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Uma loucura

Uma loucura
Quero chupar-te toda!

Naquela noite, eu não pensei e marquei um encontro com ele mesmo sabendo que era um homem casado. Tinha demasiada vontade e necessidade de estar com ele, junto dele.

Durante um ano trocámos mensagens apenas transmitindo o desejo carnal que sentíamos um pelo o outro. Não haviam conversas pessoais apenas carnais. Não sabia a sua idade, mas pelas suas fotografias nas redes sociais era uma pessoa com algum estatuto na sociedade, casado e com um filho com apenas meses quando começamos a trocar mensagens.

Os dias transformaram-se em semanas, as semanas em meses até que se transformou num ano. Um ano em que foram trocados inúmeros vídeos sem áudio e algumas fotografias provocantes.

Questionei-o sobre a sua relação e ele prontamente me respondeu que só tem tido a companhia da sua mão durante os dias e as noites e planear algo com a sua mulher é impensável. Não a suporta, diz-me. Mas no fundo eu não queria estar metida ali no meio mesmo que ele fosse tudo o que eu queria. Estava tão atraída por ele, mas tendo sempre consciência que iria arruinar um lar ou então iria ser a aventura perfeita.

Passaram-se mais uns meses até finalmente falarmos de trabalho em vez dos usuais vídeos que me deixavam sempre a ferver. E depois mais algum tempo até que por fim recebo um áudio. Ouvi-o como nunca o tinha ouvido antes, pois ele por vezes aparecia em reportagens na televisão.

Recebi um áudio ofegante. Estava a masturbar-se e queria que eu o ouvisse. Queria que aquela noite fosse diferente. Estremeci ao ouvir o áudio. O meu corpo começou a aquecer e a minha cona a humedecer.

Após alguns áudios trocados entre ambos e como estávamos a ter falhas devido a um problema na aplicação que estávamos a usar ele envia-me o seu número de telefone.

– “Liga-me. Não precisamos falar. Só de ouvir.”

O meu corpo arrepiou ao ler aquela mensagem. Será que ele teria endoidecido?

– “Sonho todos os dias com o meio das tuas pernas. Quero chupar-te toda.”

O meu corpo entra em ebulição. Tenho que lhe ligar. Aqueles áudios. Ouvir a sua voz sussurrar o quanto duro está e como está sensível ao meu ouvido, causou-me mais arrepios. Tinha que lhe ligar.

– Hey! – digo-lhe quando me atende.
– Pequenina… estou tão ansioso…
– Diz-me querido, como estás. – respondo-lhe num tom meloso.
– Está tão duro… Queria tanto o meio das tuas pernas. – diz entre respirações fundas.

A conversa não se prolonga por muito tempo, eu não aguento ter a sua respiração ao meu ouvido e apenas me contentar com o meu dildo e com o meu toque. Quero-o mais do que nunca.

Aquele telefonema deixa-me de tal modo que lhe digo sem pensar:

– Vem ter comigo, Artur. – digo ofegante enquanto continuo a tocar-me.
– E que justificação dou à minha mulher para sair agora a esta hora da noite, Sofia? – diz num tom sério.
– Um amigo teve um furo no pneu?! – digo em tom de gozo.
– Deixa-te de parvoíces.
– Então, quando é que posso finalmente ter-te?
– Um dia… Um dia…

Aquele foi o primeiro telefonema de muitos, mas até o conseguir ter nos meus braços foram precisos passar mais uns bons tempos.

Durante esse longo tempo de espera foram vários os arranjinhos que os meus familiares e amigos me arranjavam, mas eu tinha sempre uma desculpa para me esquivar a tais encontros. Antes dos ditos encontros os tipos passavam por uma longa inspecção nas redes sociais, mas eu não conseguia tirar o Artur da minha mente. A sua respiração atormentava a minha mente e os seus vídeos eróticos não ajudavam na questão.

Passaram-se mais algumas semanas até eu descobrir finalmente a sua idade. Tinhamos uma diferença de onze anos, mas isso não me apavorava. Eu queria-o sentir. Sentir aquele seu pénis grosso e comprido na minha boca. Queria que ele se viesse na minha boca como tantas vezes me tinha dito que iria fazer. Queria que ele me amarrasse e vendasse. Queria que todas aquelas histórias trocadas entre nós se tornassem realidade.

Passou-se uma semana depois de eu descobrir a sua idade até que ele toma a iniciativa e me liga a meio da tarde.

– Princesa, vem ter comigo à localização que te vou enviar pela App.
– Mas a que horas? – respondo sem esperas.
– A minha mulher foi para um congresso e a minha mãe vai buscar o reguila à escola. Aproveitei e disse-lhe para passar o fim-de-semana com ele, por isso quando estás livre?
– Diz-me tu quando estou livre. – respondo-lhe atrevidamente.
– Espero-te no sítio que te indiquei por volta das 19 horas. Pode ser?
– Claro. Lá estarei.

Desligámos sem demoras e fiquei com um nó no estômago.

– “Duas noites com ele, assim? Um presente do universo! Obrigada, não vou deixar que isto seja em vão”, pensei.

As horas seguinte foram uma tortura. Olhava de cinco em cinco minutos para o relógio. A ansiedade estava a dar cabo de mim.

Chega a hora de fim de turno no meu trabalho e eu voei até casa para trocar de roupa e levar uma roupa extra para o dia seguinte, pois não sabia quais seriam os seus planos para aquelas duas noites.

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Depois de trocar de trapinhos e arrumar umas roupitas para levar esperei ainda mais uma hora e meia. Despachei-me demasiado cedo.

– “Bem, talvez dê para um banho rápido”, pensei.

Mas muito rápido a ideia mudou para “Um copo de vinho para me tranquilizar antes de me encontrar com ele, é mesmo isso”.

Esperei… até ao final do copo para me dirigir para a localização que ele me tinha enviado. Não conseguia esperar mais e por isso coloquei-me a caminho, mesmo sabendo que só iria demorar perto de vinte mintos de caminho até àquele destino.

Ao chegar ao local deparo-me com uma bruta de uma mansão.

– “Onde te vieste meter, Sofia Maria?!”, questionei-me aparvalhadamente.

Olho para o relógio e ainda faltam quinze minutos para a hora marcada. Estou demasiado nervosa para pensar se espero pela hora marcada ou, se simplesmente, avanço para a campaínha do portão que dá acesso à casa. Não demoro a decidir-me, até que toco à campainha. Ninguém fala no intercomunicador, mas mesmo assim os portões começam a abrir-se perante os meus olhos.

Até chegar à porta da sua casa atravessei o extenso trajeto com umas palmeiras altíssimas e dispostas ao longo do caminho. Que visão arrebatadora. Não estou habituada a tais espaços.

Após subir uma escadaria que me parecia infinita consigo finalmente chegar à porta de entrada daquela enorme mansão.

Fico petrificada a olhar à minha volta, para todo aquele encanto quando de repente abrem a porta e me agarram pela cintura. Não tenho tempo de reagir. Ele pegou-me pela cintura e beijou-me que nem um destemido. Estava tão sedento quanto eu.

– Vieste mais cedo princesa. – diz-me quando finalmente me larga.
– Não conseguia esperar mais Artur.

Não o quero deixar escapar, por isso agarro-me aos seus cabelos e empurro-o até cairmos sobre um sofá.

– Tenha calma. – diz-me depois de me afastar de si – Venha comigo.

Estou parva. Estou sedenta por ele e este quer mostrar-me os cantos à casa? Por favor…

Agarrou-me na mão e levou-me até à sua cozinha, com umas enormes janelas que davam para uma esplêndida vista para o seu jardim e para a piscina.
Preparou um copo com um vinho tinto, porém eu nunca tinha visto aquele rótulo.

– Que vinho é este? – pergunto-lhe intrigada.
– É francês. Trouxe da minha última viagem. Agrada-te?
– Tão suave… – começo a caminhar para perto dele – Como a tua pele imagino – termino ao apertar-lhe o braço musculado, olhando fervosamente para ele.

Ele não pensou. Colocou-me ao nível da sua cintura e coloca-me em cima do centro da cozinha. Aquela bendita bancada!
Deitou-me sobre ela enquanto me subia a saia do vestido e descia, depois, lentamente a minha tanga.

– Alguém está com fome… – diz enquanto olha para a minha tanga meio ensopada.

Foca-se nos meus olhos e depois na minha tanga. Morde-a e depois coloca no bolso das suas calças. Estou a ficar cada vez mais descontrolada.

Coloca-se entre as minhas pernas e fez tudo. Tudo o que me tinha dito que sonhou e que desejava fazer no meio das minhas pernas. Foi um oral como nunca tinha recebido. Tão dedicado, tão delicioso.

Fez-me um oral tão zeloso, usando os seus dedos e língua ao mesmo tempo, que não me consegui conter e acabei por ter uma ejaculação feminina. Ele engoliu o meu néctar todo. Estava tão quente com aquela visão que me levantei do balcão, puxei a sua cara até à minha e lambi os seus lábios e o seu queixo. Queria sentir o meu próprio sabor sobre a sua pele.

Eu queria dar-lhe tanto prazer quanto ele me tinha acabado de fazer, contudo, ele coloca-me sobre o seu ombro e carrega-me até ao seu quarto.

Ao longo dos muitos corredores fui-me debatendo para me libertar dele, mas em vão. Sempre que o fazia recebia uma palmada no rabiosque.

– Esteja sossegadinha…

Finalmente, chegámos ao seu quarto. Atira-me sem pensar sobre a sua cama. Uma cama tão suave e fofa. Nem no hotel mais caro me tinha sentido assim. Tão confortável. Tecidos tão suaves. Mas a minha mente não teve assim tanto tempo para analisar as sensações que aqueles tecidos me estavam a proporcionar ao longo do corpo, pois a sua mão sobre a minha pele era demasiado desenfreante.
Retirou-me o vestido e o sutiã, mas deixou ficar as minhas meias de liga. Vendou-me e amarrou-me as mãos.

Sinto a sua respiração pesada sobre o meu pescoço e depois sobre os meus lábios. Elevo o meu corpo para ter um contacto com a sua pele mas sem sucesso.
Por momentos penso que me deixou sozinha no quarto mas oiço-o movimentar-se de um lado para o outro no quarto. Primeiro uma música clássica a soar pelo quarto. Respiro fundo. Depois começo a sentir algo sobre a minha pele.

– O que é isso que sinto? – pergunto-lhe enquanto me encolho com um pouco de receio.
– Nunca tinhas sentido?

Ao terminar a sua questão dá-me uma pancada seca sobre o meu mamilo.

– Au! O que está a fazer?
– Gostas de sentir o couro sobre a tua pele? – pergunta-me.

Respiro fundo. Estou a ficar enlouquecida com o remoinho de sensações que sinto. Ele está a despertar algo em mim que nunca pensei existir.

– Gostas? – pergunta-me novamente.
– Sim. – digo em tom fraco.
– Repete, por favor – diz-me com os seus lábios colodos aos meus.
– Por favor, mais. Quero mais.
– Tem calma pequenina, ainda agora a noite começou.

A sexta-feira foi uma noite desvairada. Senti-lo pela primeira vez dentro de mim foi deliciosamente violento.

Acordei no sábado de manhã sozinha na cama. Não me visto e vou ao seu encontro na cozinha. Vejo-o pela janela. Está sentado na mesa do jardim a tomar o pequeno almoço e está a ler o jornal.

Corro para ele. Não me importo que esteja a ler o jornal. Salto-lhe para o colo, dou-lhe um beijo apaixonado e depois calmamente ao abrir os olhos e de me fixar naquelas esmeraldas digo-lhe:

– Bom dia jeitoso.

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A sexta à noite tinha sido demaisado louca para os meus frágeis vinte e nove anos. Mas consegui resistir àquela noite prazerosa, como nunca tinha tido antes. Aquele homem era demasiado dedicado em sentir todas as sensações, tanto visuais como táteis. Ele gostava de dar prazer à mulher, menosprezando o seu próprio prazer.

Ao longo do sábado foi um perfeito dia de dois adolescentes enamorados.
Depois de lhe desejar os bons dias ele pegou-me ao colo e atirou-me para dentro da piscina.

– Nem penses Artur! – grito-lhe em vão, pois é tarde demais.

Depois daquele mergulho surpresa saio de água e empurro-o.

– Pensavas que me ficava? – digo-lhe enquanto o vejo surgir ao de cima.

Ele pega-me na perna e tenta atirar-me para dentro de água. Salto por cima dele. Ele vem ao meu encontro.

Eu estando como tinha vindo ao mundo, sentia-me livre, porém ele ainda estava com aquela roupas encharcadas. Comecei a retirá-las dentro de água. Entretanto entrelacei as minhas pernas à volta da sua cintura enquanto lhe beijava o pescoço e depois me dediquei ao seu lóbulo da orelha. Ele começa a ofegar. A sua respiração tira-me do sério.

Ainda estando agarrada à cintura do Artur, este começa a sair de dentro da piscina e encaminha-se para uma cama, que tem junto da piscina.

Fizemos um sexo tão duro e árduo que até os cavalos que ele tinha na cavalariça começaram a relinchar e os pássaros, que por ali se encontravam nas suas árvores, começaram a piar com mais ânimo. Os meus gemidos ecoavam ao longo daqueles hectares. Foi tão libertador. Senti-me viva com ele, no meio dos seus braços. Tão dedicado nos meus mamilos enquanto me penetra sem cessar. Ele demorava tanto a ejacular.

– Gosto de saborear o momento. E também… tens pressa para ir a algum lado? – justificou-se a meio da tarde.

Eu não tive qualquer reacção. Fiquei perplexa ao ouvir tal justificação. Só quis agarrá-lo novamente no meio das minhas pernas.

Fizemos uma maratona ao longo da sua grandiosa mansão, não nos esquecemos de nenhum recanto. Mas a piscina tinha-me deixado com um bichinho.
Deliciámo-nos ao longo do dia com o corpo um do outro até que ele me diz:

– Vamos até lá fora. Quero mostrar-te uma coisa.
– O quê?
– Já vais ver sua curiosa.

Deitamo-nos na cama junto da piscina. Junto da cama, na mesa ele tinha colocado uma garrafa de champanhe e umas quantas frutas para comermos enquanto viamos o pôr do sol. Foi magnífico. Se ele me queria deixar apaixonada, estava quase a conseguir.

Depois de vermos o sol deitar-se para surgir apenas no dia seguinte, eu comecei a entrar calmamente na piscina. Ele tinha ido dentro de casa para ligar o aquecimento da piscina e as luzes. Aquela imagem não me sai da memória, iria morrer com ela na minha mente.

O Artur entrou dentro de água e veio ao meu encontro. Coloco-me nos seus braços e fez-me dele. Serviu-se do meu corpo como eu do dele. Poderia ser um quarentão, mas este… era um quarentão que eu queria. Metia qualquer homem ou miúdo a um canto. Finalmente lhe consegui colocar a mão em cima.

Todos os nossos desejos mais obscuros foram realizados naquelas duas noites, porém domingo de manhã… Acordámos nos braços um do outro, junto da piscina, mas acordámos com o telefone de casa a tocar. Ele ressalta e afasta-me muito rápido de mim. Fico sem saber dele durante algum tempo até que surge novamente perto de mim.

– Que se passa, cara linda? – digo-lhe enquanto me espreguiço ao longo daquela cama confortável, com os cabelos todos entrelaçados sobre a minha face.
– Tens que ir. Despacha-te. Houve um imprevisto.
– Mas o que se passa Artur? – digo assustada.
– Dentro de meia hora a minha mulher chegará a casa.
– Mas ela não vinha só no final do dia???
– Diz que sentiu a minha falta e que preferiu vir já do que esperar mais. Desculpa, Sofia.

Já sabia que isto poderia acontecer. Fiquei surpresa mas pouco depois caiu-me a ficha. Não tenho que sentir nada, pior ficaria a mulher dele se soubesse.

Despachei-me e não deixei qualquer marca da minha passagem por aquela mansão saída de um filme do Tarantino.

Dei-lhe um beijo na face e desci aquela enorme escadaria até entrar no meu carro e me deslocar até casa. Passaram-se horas, depois as horas transformaram-se em dias, consequentemente em semanas, e sem uma única palavra dele.

Passaram dois meses, até o ouvir novamente, mas desta vez numa entrevista e não no meu telefone junto do meu ouvido, a falar-me de forma ofegante. Era o programa Flash!, e ele tinha acabado de dar a notícia de que seria pai novamente.
Alexa

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