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Febril

Febril
Sou Frederico, todos me chamam de Fred. hoje tenho 42 anos sou solteiro passivo, mas discreto e sempre me lembro de minhas aventuras em uma cidade do interior , experiência vividas de 18 a 22 anos.
Vou relatar a primeira experiência com meu pai.

Morávamos em uma casa confortável, grande e que possuia um grande terreno onde todos se reuniam os domingos. Nesse terreno havia um pé de jaca e se localizava bem perto da porta da cozinha.

Meu pai era um homem rústico, moreno, bem dotado e falador de putaria como ninguém.

Em uma noite, estava meu pai, só de bermuda debaixo do tal pé de jaca lixando um toco de madeira para consertar alguma coisa, que não me lembro mais.

Sentei bem em frente a ele e quando acabei de sentar percebi que seus ovos estavam pra fora da bermuda, no mesmo instante senti uma sensação que nunca havia sentido antes .Tesão no meu pai.

Ao perceber tal sensação, senti um misto de culpa com tesão inexplicável, porém não consegui me levantar e nem de parar de olhar aqueles bagões lotados de porra.

Comecei a conversar com ele

_ nossa pai as jacas estão crescendo

– se essas jacas não vingarem vou cortar esse pé

– como são essas jacas por dentro

– cheias de grãos, como bagos de homem e bem meladas como bucetas de mulheres

– pai, posso contar uma coisa

– ainda sou virgem, não vou conseguir entender como são as jacas direito, pois ate hoje só vi os meus testículos e xaninha nunca vi

– meu filho, posso conversar a esse respeito com você, mas tem que me prometer não contar a ninguém, principalmente à sua mãe, promete

– ohh paizão, claro, pode confiar em mim

-filhão você precisa começar a meter, sou o maior fudedor de todos e não perdôo nem bicha. Tem buraco e deu mole,tô metendo.

Nesse momento comecei a me contorcer, tentando esconder minha jeba, duraça e senti meu cú piscando e latejando sem parar

Quando olhei pra ele lixando o toco, percebi que ele também tava muito excitado, e resolvi que iria cair de boca naquela rola naquele dia, custasse o que custasse.

Esqueci de dizer, que naquela época minha mãe estava gravida de 7 meses e estava viajando pra casa de sua madrasta em outra cidade do interior e continuei minha investida

– pai, o senhor já comeu cuzinho de homem

– claro que já, semana passada mesmo, enrabei o Mario, quando veio entregar a compra, sempre me deu mole, mas desta vez não escapou. Sua mãe ta gravida e cheia de frescura, preciso me esvaziar.

– pai como faço pra conseguir minha primeira transa, o senhor me ensina?

– olha menino, não posso porque tô na seca e como qualquer um , se vc der mole de jeito que estou nem vc me escapa

Fiquei em brasas, meu anelzinho, parecia uma bucetinha insaciável querendo macho. Percebi também que seria mais fácil do que pensava e resolvi levantar de costas pra ele, dando uma coçadinha na bunda, coçadinha não, enfia o dedo com muita fora e falei

– espera pai, to com uma coceira danada na bunda, vou no banheiro dar uma coçada e já volto

– êiiiita menino, olha como vc me deixou ( naquele momento tirou a jebona pra fora e quase morri de susto ERA A JEBONA.

– nossa pai que pirocona, infelizmente preciso coçar meu cu e passar uma pomada para ver se para de coçar, depois vou dormir. Boa noite.

Acabei aquele diálogo, com certeza que assim que eu deitasse ele iria ao meu quarto. Fui ao banheiro bati uma, pois meu tesão era tão grande que se ele me encostasse eu gozaria.

Fechei aporta do meu quarto e ouvi meu pai fechando a casa toda.

Deitei pelado e com a bunda virada pra cima, e passado mais ou menos uma hora e meia, já estava quase dormindo, escutei aporta do quarto abrindo

– filho resolvi te mostrar como fuder um cu, mas vou mostrar fazendo, e sei que é isso que você quer .

– pai, senti desejo por você hoje, e fiquei com o cú coçando. Quero aprender, mas quero que o senhor fale tudo que esta fazendo, pois assim aprendo melhor.

_ ta bom , filhão, então coça o cuzinho pro papai ver, coça

Abri bem o tobinha e comecei a coçar e a falar

– ai papai ta coçando, ta coçando, preciso de um supositório humano, pra ver se passa de coçar

– tenho um bem grande cheio de remedinho, filhão, abre as preguinhas , que papai vai introduzir e já aviso filhão é preciso introduzir de uma só vez para você sentir a dor de uma vez e com certeza depois o filhinho acostuma, ok

– pode introduzir papai, eu aguento

– ok, toma

– AAAAAAAAAAAAAAAiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, nossa tira, tira, tira,

– não posso se tirar depois vc não vai deixar socar de novo, vou ficar quietinho até vc acostumar, ok

E não é que ele tinha razão

– aos poucos a dor foi passado e comecei a empurrar meu cuzinho/buceta no seu caralhão e a pedir mais

Papai ao ouvir meu desejo, não se fez de rogado e atolou até os bagos

– hoje, filhão não vou aguentar meter muito to cheio de porra e to quase….

– se vc prometer me comer mais amanhã e me ensinar direitinho, pode jogar o leitinho agora

– prometo, e lá vai , toooooooma porra viadinho do papai, toooooooooooooooma

Meu pai me algou de porra e esperou ate que eu batendo a maior punheta da minha vida gozasse

Acabamos, meu pai me disse.

– vou dormir aqui até juntar mais leitinho e quando acordar você vai aprender direitinho

E assim aconteceu……….
Assim que acordamos naquela manhã, percebi que papai já estava com os bagos lotados de leitinho novamente e querendo mais cuzinho de filhinho safado.
Percebi também que estava lotado de gala no cú, pois não a tinha expelido no dia anterior antes de dormir.

Isso me deixou com mais tesão. Fiquei de quatro na cama, virei o rabo pro meu pai, dei uma enfiada de dedo no rego e quando retirei, vi que o dedo saiu molhadaço de porra velha. Que delícia! Chupei o dedo, olhei para papai que assistia a tudo inebriado de tesão, e disse:
– papai, meu tobinha, está coçando de novo. Só melhora com seu remedinho. Por acaso, tem mais supositório, para enfiar no meu anelzinho?

– Claro que tem, viadinho do papai. Quer agora ou prefere cagar a gala que o papai expeliu ontem nesse cuzão, primeiro. Caga ela pro papai ver, caga. Papai vai adorar enfiar o supositório nesse rabinho, quando ele estiver todo limpinho, sem gala velha. Faz mais efeito, sabia ?

– Nossa papai, quer ver meu cuzinho, expelir sua gala? Que tesão que me deu papai. Vamos lá no banheiro?

– Não filhinho, agacha aqui em cima da cama, abre esse rabo arregaçado e deixa o leitinho descer. Papai, vai sentar aqui no chão, ficar olhando o leitinho sair e bater uma bronha pra você. Agacha ai vai, depois lavamos o lençol. Sua mãe não volta hoje.

Claro que obedeci.

Subi na cama, fiquei de cócoras , abri bem a olhota do cú e deixei a gala descer. Como saiu gala! Que delícia expelir aquela porra de meu pai com ele olhando e quase babando de tesão.

Assim que todo o líquido saiu, fiquei de quatro na cama e pedi rola.

– papai, ficava olhando tudo, enlouquecido de prazer, e disse:

– estou preparando o supositório. Enquanto isso, abr este toba cabeludo, com as mãos pra eu ver a gala que ficou agarrada nos cabelos do seu cú, abre.

Abaixei a cabeça, encostando-a no colçhão, abri as maças da bunda com as mãos , pisquei bastante o anel, meti o dedo, tirei e pedi rola novamente.

Dessa vez, a vara entrou com tudo.

Quando percebi, estava engatado no cacete do meu pai, que estocava sem dó meu rabão

– nossa filhinho, rebola esse rabo molhado de porra, rebola. Que delicia, meu caralho tá deslizando lá dentro, minha putinha vadia.

– rebolava, tirava o pau do meu cú e enfiava de novo, rebolava mai virei o rosto pra trás, olhe pro rosto do coroa ( ele estava tão excitado e encaixado em meu rabo, que sua língua estava toda de fora) e perguntei:

– Está gostando desse toba, sujo de gala velha, papai?

– Nossa, filhão tá demais. Sempre pedi pra sua mãe expelir gala pra mim mas ela sempre recusou. Rebola mais , filhinho viadinho do papai.

Ouvindo aquelas palavras, meu tesão, foi a mil e a única coisa que queria era varada de papai no cú.

Olhei novamente pra ele e pedi pra sentar em sua mandioca.

Papai sentou, elevou a naba toda ensebada daquele resto de gala que havia sido esguichada em meu cú no dia anterior, virei de costas, sentei, atolei o cú na tora toda, até o talo, levantei um pouco e fui enfiando e tirando, enfiando e tirando bem devagar, Enquanto subia e descia naquela trolha lubruficada, lascava putaria em seu ouvido.

Papai pegou meu rosto, virou pra ele, enfiou a língua em minha boca, sugou meu cuspi, esfregou baba na minha cara toda e esporrou igual a um touro.

Enquanto meu cú era novamente preenchido pela gala paterna, dei uma esporrada que esguichou sêmem longe.

Desaparafusei meu rabo do supositório de meu pai, fomos tomar banho e enquanto tomávamos banho, percebi que meu pai queria mais.A vara dele continuava duraça.

Sendo assim, não me fiz de rogado e terminei o serviço.

– Papai, meu cuzinho tá começando com aquela coceirinha de novo. Queria que o senhor introduzisse outro supositório, tem jeito?

Papai quer ser introduzido em pé. Gosto tanto de dar em pé.

– O filhinho está com o rabinho coçando de novo, tá?. Quer o supositório enfiado no cúzinho em pé, viadinho. Vou introduzir, lá vai.

– Ai, ai, ai, papai, tá muito bom. Introduz bem no fundinho, introduz,

– Quer no fundo putinho do pai. Vou atolar, abre o rabinho de novo com a s mãos, abre.

Abri o rabo, embaixo do chuveiro, olhei no espelho e vi meu pai engatado no meu buraco igual cachorro, quando se engata em cadela. Delirei de prazer. Esfreguei a cú na tora do velho, pedi rola, rebolei, mais e mais.

– Puto, tá me matando de tesão. Esse cuzinho que eu fiz é muito guloso. Toma vara, baitola. Toma.

Ficamos engatados por um bom tempo, até que várias bombadas depois, gozamos mais uma vez, acabamos o banho, tomamos café e decidimos juntos que manteríamos segredo do ocorrido, bem como não sofreríamos por aquela experiência deliciosa.

Durante um tempo, toda vez que tinha coceirinha anal, meu pai me curava introduzindo seu supositório.
Passados alguns dias daquela foda deliciosa com meu paizão, tive um mal estar e fiquei com muita febre.
Um dia antes de ficar mal, tinha tomado uma chuva na rua e estava sem guarda-chuvas.

Em cidades do interior ( morava na Cidade de X, como relatado anteriormente), geralmente antes de irmos ao médico, sempre procurávamos o farmaceutico de confiança da família.

Me sentindo muito indisposto com minha febre e sozinho em casa, fui procurar o farmaceutico Toninho.

Cheguei na farmácia, contei minha enfermidade e Toninho logo, logo mediu minha temperatura com um termômetro.

– Frederico, sua temperatura corporal está em 39 º. Aconselho-o a tomar uma benzetacil.

– Poxa Toninho, não quero tomar injeção. Por acaso você não tem outro remédio para me indicar?

– Ter eu tenho. Supositórios. O remédio demora mais a fazer efeito. E não é via oral, é via anal. Você precisará enfiá-lo dentro de sua bunda, se quiser levá-lo.

– Poxa Toninho, está pensando que um garoto com 19 anos, não sabe o que significa anal?

– Desculpe-me Frederico. Esqueci que você é um rapaz esperto, mas é que a maioria que vem aqui, acaba tomando o supositório e depois liga aqui para farmácia, me esculachando.

– Me dê logo este supositório, que assim que eu chegar em casa, vou introduzi-lo.

Paguei pelo medicamento e fui pra casa, louco para enfiá-lo na bunda e melhorar meu mal estar.

Assim que cheguei, percebi que meu pai havia chegado para almoçar e que minha mãe ainda não tinha chegado.

Mesmo com febre, lembrei-me da foda com meu pai e seu ” supositório humano”. Imediatamente meu pau endureceu e meu cu piscou. Resolvi pedir a meu pai para introduzir o supositório em meu cu. Com certeza durante a enfiada do remédio, treparia novamente com meu velho.

– Oi pai. Tudo bem?

– Oi fredinho. Tudo bem. Onde você estava? Cheguei e não vi ninguém.

– Nossa paizão, estou morrendo de febre.

– Poxa filho. Porque não me falou. Vamos lá no Toninho. Aposto que ele resolve esta febre.

– Acabei de chegar da farmácia, papai. Ele queria me dar uma injeção e eu não quis tomar. Doi muito.

– Meu filho, tem que tomar, para melhorar. E de mais a mais você já aguentou dor maior, não é?

Meu pai me sacaneou com a maior cara de safado. Adorei e resolvi dar uma de retardado e inocente.

– Papai ele me receitou um supositório. Mas como vou beber este remédio. Olha como ele é grande. Só não é maior que o seu.

– Filho, deixa o pai te explicar. Este remédio não é para você tomar é par você enfiar.

– Como assim papai? Enfiar onde?

– No seu cuzinho, filhão.

– Mas pai, como vou fazer isso sozinho? Além do mais este supositório é tão grandão…

– Ohhhhhhhhhh filhão. se você quiser papai pode fazer isso pra você. Você quer?

– Por favor, papai. Me ajude, Estou tão desanimado que nem sei se consigo atolar essa cápsula no meu “butãozinho”.

Quanto mais charminho eu fazia, mais meu pai endurecia e coçava sua jeba.

– Filhinho, entre em seu quarto, tire seu calção, fique com a bundinha pra cima, que papai só vai trancar a porta da frente. Vou resolver seu problema rapidinho, ok?

Entrei no quarto, tirei toda minha roupa, fiquei de quatro na cama, abri bastante meu rego, com as mãos e fiquei esperando papai me enfiar os dois supositórios. O dele e o da farmácia.

Meu trancou a porta, entrou no quarto se aproximou de mim, começou a passar a mão em minha bunda e a acariciar meu tobinha e disse:

– Filhão do céu! Sua bundinha está cade vez mais redondinha heim. Hummmmmmmmm, Aiiiiiiiiiii. E esse buraquinho. Que lindo, todo cabeludiho. Nossa, Ishhhhhhhhhhhh.

– Sabe por que estou doente papai? Porque tem muito tempo que o senhor não me dá seu supositório. Que tal se o senhor me der o seu supositório, antes do supositório do Toninho?

– Não precisa nem pedir duas vezes. Vai ganhar os dois. Abre bem essa bundinha, viadinho. Abre ela pro papai te dar remedinho. Hummmmmmmmm safadinho.

Papai tirou sua jeba pra fora da calça, deu uma bela cuspida no meu anel, encostou a cabeçona de sua pica na beirola de meu rego e começou a rodopiá-la devagarzinho nas pregas que me restavam.

– Hummmmmmmmm, que gostozo, paizinho, Está fazendo cócegas. Aiiiiiiiiiiiiiii, ishhhhhhhhhhhh, aiiiiiiiiiiiiii papaaaaaaaiiiiii. Que delícia. Brinca mais ai, brinca.

– Hummmm Fredinho está me matando, seu cadelinho fodido. Está gostando assim? Está? Vou brincar só mais um pouquinho, porque tenho que voltar a trabalhar. Papai só vai poder de dar o supositório dele mais tarde.

– Poxa pai, está tão gostosinho. Hummmmmmmmm. Faz mais, faz.

De repente e no auge daquela putaria toda, escutamos barulho de chave na porta. Era minha mãe chegando.

– Frederico, é sua mãe. Deixei a chave na porta. Ela não vai conseguir abrir por fora. Me dê logo o supositório do Toninho que vou atolá-lo em sua bunda. A noite, depois que sua mãe dormir, venho em seu quarto e te “entocho” o meu, ok? Me dê logo o supositório, anda.

Com muita pressa, apreensivo e ouvindo os gritos de minha mãe do lado de fora da casa entreguei o supositório de verdade a meu pai, que sem pestanejar, atolou-o em meu toba de uma só vez.

– Tooomaaaaaaaaaaa viadinho. Safado, engole essa porra toda com esse cuzinho. Mastiga essa toquinho, que a noite vai mastigar um tocão. Ishhhhhhhhh, hummmmmmmm, viadinhodo pai.

– Aiiiiiiiii papai, que delícia, esse seu dedão,hummmmmmm, ele também entrou, safadinho.

– Frederico, veste sua roupa, deita na cama que vou abrir a porta pra sua mãe e dizer que você está dormindo e eu estava no banheiro, ok? A noite continuamos, vadia safada do paizinho.
De cu todo lambrecado daquele bastão indicado pelo farmaceutico,e no maior tesão com as putarias de papai fui obrigado a me virar e a fingir que estava dormindo, para minha mãe perceber nada.
Mesmo com febre, comecei a contar os minutos para a noite chegar logo, pois com certeza só o supositório de papai poderia curar de verdade minha enfermidade.
Assim que meu pai abriu a porta para minha mãe , ele retornou ao trabalho. Assim que mamãe entrou em casa ela correu para me ver. Entrou em meu quarto e parou próximo a minha cama. Fiquei imóvel e senti sua mão encostando em minha testa.

Ela media minha temperatura, confirmando que realmente eu estava febril. Fiquei imóvel e fingi um sono profundo.

Acreditando em meu sono, mamãe saiu do quarto, fechou a porta e foi cuidar de seu afazeres.

Dentro do quarto ouvia minha mãe espirrando compulsivamente. Ela era alérgica e a única coisa que a fazia melhorar era um remédio, que quando ingerido por ela fazia-a dormir feito pedra. Mas meus pensamentos estavam em outra pessoa e precisava me aliviar.

Bati uma bela bronha, sonhando com o bastão de meu pai atolado em minha bunda peluda. Ejaculei rapidamente, pois estava com muito tesão. Virei para o lado e adormeci.

No início da noite, ouço minha mãe me chamando na porta do quarto.

– Frederico, meu filho, acorde. Você está melhor?

Percebi imediatamente ao despertar que minha febre havia passado.

– Ohhhh mãezinha, estou bem melhor. Não sinto mais nada.

– Levante então filhão e vá tomar banho para jantarmos juntos. Seu pai está quase chegando.

Entrei no banheiro, vedei a banheira, liguei o chuveiro, tirei minha roupa e comecei a me lavar. Meu pau estava estourando de tão duro e só pensava na trolha que meu pai me “entoncharia” no rabo mais tarde.

De repente, a porta do banheiro abre e lá estava meu pai com a maior cara de safado.

– O remédio do Toninho foi bom mesmo, heim filho. Pelo jeito ( falou olhando meu caralhão duro e esfregando o seu) está novinho em folha.

Segurei minha jeba, apontei para o velho e disse:

– A primeira dose de remédio, já está fazendo efeito, mas com certeza pra eu ficar 100% preciso do seu supositório paizinho e se passar de hoje ele não fará efeito.

Papai aproximou-se da banheira, que já estava quase cheia e onde eu me encontrava deitado, segurou meu cacete e disse-me bem baixinho.

– Sua mãe está com crise alérgica e com certeza tomará aquele remédio, que mais parece um sossega leão. Sabe que quando ela o toma dorme igual a uma pedra.

– Cuide bem dela, viu papai. Mas como não temos culpa de sua alergia com certeza, isso facilitar nossa putaria, né paizão?

– Isso mesmo filho. Assim que eu colocá-la na cama, venho pra cá viu, taradinho tesudo. Me aguarde. Passei a tarde pensando no seu cuzão cabeludo. Já, já te passo a rolona, hummmmmmmmmm, ishhhhhhh.

– Hummmmmmmm paizão. Como você é sacana. Ishhhhhhhhhhh. Aiiiiiiiiiiiiiii.

Durante toda nossa conversa, papai me punhetava bem lentamente e babava em meu cacete.

– Agora saia daí antes que sua mãe entre aqui, putinha safada do pai. Hummmmmmmm tesãozinho gostoso. Que pintão tesudo. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, uiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

– Nosso pai, se continuar a me “bronhar”, esporro agora mesmo.

Meu paizão, estava tão excitado, que não queria esperar muito e me deu uma orientação.

– Pode parar Fredinho. Venha jantar e não demore a se deitar. Também vou sugerir a sua mãe para deitarmos mais cedo e assim que ela dormir, venho te enrabar gostoso, viu meu viadinho enfermo? Não quero que goze agora. Guarde essa gala toda pra mim, ok?

Muito contrariado, obedeci a meu pai.

Conforme combinado com meu velho, jantamos, conversamos um pouco e logo fui dormir.

Passado alguns minutos, ouço as janelas e portas da casa serem fechadas e um enorme silêncio.

Comecei a rolar na cama, doido para papai entrar. Meu pau babava e meu toba piscava sem parar.

Não demorou muito e meu pai já estava de joelhos a minha frente, mamando meu cacetão e me falando putarias.
– HUmmmmmmmmm filhão. Que piroca boa de mamar. Ishhhhhhhhhhhhh, ishhhhhhhhhhhhh, ishhhhhhhhhhh. Quando eu ficar doente, vou querer seu supositório também viu?

– Aiiiiiiiiiiiiiiii pai, chupa, chupa. Hummmmmmmmmm, lambe a cabecinha, lambe. Uiiiiiiiiiiiii. Pode deixar paizão. Quando precisar, ishhhhhhhhhhhm te introduzo meu supositório, viu? Aiiiiiiiiiiiiiii, uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Que bocona mais quente. Ishhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

– Pai? Minha febre abaixou, mas sabe aquela coceirinha que tenho no cu, de vez em quando?

– Ishhhhhhhhhhhh, ahhhh. Que paizão tesudo. issssssss. Sei filhão. O que tem essa coceirinha?

– Ela voltou. Hummmmmmmmmmmm. Está coçando tanto. Aiiiiiiiiii, Hummmmmmmmm. O senhor precisa introduzir, aiiiiiiiiiiiiiiiii, ishhhhhhhhhh, seu supositório, para hummmmmmmm, aiiiiiiiiii ela passar. Ishhhhhhhhhhhhh. Venha me dar seu renmedinho, venha. Ishhhhhhhhh. Está coçando tanto. Hummmmmmm, aiiiiiiiiiiii.

– Fica de franguinho, fica viadinho. Vou te dedar um pouco e beber seu leitinho primeiro. Esse seu pistolão está tão gostoso. Dê leitinho na boquinha do pai, putinho safado.

Virei-me de frente, ofereci meu caralho e meu rego pra papai, que mamou, babou, cuspiu por minutos deliciosos.

– Que cuzão mais sugador de dedo, filho. Ishhhhhhhhhhh, aiiiiiiiiiiiiiiiii, hummmmmmmmm. Mastiga o dedão do seu pai com esse cu, mastiga, putinha chucra. Hummmmmmmmmm, ishhhhhhh.

– Mete o dedão pai. O indicador está tão fininho. Aiiiiiiiiiiiii, uiiiiiiiiiiii.

– Já que pediu. Tommmmmmmmmmaaaaaaaaa dedada, safada. Hummmmmmmm. Ohhhhhhhh cuzão do caralho, “sô”.

– Aiiiiiiiiiiiii, hummmmmmmmm. Que delícia paizão “cadelo”. Hummmmmmmmmm. Agora soca três dedos, soca. HUmmmmmmm. Quero coisa grossa na bunda. HUmmmmmmmmmm, Ishhhhhhhhh.

– Porra viadinho do pai. Ishhhhhhhhhhhhh, hummmmmmmmm. Que cu insaciável. Vou logo de meter quatro dedos, prostituta barata do cão. Toomaaaaaaaaaaaaaa baitola. Tomaaaaaaaaaaa dedada cadela.

ficamos nessa putaria por um tempo até que não mais aguentamos.

Gozei muita porra leitosa em sua boca e recebi um belo jato de gala grossa e amarela na barriga.

Começamos a nos beijar e a chupar nossas línguas, até que nos levantamos e fomos tomar banho.
Ligamos o chuveiro e começamos a nos lavar.
Durante o banho, era dedada nos cus, cusparada nas bocas e chupadas deliciosas nas rolas.

Falávamos bastante putaria.

– Hummmmmmmmm paizão, minha bunda está coçando sem parar. Preciso urgente de remédio. Do seu remédio. Cura meu cuzinho. Cura. Hummmmmmmmm, delícia, paizão!

– Deixa eu dar uma coçadinha nele filhão. Deixa.

Papai passava o dedo no meu reguinho sem parar. Meu toba esta teso de prazer. Papai rodava o dedo bem devagar e sem penetrá-lo. Ao mesmo tempo ele me pedia para rebolar a bunda.

– Rebola essa bundona, pro pai, rebola. Hummmmmmmm, ishhhhhhhhhhh. Que buraco cabeludo, filhão. Ele está durinho de tesão. Ishhhhhhhhhhh, hummmmmmmmmmm. Se eu forçar esse rego teso deste jeito, vou te machucar. Hummmmmmmmmmmmmm. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

– Dê uma sopradinha nele, paizão. Hummmmmmmm. Se o senhor soprar ele vai relaxar pra receber eu supositório. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Sopra, papai. Sopra. Ishhhhhhhhhhhhhhhhh.

Meu pai agachou e começou a soltar um ventinho com sua boca, que ia direto no meu tobinha. Que delícia!

– Filho, não está adiantando. Este seu cu está muito teso. Vou ter que pensar em algo para relaxá-lo.

De repente, meu pai levanta, vai até o armarinho do banheiro e pega um vidro de desodorante.

Filhão, o jeito vai ser eu alargar esse rabo com este brinquedinho aqui. Veja. Pode filhão? Hummmmmmm.

– Mas pai, esse brinquedo é muito grosso. Vai doer muito.

– Que nada, safadinho do cu duro. Papai vai fazer bem devagarinho. Passe bastante sabonete no cuzinho, e fica de quatro. Fica.

Fiz bastante espuma de sabonete no cu e deixei papai me enfiar o tubo plástico que se encontrava em sua mão,

De repente…

– AAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII. TIRA PAI, TIRA, ESTÁ DOENDO. AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII.

Sem dó nem piedade, papai me atolou aquele tubo todo no cu me fazendo urrar de dor e prazer.

O vidro plástico ficou todo enterrado dentro de minha bunda. Com movimentos peristálticos eu o segurava, para não deixá-lo sair de meu rego.

Papai deixou aquele tubo enfiado em minha bunda, levantou-se, me mandou rebolar e começou a se punhetar, assistindo o espetáculo.

_ Mexe essa bundona, bis**te do pai. Hummmmmmmmm. Que delícia te ver entochado de pistola plástica. Aiiiiiiiiiiiiii.

Mexe mais pro papai. Mexe, cadelinha. Ishhhhhhhhhhhhh. Que visão deliciosa. Hummmmmmmmmmmmm. Está me matando de tesão, safado. Hummmmmmmmmmm.

Depois de alguns instantes e com o tubo entalado no cu mas imóvel, sentia mais e mais prazer. Rebola pro papai, com tudo. Rebolava a bundona e balançava a língua na boca igual tarado no cio.

Deixei meu pai se masturbando e assistindo minha performance anal por um tempo e quando não aguentava mais, pedi rola.

– Vem machão. Meu cuzinho já amoleceu, ma etá coçando muito. Introduz o supositório, papai. Hummmmmmmmmmm. Quero agora. Ishhhhhhhhhhhhhhhhhh.

Papai retirou o desodorante e me disse:

– Porrraaaaaaaaaaa filhão. Seu cu virou uma loca. Está abertão. Hummmmmmmmmmmm, aiiiiiiiiiiiiiiii. Vou meter nesse buração em pregas, agora. Pede pro pai, pede. Implore por cacete. Implore pelo seu remedinho.

_ Ai pai. Põe no meu cuzinho, por favor. Eu te imploro. Hummmmmmmmmmm. Mete o supositório. Mete. Ishhhhhhhhhh, aiiiiiiiiiiiiiiii, hummmmmmmmmmm.

– Tooomaaaaaaaaaaaa viadinho do caralho. Vou arrancar a coceira deste cu no cabresto de minha vara, cadelo safado. Hummmmmmmmmmmm. Tomaaaaaaaaa rooolaaaaaaaaaaa, sacaninha dom pai. Tomaaaaaaaaaa.

– Roda o pinto lá dentro. Roda. Fode tuuuuudooooooooo, fode, papai. Hummmmmmmmmmmmmmm, Que delícia, pai. Seu pinto está latejando lá dentro. Deixa eu piscar meu cuzinho, no seu caralho. Olha. Hummmmmmmmmm. Ihhhhhhhhhhhh.

_ Ai, ai, ai, hummmmmmmmmmmmm. Que delícia filhão! Morde o pau do papai com seu cuzão. Morde. Hummmmmmmmm. Ishhhhhhhhhh. Mastiga a rola do pai, Mastiga. Ishhhhhhhhhhhh, hummmmmmmm, Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

– Papai, goze no meu cuzinho e não tire a pica. Quero gozar com o pau no cu, ok? Hummmmmmmmm, Goza papai. eu supositório já está resolvendo. Minha coceira já etá passando. Aiiiiiiiiiiiii. Uiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

E assim aconteceu, Papai jorrou mai porra em meu cu. Desta vez não era muita, poi o velho já tinha gozado duas vezes antes. Mas mesmo assim senti uma bela leitada no reto.

De cu atolado de jeba me punhetei, contorci, rebolei e gozei mais uma vez.

Papai abaixou-se novamente e mamou minha vara até deixá-la limpinha. Engoliu toda a minha gala.

Meu pai, já estava arriando, mas eu ainda queria mai e pedi a papai, para me dar sua bunda um pouquinho.

– Pai, ainda quero mais. Deixa te enrabar um pouquinho, deixa.

– Filho, vai, doer, Papai não aguenta mais gozar. Deixe para outro dia.

– Poxa pai! Só um pouquinho, vai. Deixei o senhor me atolar tanto.

– Tá bom filhão, mas enfie bem devagarzinho. Tem muito tempo que não dou a bunda, ok?

– Tá bom, fique de frango, então e abra esse rego gostoso, papai. Vou dar só uma leitadinha nele. Passe sabonete, passe.

Asim que meu pai ensaboou aquele buraco, encostei a cabeça de minha pica nele e comecei a enterrar.

– Que engraçado, filho. Sabe que não está doendo. está é muito bom. Hummmmmmmmmmm. Enterra mai um pouco, enterra. Ishhhhhhhhhh, hummmmmmmmmmmm.

Quando papai me pediu para por mais olhei bem na cara dele e disse:

– Só se for as bolas. Já está tudo dentro. Seu cu nem sentiu, paizão. Aliás, pai, que rabo mais arreganhado. Ainda p*o por um dedo que ele aguenta tranquilo.

– Hummmmmm. Então coloca filho, Coloca seu dedo junto com esse caralho, vai. Hummmmmmmmm, Que delícia. Nosssaaaaaaaaaaaaaa. Quero te dar mais vezes, viu filhão.

Sem pensar duas vezes, atolei meu dedo indicador, junto com meu toco naquele cu arregaçado.

– Ok. Também tenho supositório. Quando a sua bundinha coçar é só pedir remedinho, que te dou. Agora, tomaaaaaaaaaaaa jeba, nesse cu banguelo. Toma. Hummmmmmmmmmmm, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Bombei bastante no cu de papai e gozei mais uma vez. Quando retirei meu pau, pude perceber, que meu velho estava dando aquele rabo, pros seus peões (papai era engenheiro) todo dia.
Desta vez, só eu esporrei. Papai estava arriado e muito satisfeito.
Fizemos tanta putaria naquele dia, que nem vimos o tempo passar. Quando percebemos, já estava quase amanhecendo. Tomamos outro banho rapidamente e fomos dormir.
Sempre que meu cu coçava era só falar. Papai, tirava seu supositório da embalagem e curava minha enfermidade com o maior prazer.

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