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Encoxando a namoradinha do amigo atrás dele.

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Encoxando a namoradinha do amigo atrás dele.
Olá , bom dia, boa tarde e boa noite, para quem não me conhece me chamo Luan, tenho 30 anos e sou casado a 2, sou negro e magro com 1,85 e uma piroca não mto grande 18cm,
Como contei no último conto perdi a virgindade aos 15 anos com a Dona Vera, uma coroa do meu bairro.
Depois de provar minha primeira buceta fiquei louco, perdi completamente a vergonha e o medo de conversar com garotas e mulheres, me imaginava comendo cada uma que eu conversava seja magra, gorda, alta, baixa, negra, branca, nova ou velha não me importava, o fato de ser mulher era o que me dava muito tesão.
Duas semanas já tinham se passado e eu estava louco de vontade e tesão para comer uma mulher seja ela quem fosse, dona Vera havia viajado com o seu marido para a casa de um dos filhos que era de outra cidade.
Chegou o final de semana e como eu adorava jogar bola e todo fim de semana a gente jogava no campo aqui perto do bairro ou em outro bairro ou cidade isso dependia do jogo que nosso técnico marcava.
Eu ainda não disse de onde eu sou, moro em Ribeirão das Neves região metropolitana de BH, e tínhamos um jogo marcado pra BH em um campo perto do bairro caiçara dentro do cemitério da paz, por incrível que parece em BH tem um campo dentro de um cemitério rsrs
O jogo era quase na hora do almoço estava marcado para as 11horas, para não atrasar o nosso treinador marcou com a gente as 7:30 da manhã pois tínhamos que chegar lá, nos preparar trocar de roupa, aquecimento essas coisas que a maioria deve saber, quem não conhece a distância de neves pra BH de ônibus pode durar de 1 a 1hora e meia depende do trânsito e do motorista.
Costumava ir com a gente de vez em quando as namoradas de um ou outro dos nossos jogadores, às vezes um ou outro pai ou mãe de algum garoto.
Como eu tinha que acordar muito cedo eu acabei me atrasando, e como o treinador tinha falado durante a semana quem ficasse pra trás ele não iria esperar, e as 7:30 em ponto ele sairia.
Acabei acordando assustado nem tomei o meu café direito e sai na correria para o local do encontro em uma avenida aqui perto de casa, cheguei lá 7:45 e o ônibus não estava mais lá, apenas o meu amigo Bruno e sua namorada Pâmela que também perderam a hora, ficamos sem saber o que fazer, o técnico não gostava de quem perdia a viagem, ele chegou até a expulsar dois garotos do time exatamente porque perderam um jogo por atraso.
Nisso ficamos apavorados e pedimos o pai do Bruno para levar a gente de carro, ele disse que não podia porque tinha coisas para fazer aquele dia, o que ele podia fazer era levar a gente no ponto de ônibus e de lá a gente pegava o ônibus do bairro e ensinou a gente a pegar outro em BH que parava perto do campo, iríamos chegar praticamente na hora do jogo mais não perderíamos a partida.
Aceitamos na hora e ele nos deu dinheiro e falou pra gente tomar cuidado, fomos para o ponto final, aqui todo final tem as filas para pegar o ônibus, a fila estava lotada e com certeza a gente ia de pé no ônibus.
Fomos para a segunda fila e nisso chegou o primeiro ônibus não demorou muito veio o segundo.
Esqueci de descrever Bruno e Pâmela, Bruno é um garoto da minha altura branquinho de olhos verdes, ele tem um pouco mais de corpo do que eu, isso faz ele tá sempre com alguma menina do bairro, ele era um ano mais velho do que eu tinha 16, já Pâmela era branquinha, baixinha, peitinho ainda pequeno até porque naquela época as meninas não eram tão desenvolvidas como são as meninas de hoje, só que ela tinha uma bundinha um pouco grandinha e pernas grossas, ela tinha 15 também.
Nisso o ônibus chegou e fomos entrando, Bruno na frente ela atrás dele e eu vinha depois, eles entraram passaram pela roleta e eu paguei o cobrador e fomos nos acomodando mais do meio pro final do ônibus do lado daquelas cadeiras mais altas antes da última porta do ônibus, nisso o ônibus foi enchendo cada vez mais e nós fomos ficando mais espremidos e colados.
Eu como disse no outro conto não gostava muito de cueca só colocava quando a gente trocava de roupa para jogar bola até porque não dá pra jogar com o bicho solto rsrs.
Nisso eu estava com um short de futebol ainda, Nao era o que a gente iria jogar, Pâmela estava com uma blusinha cropped mostrando a barriguinha lisinha e uma calça legging, como o ônibus foi enchendo muito eu fiquei meio do lado dela, não fiquei encaixado na bunda dela mais fiquei meio que em uma banda da bunda dela do outro lado tinha um velho fedorento, não sei como as pessoas saem sem tomar banho logo cedo e já fedendo dentro do ônibus , o cheiro do velho estava incomodando nos três e como ela estava reclamando muito tentamos dar uma afastadinha dele, não adiantou muito mais demos uma pequena distanciada ficando mais perto da porta.
Nisso de tentar sair de perto do velho ela acabou ficando encaixadinho com a bunda na minha rola, eu nunca tinha pensado nela com segundas intenções até então, mais o tesão que eu estava e sedento por buceta não aguentei, quem conhece neves sabe que pra sair daqui tem muitos buracos e com o ônibus mexendo do jeito que estava foi me dando mais tesão ainda, eu tentava me controlar porque ali era a namorada do meu amigo, mais não teve jeito.
Meu pau foi ficando duro igual pedra eu tentava me afastar mais sem sucesso o ônibus estava muito cheio, eu morrendo de medo de alguém ver o volume que estava no meu short, tirei com muito custo a mochilinha que estava nas costas e coloquei ela de lado de forma que não dava pra ninguém q estava no fundo ou sentado iria ver o volume do meu short.
Mais eu estava mesmo era preocupado com ela, eu pensava “cara é a namorada do meu amigo” se ela abrir a boca e falar alguma coisa pra ele não vai ter nem como eu mentir é só olhar para o volume que estava no meu short, mais eu estava com muito tesão e o balançar do ônibus estava me deixando completamente maluco mais eu não podia continuar com aquilo.
Quando o ônibus parou em um ponto eu pensei, “agora fudeu ela vai falar”, quando penso que não, sinto ela com a bundinha empinada rebolando bem devagarinho no meu pau, devia ser pra não encostar nele e pra ninguém perceber, pensei que filha da puta mais safada, com meu amigo na frente dela e o ônibus lotado e ela rebolando no meu pau devagarinho, isso foi a deixa que eu precisava pra encaixar de vez a minha piroca no meio da bunda da safada.
Nisso saímos do bairro e o ônibus chegou na Br040 onde não tinha tantos buracos assim e o ônibus não balançava tanto, ela tava gostando tanto que pediu ele pra tirar a mochila que estava do lado dele, segundo ela estava incomodando e batendo em seu rosto e pediu para segurar pra ele, nisso ela colocou do lado oposto onde estava a minha, agora sim tampava toda a visão de qualquer pessoa do ônibus sobre o volume que estava no meu short.
Nisso eu aproveitei e dei uma segurada com a mão que estava na mochila em sua cinturinha e forcei muito naquela bunda durinha que ela tinha a cada freada a safada aproveita e rebolava gostoso no meu pau, eu não acreditei quando ela colocou uma das mãos na cintura e aos poucos foi colocando pra trás bem devagarinho e aos poucos foi descendo na minha barriga e depois apertou meu pau forte ainda sobre o short, cara eu quase dei um grito de tesão dentro do ônibus lotado, não estava acreditando naquilo que estava acontecendo ali.
Depois ela foi procurando a entrada do meu short e foi colocando a mão por dentro, sentir aquela mão macia e quente pegando no meu pau apertando forte e batendo uma bem devagarinho me deixou louco, eu falei baixinho no ouvido dela, para se não eu não vou aguentar e vou gozar, a safada não disse nada, só mexeu os ombros pra cima e pra baixo como que dizendo, FODA-SE, eu não tô nem aí, se você procurou problema é seu.
Nisso eu tentei colocar a mão na barriguinha dela e descer para sentir a bucetinha mas ela estava muito colado no Bruno e ele iria sentir minha mão na buceta dela.
Quando chegou no meio da BR um carinha quis pular a roleta e nisso começou a discussão dele com o cobrador e o motorista e todos do ônibus ficaram prestando atenção na “briga” deles, ela aproveitou e aumentou o ritmo da punheta que estava tocando pra mim, eu não me aguentei e gozei, mais gozei muito não foi pouco não, eu não sei como não sentiram o cheiro de esperma que saiu de tanto que eu gozei no meu short e na mão dela.
A filha da puta deu uma olhadinha pro lado e deu uma risadinha limpou um pouco dentro do meu short ai tirou a mão e limpou o resto que estava na mão dela bem na minha mochila, eu fiquei apavorado do que iria fazer, meu short com toda certeza estava todo sujo de porra e minha mochila também.
Nisso já estávamos chegando no Ceasa de contagem e lá costuma descer muitas pessoas, eu aproveitei que desceram e o ônibus deu uma esvaziada e sentei rapidamente na escada e coloquei a parte da mochila que estava suja pra baixo, mais ainda estava pensando o que fazer na hora de descer.
Nisso quando chegamos o final do ônibus era na praça da estação em BH e por perto tem muitos bares, então tive a ideia de falar com ele pra gente entrar no banheiro de algum e já trocar de roupa pra chegar lá pronto isso nos pouparia tempo, ele achou ótima a ideia eu corri na frente segurando a mochila e já entrei pra um dos banheiros já tirando o short todo gozado, senti um alívio danado porque o que iria falar pro meu amigo se ele visse eu com o short gozado já que estava atrás da namorada dele.
Quando voltamos ela estava toda sorridente e com carinha de safada pra mim.
chegamos no jogo praticamente em cima da hora, levamos uma bronca do técnico ele deixou a gente no “banco” pra gente aprender a não atrasar e perder o onibus, na verdade não era bem um “banco” que ficamos, pelo campo ser no cemitério, atrás de um dos gols tinha um alto onde tinha uma quadra e acabava que dava sombra entao todo mundo se espalhava por lá, ele como era atacante acabou entrando no final do jogo, eu por ser goleiro fiquei no “banco” sem poder entrar, nisso tivemos a oportunidade de conversar.
Eu todo desesperado falando com ela que não sei o que deu na minha cabeça de fazer aquilo mais a situação me deixou daquele jeito, e ela com a cara mais lavada falou que se eu não contasse pro Bruno por ela tudo bem, e se eu realmente mantivesse segredo depois a gente terminava o que começamos, eu não acreditei no que estava ouvindo e meu pau voltou a ficar duro de novo na mesma hora, mas isso não é assunto pra esse conto o que aconteceu e se aconteceu eu deixo pra próxima, comentem se gostaram por favor que vai me incentivar a contar mais casos.

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