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Confissões de um pecador – Encontro no Shopping

Confissões de um pecador – Encontro no Shopping
Confissões de um pecador – Encontro no Shopping

Era Agosto, uns dias antes do festival de Paredes de Coura, e conheci uma miúda no Hi5. A conversa começou logo bem apimentada, e marcamos encontro no dia a seguir. Foi em um shopping, e chegamos exactamente ao mesmo tempo. Pedimos café, conversamos umas horas, de vez em quando umas boquitas daquelas mais marotas, uma troca de olhares constante… Foi engraçado…
Até que ela diz…
-Preciso de ir a casa de banho.
-Sim, estás à vontade.- respondo de maneira descontraída…
-Ficas ou vens? – pergunta ela.
-Sim, posso ir…
Fomos para a zona dos lavados e nisto eu paro no corredor.
-Vai que eu fico à espera – digo-lhe eu…
-Vais ficar aqui?- pergunta ela…
-Sim… não vou contigo à casa de banho… – respondo eu, na minha inocência…
-Mas tens uns sofás ali em baixo, não precisas de ficar aqui de pé. – Em tom de afirmação.
– A serio? Não sabia… então espero nos sofás! Não faz sentido ficar aqui de pé… – respondo eu na minha ingenuidade, sem saber que sofás eram… mas adiante que já chego lá…
-Ainda bem! Não te quero cansado… – responde ela.
Sento-me nos sofás, nem me recordo qual foi, até porque cheguei lá e sentei-me. Lembro-me de estar a olhar para uma maquina de venda automática e perguntar-me por raio existia papel higiénico de varias cores e feitios… É uma pergunta legitima! Afinal de contas, se aquilo vai andar na merda, porque raio queremos papel higiénico cor de rosa com desenhos de um panda?
Mas adiante… Ela sai do WC, e senta-se no meu colo. Dá-me um bate-chapas, meio tímido, meio se coiso, nem eu percebi o que aquilo quis dizer. Até porque estava em modo filosófico sobre papel higiénico, e não estava à espera daquilo naquele momento… Nisto, ela vendo a minha cara de espanto, levanta-se muito rápido e diz…
-Desculpa, pensei que estávamos em sintonia…
Aquilo bateu… Opah, eu não sou gajo de me mandar de cabeça no primeiro encontro. Sou muito selectivo com as pessoas, e tinha conhecido a rapariga à menos de 24h… Mas, também estava a seco há 6 meses. Arrisquei…
Levanto-me logo atrás dela, puxo pelo braço contra mim, e dei-lhe um beijo como deve ser. Ela reage logo e abraça-me! Eu, sem meias medidas, e com uma mão a agarrar-lhe pela cintura e outra na nuca, beijo com mais intensidade. Meto a língua em acção e encosto-a à parede. Ela também não se fez de esquisita e salta para o meu colo, envolvendo as pernas na minha cintura! Ui, que ia ser já ali!
-Amigos, desculpem interromper… – era o segurança. – Vocês não podem fazer isso aqui.
-Pedimos desculpa! Mas foi o calor do momento! – respondo eu muito rápido, envergonhado. E ela também… vermelha que mais parecia um tomate!
– Eu compreendo mas isto é um Shopping… Ide lá à vossa vida, e arranjem um sitio mais escondido, fora do shopping se faz favor…
Seguimos caminho… Com o segurança de olho em nós, seguimos para os elevadores. Estávamos meio envergonhados.
-Que pena ter aparecido o segurança- disse-lhe eu…
-Pois foi. -respondeu ela mas com cara de poucos amigos…
Pensei para mim, hoje é um daqueles dias que, apesar de parecer que tudo vai correr bem, vai acabar tudo mal. Tenho de arranjar maneira de descontrair a miúda. Nisto, a porta do elevador abre-se. Entramos, e logo atrás de nós entra um casal já com alguma idade e com pinta de turistas…
Já lá dentro, diz-me ela…
-Senti que estavas duro…
-Achas? Era impressão tua… As calças são de botões e engana um bocado – respondi-lhe, assim do tipo piada, a ver se o ambiente normalizava. Mas ela estava certa… Estava duro e já há algum tempo… Mesmo com o segurança, o Sebastião permaneceu firme!
-Parvo! Estas sempre a dizer asneiras! – respondeu com um sorriso na cara.
O casal já estava arregalado a olhar para nós. Depois de ela ter dito aquilo, olharam-nos de cima a baixo.
-Eu? Dizer asneiras? Nada disso… – respondi também com aquele sorriso na cara, já próximo da gargalhada. E pimba mais um beijo…
O elevador chega ao destino. Saímos e o casal veio atrás de nós… Já vínhamos de novo na brincadeira, Entre beijos aqui, apalpadelas ali, era notório que o ambiente já estava ao nível de à uns minutos atrás…
-Eles vem atrás de nos – disse ela…
-Quem os seguranças? – respondo eu, já meio lixado… Não estava para aturar os seguranças de novo.
-Não. Os velhotes! – disse ela…
Olhei para trás e lá vinham eles…
-Os velhotes que se lixem! Podem olhas mas não podem tocar… ahahaha – digo-lhe eu, em modo pecaminoso…
Entretanto eles seguiram a vida deles. Nós andamos meia hora à procura do carro e na brincadeira.
Eu sou uma lástima a estacionar nos shoppings… Nunca sei onde deixo o carro… Depois, com tanta distração, eu já não via nada a frente… Já só queria festa!
-Está ali- digo eu, de repente…
-Está ali o que? – responde ela…
-O carro! – digo eu…
-O carro que se lixe! Pode ser já aqui! – disse ela…
Ainda peguei nela ao colo e deitei-a no capô… Mas estava a ficar intenso… Demasiado intenso!
-Vamos para outro sitio! Por muito sem vergonha que as vezes eu sou, não quero apanhar com os seguranças de novo… – digo eu!
Ela nem responde. Abri o carro e entrou logo. Opah, quem cala consente, por isso tass bem…
Entramos no carro e ela não se inibiu… começou logo a passar-me as mãos nas pernas, no Sebastião, no peito… Passou a mão em tudo…
-Tem calma querida! Deixa-me fazer as manobras para sairmos. – digo eu…
-Querido, por mim, podes fazer todas as manobras que quiseres… – diz ela…
Saímos do shopping, com as mãos dela de tal maneira atrevidas, que eu já me sentia um actor daqueles de pouca roupa. E digo que as nossas roupas já estavam a meter nojo… No primeiro semáforo vermelho, já ela me tinha desapertado as calças e trazido o Sebastião para a luz do dia… Ainda bem! Já sentia um aperto ali naquela zona que nem era bom! Fizemos a circunvalação, desde a rotunda aenor, até à saída para a via norte, com ela a beijocar o meu Sebastião. Quando entro na referida via, ela levanta a cabeça e pergunta com ar de espanto:
-Para onde vamos?
-Sei lá para onde vamos… mas porque?
-Não conheço isto!
-Ei que cena! Já estou a fazer o caminho para casa! Desculpa, distrai-me completamente e entrei em piloto automático! – digo eu, meio atrapalhado. Não era aquele caminho que queria tomar! Mas respondo logo se seguida.
-Mas fica tranquila. Saímos na Maia. Também fica a caminho para tua casa. Vais para Mindelo não é?
-Sim, vou… – Meia desconfiada mas nada de grave…
Com este pequeno lapso da minha parte, ela fica muito atenta ao caminho. É normal… Ela mal me conhecia e estava a leva-la para caminhos desconhecidos. Mas nunca largou o meu General. Sempre ali a segurar nele. Ora puxa para cima, depois puxa para baixo… Nisto, ela repara em um edifico do lado esquerdo.
-Aquilo é um motel? – diz ela…
-Sim… Pelo menos, diz que sim. Mas nunca lá fui…
-Vamos?!-diz ela muito rápido…
-Nem é tarde nem é cedo! Tenho que virar já aqui! – respondo eu…
Ainda bem que, com aquela brincadeira, eu deixei-me ficar na faixa da direita. Sai na saída de Custóias! Era mesmo aquela saída com ligação directa ao motel…
Mas paro logo o carro…
-E como aquilo funciona em termos de preços? – pergunto eu…
-Não sei… Nunca fui a nenhum… – responde ela. – Mas podemos dividir a meias.
-Sim, mas a questão é se ficará por valor que nem os dois juntos conseguimos pagar a conta… -repondo eu…
-Ligamos para lá e perguntamos. – diz ela
-Boa! Isso mesmo!- e ao dizer isso, tiro o telemóvel.
-Tens o numero no telemóvel?! – pergunta ela meia desconfiada…
-Não mas vou ver à net. – digo eu…
-Tens net no telemóvel? Como é isso? – diz ela…
-Isto é um Qtek… Tem uma forma melhorada de aceder ao serviço wap. Funciona tal e qual a Internet normal… só que é bastante mais lenta… – digo eu. Naquela altura, ainda mal se falava de net no telemóvel. O Google praticamente nem existia!
-E agora como vês o numero de telefone? – pergunta ela…
-Fácil… vou às paginas amarelas! Deve estar lá o numero… – respondo…
E estava… encontrei logo a primeira. Liguei e perguntei o preçário. 20€, 2 horas…
-20 €, duas horas… 35€ se entrar com o carro… – digo eu…
-Entramos com o carro! Não quero ser vista por aqui- diz ela…
E lá entramos nós. Deram-me um comando e o numero do quarto… Mas como eu ia saber qual era o quarto, se aquilo não tinha nada a marcar nos portões? Bem… Carreguei no comando e a porta que abrir deve ser essa… Certinho! O portão abriu e guardei o carro…
Começou logo a subir as escadas… 15 minutos só para chegar la cima. Quase que caímos 3 vezes! No cimo das escadas tinha uma mesa. Ela sentou-se logo ali. Mais um beijo e tiramos a roupa superior! Peguei nela ao colo, ela agarra-me a cabeça com força e aperta-me contra os peitos dela! Que loucura! Naquele momento, já o Sebastião tinha a cabecinha fora das calças. Não é que me considere avantajado, mas quando ele cresce muito, ele consegue espreitar cá para fora. E ela sente! Salta para o chão, desce-me as calças, e mais um bico! Esta mulher muito gosta de o ter na boca! Mas eu estava a adorar!
-Espera! Espera! – digo eu!
-Que foi? – diz ela…
-Salta para cima da cama – enquanto eu acabo de tirar as calças. Não é difícil, visto que elas já estavam em baixo.
Ela sobe para a cama e desaperta as calças dela…
-Calma querida! – digo eu
– Então não é para tirar a roupa? – responde ela…
– Eu faço isso… – respondo eu e tiro-lhe as calças.
Mas deixo ficar as cuecas. Estavam encharcadas! Começo a brincar ainda por cima das cuecas, a sentir aquilo tudo húmido. Ela já está toda esticada para trás, braços, cabeça, tudo! Eu tiro-lhe as cuecas! Visão dos deuses! Tudo depiladinho! Não perdoei! Mergulhei logo de queixos naquele paraíso que tanto gosto! Não resisto a uma coisa tão fofa e tão depiladinha! Ela veio-se naquele manchar! E sejamos sinceros… Naquele mergulho, até eu soltei umas gotas! Que delicia! Ela levanta-se e puxa-me para cima! Virou-se ao contrario! Hora do 69! Que loucura! Adoro 69! Por mim, podia até ficar por ali! Já estava a ser fantástico! Ela volta-se a virar! Salta para cima de mim e começa no roça-roça! Já tudo estava húmido, e deslizava às mil maravilhas! E diz-me ela ao ouvido!
-Ainda não tiraste o soutien!
-Que não seja esse o problema! – respondo eu, aproveitando para lhe mordiscar a orelha…
Naquele momento, entre o mordiscar e desapertar o soutien ela solta um gemido que nunca tinha ouvido antes. E senti ainda mais humidade lá por baixo! Terá sido mais um orgasmo? Pensei eu… Não sei se foi, mas que aquilo abalou, lá isso abalou!
-Tu sabes mais que a Lúcia! – diz-me ela ao ouvido.
-Não conheço nenhuma Lúcia – respondo eu com aquele sorriso tipicamente maquiavélico!
Foi a resposta ao meu pensamento! Ela teve um orgasmo com aquele toque na orelha!
Ela salta de cima de mim, e vai à bolsa dela! Preservativos! Se eu estava com vontade e estava a aproveitar a ocasião, ela veio decididamente pronta para as cambalhotas! Colocou-o com a boca! Mais uma cena nova. E única, pois mais ninguém me fez isso depois! Eu sento-me na cama, e ela senta-se em cima de mim. Agarrou-me com tal força, e eu agarrei por aquele traseiro, para ajudar no movimento. A minha cabeça estava de novo no meio daqueles seios, agora sem soutien. E estavam durinhos e levantados! Não sabia quem estava a gostar mais! Se era eu ou ela! Peguei nela ao colo de novo, e coloquei-a por baixo. Com as pernas, agarra-se a mim, e diz-me:
-Este quarto tem espelho! E que coisa tão boa eu estou a ver!
Nem disse nada! Ela deu o jeitinho e eu voltei a mordiscar a orelha! Comecei a dar-lhe com mais força! De novo aquele gemido esquisito mas mais intenso! Confesso que me arrepiou, porque ela gritou mesmo ao meu ouvido! Larguei-a e deslizei o corpo dela com a língua! Estava bastante mais suada que eu! Voltei a mergulhar naquela coisa gostosa e depilada! Estava mesmo deliciosa! Mas não estive muito tempo! Ela atira-me para fora da cama e salta para o meu colo! O Sebastião entrou logo na toca! Nem foi preciso fazer pontaria! Ela começa a saltar que nem doida e eu a dar o jeitinho… Nisto, deixo escorregar o meu dedo para o cuzinho dela. Não enfiei o dedo, mas andei ali à volta a apalpar terreno! Foi quando ela começou a gemer que nem uma louca! E eu adoro mulheres que gemem bem alto!
E nisto, diz ela:
-enfia no cu! – saltando cada vez mais!
Não me contive! Foi naquele momento, quando ela diz para enfiar no cu, que me vim que nem um louco! Caímos na cama…
-Então? – diz ela – agora que seria a melhor parte?
-Desculpa… Aquela frase, fez-me explodir! Mas se esperares uns minutos, podemos ir para a segunda ronda- digo-lhe eu…
Sorrisinho dela, e da-me um beijo… Falhei no momento crucial, mas aquele sorrisinnho mostrou que nem tudo estava perdido…
Um telemóvel toca… era o dela. Os pais estavam a ligar para o jantar. Aproveitei o tempo da chamada para ir ao WC e dar uma lavadela ao Sebastião… afinal de contas, estávamos em um motel, e não havia necessidade de sairmos de lá sujos.
Entra ela no WC.
-Temos de ir! Já são quase 20h! Estamos fodidos! -diz ela, preocupada
-Tem calma… Então estamos fodidos porque? – respondo eu…
-Já cá estamos há 2 horas! E se eles cobram mais e não temos dinheiro? E os meus pais já ligaram 3 vezes! Eu não costumo chegar tão tarde a casa para jantar…
-Então vamos nos vestir e arrancar. E não te preocupes eu que levo-te a casa. Nada vai correr mal…
E assim foi. Vestimo-nos rápido e tentamo-nos despachar. Ficamos 2h15 no motel mas eles foram uns fixes e só cobraram 2h. Como eu até conheço bem a zona, fui para o aeroporto, que também não ficava longe, e dali, apanhei a ic1, que agora chama-se A qualquer coisa por causa das scuts. Apanhamos transito… um camião com pneu furado encostado na berma fez uma fila de 10 minutos. Mas ela já estava mais tranquila, e voltou a mexer nas pernas. Aproveitou que o transito estava lento e tirou de novo, o Sebastião para fora.
-Outra vez? – pergunto eu, como se achasse que era demais, mas não me importava nada que voltasse à acção…
-É para a despedida querido! – diz ela…
-Despede-te à vontade… Estás comigo, é como se tivesses com os doze apóstolos… – digo eu em tom de gozo…
-Doze não! Credo! Tu hoje já me deste bem que fazer… – responde ela, no meio dos beijos…
-Tu também! Não preciso de ir ao ginásio por um mês!
Entretanto passamos a confusão e lá a deixei em casa. Ou lá perto… Apesar da boa traulitada que foi, há que manter uma certa distancia…
-Estás entregue. – Digo eu…
-Obrigado. Espero que os meus pais não se passem! Eles detestam jantar fora de horas! – responde ela…
-Não te preocupes… 15m de atraso não é muito. Pior estou eu que ainda tenho mais 25 km para fazer e lá em casa, o jantar também é as 20h…
-Quando chegares a Paredes de Coura ligas-me? Gostava de saber como foi a viagem…
-Tranquilo… E, quando chegar cá, vamos tomar café e eu conto-te como foi…
Mais um beijo, não tão apaixonado, mas gostoso na mesma e seguimos a nossa vida. Fui uma semana para Paredes de Coura, voltei e ainda tive uma semana de ressaca.. Só duas semanas depois é que falamos… Nem falamos… Ela despachou-me e já tinha outro em vista! Acontece… A uns tempos atrás a gente encontrou-se pelo facebook… Ainda conversamos um bocadinho, mas não passou disso.
Foi uma das melhores tardes da minha vida, mas ainda não foi a melhor… 😉

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