para espairecer na beira da piscina.
Escusado será dizer que não nos largámos um segundo. Devido ao isolamento daquela parte da casa tivemos oportunidade de aproveitar o sol completamente nus. A Rita era completamente desinibida, adorava exibir-se e provocar aproveitando cada situação para se mostrar.
Quando atendi a Ana não hesitou em enfiar o meu pau na boca e chupar, ou melhor dito, em mamar que foi mesmo o que ela fez. Foi engraçado mas confesso que achei mais piada quando ela estava a falar com o Rui. Ainda assim tentei despachar a minha mulher o mais rápido possível, com medo que se apercebesse de alguma coisa, situação que deixou a Terminei a chamada o mais rápido que consegui, com receio de que a Ana ouvisse algum gemido e a Rita não gostou acabando por me dizer que ia ficar de castigo. Pensei que não passaria de uma brincadeira mas a verdade é que foi para dentro vestir-se. (LOL)
Fui ter com ela à cozinha para a ajudar a preparar o almoço e abri uma garrafa de vinho que fomos bebendo enquanto conversávamos. Foi o momento das confissões. Perguntou-me como era a minha vida sexual com a Ana e queixou-se do meu sogro. Por vontade dele davam apenas uma queca ao sábado à noite, desde que não houvesse bola na TV e então se fosse do clube dela nada feito. (Não vou referir qual é porque somos de clubes diferentes e não pretendo ser faccioso). Assim, nos dias em que finalmente havia festa ele deitava-se em cima dela e durante 2/3 minutos penetrava-a até se vir e depois adormecer. …tinham casado por ela ter engravidado e não tinha sido um casamento por amor mas sim pelas circunstâncias. Na realidade nunca se tinha sentido satisfeita mas tinha tido sempre o cuidado de ser o mais discreta possível e que ele nunca descobrisse a situação e pretendia que a situação assim continuasse.
Claro que lhe assegurei que ninguém iria saber da nossa relação e que esperava continuasse. Não estava apaixonado mas ela tinha uma fogosidade na cama que me excitava imenso. Perguntei-lhe pelas suas aventuras anteriores. Queria ouvir o que a minha sogrinha tinha feito. Ouvir as histórias dela e pedi-lhe para ela me contar.
Contou-me que uma vez tinham combinado com um casal de amigos irem passar um fim de semana a Barcelona. Já com as passagens compradas e hotel pago a amiga teve uma situação inadiável no trabalho e não pode ir. Insistiram com o João para que ele fosse com eles. Apesar de ir segurar a vela, como se conheciam desde os tempos de escola lá aceitou e foram os três. Durante um passeio pela cidade de Barcelona o meu sogro torceu um pé o que o fez regressar ao hotel e a Rita e o João foram passear pelas ramblas. Depois do jantar a minha sogra estava com imensa pena de não poder aproveitar para ir conhecer a vida nocturna de Barcelona mas após insistência do Rui ela acabou por ir com o João até um bar onde aproveitaram para beber uns copos e dançar. O local não era nada de especial pelo que voltaram relativamente cedo ao hotel e o João convidou-a para beberem um copo final no quarto. Já algo tocada ela aceitou e lá foram os dois para o quarto do João.
Enquanto ela me contava comecei a despi-la e a acariciar-lhe o peito. Ela tinha umas mamas grandes, bastante maiores que a Ana e, claro, já descaídas mas excelentes para apalpar e uns mamilos deliciosos de chupar.
A Rita entornou o gin para cima do João. “Só trouxe estas calças. Amanhã vou a cheirar a álcool”. “Não te preocupes que o gin não cheira mas se quiseres tirar as calças e tudo o que estiver molhado, eu lavo-as no wc e amanhã estás impecável”. Ele nem hesitou e tirou-as de imediato e disse-lhe “parece que vou ter de tirar mais alguma coisa” Enquanto se ria respondeu-lhe “não acredito que só tens esses boxers mas se quiseres tira-os também”. Claro que o ele o fez não demorando a que ela se aproximasse dele para melhor avaliar o seu margalho. Segundo ela ficaram no quarto cerca de duas horas com ele a comê-la. Tentei obter mais pormenores mas para além de como começou apenas me disse que foi nesse dia que perdeu a virgindade anal. Tentarei saber mais.
No dia seguinte vinham a Ana e o Rui para passar o fim de semana pelo que precisámos de ir às comprar. O supermercado está a cerca de 35 kms na cidade mais próxima.
A Rita vestiu uma saia de ganga, curta para a idade dela, mas quem sou eu para criticar, até porque isso me permitia apreciar a delicia de pernas da minha sogrinha, e um top, de licra (julgo eu) de alças e que mostrava os contornos dos seus mamilos pois não colocou qualquer soutien. Nunca a tinha visto assim mas ela era, nitidamente, uma provocadora.
Pensei que se ela gostava de provocar nada melhor de que aproveitar-me da situação. A Ana nunca o permitiria, achava eu, mas se a mãe dela se mostrava disponível. porque não?
Coloquei-lhe a mão no meio das pernas, enquanto conduzia, e ela não hesitou em as abrir dando-me acesso à sua coninha, ou melhor, à sua tanga. “Porque não tiras isso Rita?, ias ver que ias adorar andar sem nada por baixo dessa saia.” Rindo-se levantou o rabo e retirou a tanga que me deu. Para o fazer levantou a saia e quando se sentou deixou-a para cima. Via-se perfeitamente o seu tufo aparado e coloquei-lhe a mão, massajando-a. Inclinou um pouquinho o banco para trás e abriu um pouco mais as pernas. “És uma putinha deliciosa Rita.” “Eu sei Pedro, gostas de putinhas?” “Adoro, pena não estarmos na auto-estrada para te mostrar aos camionistas.” “Ui, que pervertido, queres mostrar-me aos outros? não me queres só para ti?” “não sei se consigo, sozinho, dar conta de ti sogrinha.”
Durante as compras escolhia quase sempre os produtos das prateleiras inferiores para me perguntar se achava que os devíamos de comprar. A minha tesão era enorme e nada me apetecia mais do que, ali mesmo no meio do corredor, levantar-lhe a mini-saia e enfiar-lhe o pau. Caminho de regresso novos momento de imensa tesão, desta vez com ela a massajar-se a ela própria pois eu devia de ir com atenção à estrada.
Já de regresso e enquanto nos dirigíamos do carro para casa levantei-lhe a saia expondo o rabo da Rita. Ela rebolou-se e perguntou-me se estava com desejo de a comer. Assim, mesmo, sem qualquer pudor. Quando lhe disse que estava aflito para ir à casa de banho e já vinha ter com ela, pediu-me se o podia segurar enquanto mijava (sempre tinha tido vontade de o fazer mas nunca tinha tido confiança com os seus amantes para o pedir). Ia responder o quê? Segurou-me no caralho com a mão toda e apontou para o centro da sanita. estava mesmo aflito e o jato foi imenso, nem todo para o local devido. “agora tens de sacudir” disse quando terminei e a resposta dela foi surpreendente. “Vou fazer-te melhor” Baixou-se e de imediato o enfiou-o na boca. Com ele na boca passou-lhe a língua enquanto gemia “hummm”. Fiquei duro de imediato. A Rita é uma gata assanhada totalmente no cio, pensei. Segurei-lhe na cabeça com ambas as mãos e enfiei-lhe a piroca na boca como se a estivesse a foder. Ela aceitou e engoliu o mais que pode. Retirei-o e mandei-a colocar a língua de fora aproveitando para lhe bater com o caralho na cara e na língua. Enfiei novamente enquanto a mandava mamar na piroca.
“chupa sogra, mama-o todo” O olhar que me fez mostrou que gostava do tratamento. Levantei-a e continuei a usar palavras que normalmente não usaria, muito menos com a mãe da minha mulher mas estava completamente fora de mim e com vontade de abusar dela. “Abre essa peida que agora vou enterrar-te o caralho todo no cu.” Ela com uma mão de cada lado abriu as nádegas para me dar acesso aquele buraco de prazer. Cuspi-lhe para o cu e com os dedos espalhei na entrada no buraco. Enfiei um, depois dois. “Gostas cadela?”
Gemeu e eu dei-lhe uma palmada na bochecha direita que a deixou com o rabo vermelho, depois outra no lado esquerdo e coloquei a cabeça na entrada do seu anus. “diz-me cadelinha, o que queres agora?” “Que me fodas o cu todo” foi o que me respondeu. Entrei sem grandes contemplações e causando-lhe alguma dor mas ela aguentou a investida e quando parei recuou enfiando-se no meu caralho. Voltei a bombar aquele cu enquanto lhe levantava o top e lhe deixava as tetas a balançar ao ritmo de cada investida. Pelo espelho via aquelas tetas a bailar o que me excitava ainda mais. “Hoje vou inundar-te o cu.”
Com ela já de joelhos na cama, e cabeça enfiada na almofada, continuei o assalto à sua peida quase sentado (sem banco) no seu cu. Quando lhe puxei os cabelos atingiu o orgasmo e gemeu alto. Apertei-lhe as tetas, chamando-a de vaca. Gemeu. Era uma PUTA esta mulher e o corno do meu sogro não sabia. Considerei-me o homem mais sortudo do mundo.
Agora quero que te sentes no meu caralho Rita, que o cavalgues enterrando-te toda nele. Antes de o fazer voltou a metê-lo na boca e cuspiu-lhe certamente para o lubrificar. Enfiou-se nele de costas para mim e saltou em cima do meu pau. Quando se debruçou para a frente dei-lhe uma palmada e ela entendeu que devia de fazer o oposto e deitou-se de costas em cima de mim. A posição não era fácil para continuar a foder-me mas ao mesmo tempo conseguia de alguma forma apertar-me o caralho dentro do rabo. A forma como o fazia não me permitiu aguentar mais tempo e vim-me, inundando-lhe o cu de esporra quente. Ela deitou-se a meu lado e eu fiquei a sonhar com as possibilidades futuras…

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