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Deixando acontecer

Anal

Deixando acontecer
Meu nome é Marcelo, tenho a pele bem branquinha e cabelos lisos castanhos…
Bem o fato ocorreu a uns 2 anos atrás. Meu irmão mais velho Marcos tinha um amigo o Fábio, da qual sempre desconfiei. Um dia Marcos foi na casa do Fábio e eu pedi para ir junto, bem ao chegarmos, Fábio me deixou no computador, e ele e Marcos foram para o outro quarto, algum tempo depois ouvi uns gemidos, e fui ver o que estava acontecendo, Fábio estava de quatro com o Marcos metendo no rabo dele, fiquei muito excitado com tudo aquilo, por fim nenhum dos dois perceberam que eu vi.
Decidido, no dia seguinte voltei à casa do Fábio, e com um tom ameaçador disse que vi tudo e ia contar para todo mundo se ele não me desse seu cú. Fábio ficou espantado e aparentemente irritado, mas me disse para esperar, entrou no quarto demorou um pouco e voltou só de cueca pedindo para eu entrar no seu quarto, eu já estava meio arrependido, mas entrei.
Ele tirou minha camiseta e minha calça, fiquei congelado nunca havia feito aquilo com um homem, eu estava quase desistindo e acho que ele percebeu. Eu disse que não queria mais, e ele ficou furioso e foi abaixando minha cueca, disse que agora iria até o fim, que eu queria me fazer de homem mas não passava de uma bichinha nojenta e indecisa, e que faria eu me decidir definitivamente por um cacete. Ele me jogou com violência na beira da cama, e tirou a cueca, foi quando abaixei os olhos e vi que ele tinha um caralho enorme, uns 18 cm, era realmente bonito, com uma cabecinha rosadinha, ele perguntou se eu tinha gostado, sem esperar resposta me agarrou pelos cabelos e disse para chupar bem gostoso seu caralho, que eu ia gostar. Eu estava muito confuso, e quando dei por mim já estava com aquele rolo de carne, cheio de veias na minha boca, e pior que estava gostando, eu chupava aquela trolha dura, e sentia um líquido quente e salgadinho, Fábio começou um vai e vem, até que senti seu pau latejando e engrossando mais ainda, de repente minha boca estava cheia com sua porra, era tanto que escorria muito pelos cantos dos lábios, ele me puxando pelos cabelos, me xingando, me chamando de sua puta, sua vadia, que eu não passava de um viadinho…me senti terrivelmente humilhado, e já não queria saber de comer o Fábio queria só sair dali. Mas quando pensei que estava tudo acabado, ele tirou a pica ainda dura da minha boca lambusou minha cara de porra, e me puxando pelos cabelos me pôs de quatro, gelei, sabia o que viria e pedi em vão por tudo, para que não fizesse isso, implorei, pedi perdão que não diria nada para ninguém, mas ele estava irredutível, e gritou com violência para eu me calar, que viadinhos sujos como eu mereciam era isso mesmo. Ele nem se deu o trabalho de lubrificar, e sem pena me deu uma puta estocada no cú, a qual revidei com um grito de dor, mas ele forçava cada vez mais, e a dor só aumentava, eu continuei implorando, dizendo que estava doendo muito. Imagine a cena, eu de quatro me arreganhando o máximo, implorando, com um macho metendo na minha bunda. Então Fábio viu que eu não ia agüentar, e me puxou me deitando de bruços, eu tentei me livar, mas ele me segurou pelo braço quase deslocou provocando uma forte dor, e disse que eu ia tomar porrada se não colaborasse, ele então abriu com as mãos as minha nádegas ao máximo, deixando meu cuzinho bem exposto, e deu uma cusparada que acertou a entrada do meu buraquinho ainda virgem, mandou eu ficar de quatro de novo, posicionou a pica na entrada do meu cuzinho, tomou um impulso, e socou com força se dó, na hora eu senti tanta dor, que nada pude fazer, a não ser chorar, mas Fábio só havia posto pouco mais que a cabecinha e contiuou forçando com raiva, me fazendo sentir uma dor tão grande, parecia que aquela barra de carne estava me arrebentando no meio, eu chorava muito. Até que ele disse que estava com a vara toda no meu rabo, e começou um vai e vem muito rápido, ele tirava e metia com muita força, Fábio estava muito violento, eu senti as pregas do meu cú se rasgarem, até que ele começou a ri, ai percebi que estava com meu pau duro, e Fábio disse que ia gozar, senti um líquido quente enchendo minha bunda e escorrendo pelas minhas pernas, eu fiquei confuso e envergonhado, e soltei vários gemidos misturados de dor e prazer. Fábio me perguntava se eu estava gostando de tomar uma pica no rabo, me chamava de puta safada, que eu estava com um mastro no cú, e estava gostando, e ele repetia em voz alta que estava arrebentando o rabo de uma cadela no cio, e que era muito gostoso, ele gozou ainda mais duas vezes dentro do meu cú.
Depois foi tomar banho, e me deixou ali caindo com o rabo arreganhado e muito dolorido. Eu me sentia realmente uma puta sem pudor, sangrava muito pelo cú, e me sentia muito humilhado, havia sido comido, pelo namorado do meu irmão. Por fim ele voltou do banho, me deu uma pisada no meio da bunda, que me fez sentir mais dor ainda, e disse que tinha gravado tudo, mas não ia mostrar para ninguém. Eu tomei banho e fui embora, mal podia andar, e meu cú ainda estava sangrando, mas no fundo eu havia gostado muito de ser enrabado.

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