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Verão de 1992

Anal

Verão de 1992
Férias de Verão de 1992, quase a completar os meus 15 anos e depois de um ano lectivo onde perdi a vergindade com o Germano e o Francisco (ver a história “O INÍCIO”), rumo ao Algarve com os meus tios e primo, os meus tios tem uma casa na zona de Benagil, e vão de férias todos os anos para lá, o meu primo e eu fomos criados quase juntos, ele é um pouco mais velho, tinha acabado de fazer os 16 anos, mais alto e mais encorpado, moreno de cabelo castanho escuro, um bom pedaço de primo, nunca até aquele ano me tinha passado pela cabeça envolver-me com ele, mas como os últimos meses do ano lectivo tive muita actividade “anal” e “bocal” comecei a olhar para o meu primo de outra maneira, o problema era se ele queria ou não! Comecei então a pensar como faria, há mais de 2 semanas que não fazia um broxe e nem levava no cu e já estava a precisar de pixota.

A praia ficava a 300 metros de casa, os meus tios todos os dias iam cedo às compras para o almoço, quando chegavam iam logo para a praia, eu e o meu primo ficávamos a dormir até tarde, por vezes íamos de manhã à praia, mas era ao fim da tarde que gostávamos mais da praia, e foi no segundo dia de férias que comecei a fazer a abordagem.

Fomos os 2 para a praia, já deviam de ser umas 17 horas, demos uns mergulhos como do costume e não pude deixar de reparar no enxumaço por debaixo do calção de banho, já mais perto das 18 300, quando grande parte do pessoal começa a ir embora, disse ao meu primo para irmos dar uma volta às grutas, como sabem aquelas praias são famosas pelas suas grutas, hoje em dia até há passeios de barco para as ver, naquela altura e aquela hora ninguém, ou muito pouca gente ia para lá, o sítio ideal para me fazer a ele, lá fomos os 2 para as grutas, há lá uma gruta em particular que só dá para ir de barco ou a nado, como a maré estava a baixar era fácil ir a nado, 5 minutos a nadar e lá estávamos nós sozinhos numa maravilhosa gruta, deitamo-nos na areia a descansar quando eu digo que ali até podíamos fazer nudismo, o meu primo respondeu que sim e eu sem esperar tirei o meu calção de banho e corri para mergulhar todo nu, fiquei a olhar para o meu primo e disse para vir também, ele baixou o calção e….. FODA-SE! já estava com o caralho meio entesado, e que belo caralho tem o meu primo, cerca de 18 cm, grosso o quanto baste, a cabeça redondinha e rosada, todo uniforme da ponta até aos tomates, veias salientes, o que é que um panasca como eu pode querer mais? Só mais meia dúzia de caralhos iguais! continuando, ele veio tb dar um mergulho, mergulhamos os 2 e nadamos todos nus até que saímos de água, eu olhei para o caralho meio entesado do meu primo e disse-lhe que era grande e bonito, ele sorriu e disse que era maior que o meu, então aproveitei e pedi se podia pegar nele para ver se era mesmo maior (via-se bem que era) e ele meio espantado disse que podia, eu já de caralho bem teso, ele também, agarrei nele e comecei a bater uma leve punheta, entretanto fomos para um recanto da gruta onde podíamos ver quem chegasse sem nos verem, estava então a bater uma leve punheta ao meu primo e perguntei se queria que eu parasse, ele diz que não, que estava bom assim, foi o que quis ouvir dele, depressa me ajoelhei e meti aquele caralho delicioso na boca, hummm! Estava temperado com o sal do mar, estava salgadinho, o meu primo nem queria acreditar que o primo lhe estava a fazer um broxe, mamei e punhetei aquele caralho com gosto, de tal maneira que em pouco tempo o meu primo se esporrou todo na minha boca, estava tão concentrado a mamar que nem dei conta que ele estava quase a gozar, assustei-me de inicio, pois foi a primeira vez que senti o gosto da esporra, o Francisco e o Germano sempre se esporraram no meu cu, mas quando o meu primo se esporrou na minha boca eu primeiro fugi com a boca, mas o sabor era bom e depressa continuei a mamar naquele caralho até lhe tirar a esporra toda, foi mesmo muito bom, eu continuava teso e o meu primo disse logo que não me fazia o mesmo, eu sorri e disse que também não queria, só queria o caralho dele e acabei por me vir a bater à punheta enquanto mamava nele.

Entretanto fazia-se tarde e tínhamos de voltar, mas o mais difícil estava feito, só faltava ser fodido pelo meu primo.

À noite jantamos e fomos dar uma volta a Portimão, quando chegamos perto da 1 da manhã fomos dormir, os meus tios dormiam num quarto ao lado do nosso, nós os dois dormiamos num quarto de 2 camas separadas, ainda fui ter com o meu primo mas ele disse que os pais estavam ali e podiam entrar, eu aceitei e fui para a cama, mas já com uma ideia na cabeça.

Como sabia que os meus tios se levantavam cedo para fazer compras, eu de manhã (nem dormi bem nessa noite) esperei que eles saíssem, demoravam sempre entre 1 hora a hora e meia, assim que sairam fui direito ao meu primo que ainda dormia só de cuecas, olhei e estava com aquela tesão matinal, a chamada tesão do mijo, devagar tirei o caralho dele entesado para fora da cueca e comecei a fazer um broxe delicioso, foi assim que acordei o meu primo, a mamar no caralho dele, ele assustado tentou afastar-me, mas eu disse que os pais já tinham saído e que estávamos à vontade, aí ele relaxou e disse em voz autoritária, então chupa-me o caralho como ontem, e eu obedeci e chupei aquele caralho até ele se esporrar todo outra vez na minha boca, desta vez já estava preparado e aproveitei o leitinho todo, continuei a chupar e limpei o caralho dele todo com a língua, fui aproveitando a esporra que tinha na boca e com os dedos fui lubrificando o buraco do meu cu, fui enfiando os dedos no cu a preparar o que se adivinhava.

Ele levantou-se e foi à casa de banho, continuei a besuntar e a enfiar os dedos no cu, estava desejoso de levar com aquele caralho todo no cu quando entrou no quarto eu coloquei-me de 4, apoiei a cabeça na almofada, empinei o cu e com as mãos abri ao máximo e com um ar de puta disse para o meu primo:

– Queres comer o cu do priminho? Adorava que espetasses esse caralho todo até aos colhões! Ele ao ver o meu cu todo escancarado disse logo que sim e eu sentei-me à borda da cama e chamei-o:

– Anda, deixa mamar esse caralho até ele ficar bem duro para mo enterrares todo no cu.

Ele aproximou-se é comecei a mamar o caralho dele, chupei, mamei, lambi e em poucos minutos ficou novamente rijo como ferro, então quando vi que estava pronto deixei-me cair para trás, deitado de costas abri as pernas e com as mãos afastei as nádegas de maneira a deixar o caminho livre para aquele caralho rijo e grosso e disse:

– Anda primo, espeta esse caralho todo no meu cu, FODE o paneleiro do teu primo, usa e abusa do meu cu…

Ele apontou a cabeça ao meu buraco e começou a empurrar aquela verga rija, senti cada milímetro a rasgar as minhas entranhas, gemia de prazer, pedia para ir tirando e pondo devagar até me abituar à grossura (era até à altura o mais grosso que tinha no cu), ele foi fodendo devagar e rapidamente estava com o caralho do primo todo enterrado até aos colhões, foi quando olhei para a cara dele e pensei como era bom estar a levar no cu e a olhar olhos nos olhos do macho que nos está a foder, estava a delirar, gemia que nem uma puta a cada estocada que levava, pedia ao meu primo para não parar, para me foder com força, e ele fodia, perdeu a vergonha e dizia enquanto fodia:

– Gostas de levar no cu primo? Gostas paneleiro do caralho? Vou-te foder essa peida toda até à rebentar sua puta! Geme paneleiro, geme enquanto eu te fodo.

Fodemos assim uns 10 minutos, depois pedi para se deitar e fui por cima e sentei-me naquele caralho até o fazer desaparecer, cavalguei muito, parecia uma cadeia com o cio, só queria ter aquele pau dentro de mim, já me doíam as pernas e voltamos a trocar de posição, coloquei-me de 4 e pedi:

– FODE-ME por trás, anda, enterra todo até ao fundo. O meu primo correspondeu e enfiou aquela tora toda de uma só vez até aos colhões, o que me fez berrar de tesão e prazer, fodeu-me durante mais um bom bocado até que disse que se ia esporrar, eu pedi para me deixar deitar de costas, queria que ele se esporra-se dentro de mim a olhar para os olhos dele, deitei-me, abri as pernas e deixei que ele entrasse todo, fodeu outra vez com força, toquei me para me vir também, foi instantâneo, depois de me vir senti aquele caralho a inchar dentro do meu cu é a despejar todo aquele leite na minha peida, estava deliciado, sentia-me o maior paneleiro ao cimo da terra, tinha o cu todo fodido, estava realizado, mas queria mais, só que os meus tios deviam de estar quase a chegar, paramos por ali.

Nesse dia e ao fim da tarde lá fomos os dois para a praia, na praia estávamos os 2 na água e o meu primo vira-se para mim e diz:

– Vamos à gruta? Quero-te ir ao cu na gruta. Quero que me faças um granda broxe para te foder a seguir. E assim foi, fomos para a gruta, tivemos de esperar um pouco porque estava lá umas pessoas, depois de saírem e estarmos sozinhos mandei-me de boca aberta aquele caralho e…… Mamei, levei no cu, foi de rebentar, Fodemos muito.

Até ao final das férias foi assim, todas as manhãs acordava o meu primo com um broxe (houve uma manhã que ele acordou primeiro e quando abri os olhos tinha o caralho dele na boca) e tomava o leitinho da manhã, a seguir fodia-me, à tarde quando dava ia levar no cu para a gruta, o meu primo já dizia que era o panasca dele.

Vejo o meu primo às vezes, ele casou e tem filhos, mas sempre que podemos recordamos aquelas férias que passamos, e não só, continuo a foder com ele quando pudemos…..

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