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Praia…

Praia…
Já nos conhecíamos visualmente e falado trivialmente do café onde habitualmente ambos tomamos a bica da manhã.
Foi com algum espanto que naquela manhã de folga passada na praia, te vi na minha frente questionando-me sobre se podias estender a tua toalha ao meu lado.
Obviamente acedi, convencido que o fazias por a pequena praia estar cheia e pouco espaço haver. A partir desse momento toda a minha atenção ficou em ti. Encostaste a toalha à minha, devagar tiraste o pareo revelando o teu corpo moreno de mulher madura. Com calma ajoelhaste na toalha, olhando-me olhos nos olhos nesse momento e agradecendo teres encontrado ali alguém conhecido.
Apercebi-me nessa altura que nem o teu nome sabia de tão triviais serem as conversas. Foi a minha deixa… deitado de lado, virado para ti comecei a conversa que viria a durar toda a manhã, interrompida pelos breves momentos em que juntos íamos até à beira mar para dar um mergulho.
O teu nome era Amélia, tinhas 50 anos, divorciada, trabalhavas na loja em frente ao cafezinho de onde nos conhecíamos, etc, etc, etc e moravas sozinha logo acima da praia.
O tempo voou. A morar tão perto claro que ias almoçar a casa. Questionaste-me se estaria ali à tarde e onde iria almoçar. Convidei-te para almoçar comigo numa das esplanadas mas aí surgiu uma ideia muito melhor da tua parte… almoçávamos os dois sim mas em tua casa.
Moravas num 1º andar duma casa já antiga, logo atrás da primeira linha de casas junto ao mar. Após as formalidades habituais de amostragem da casa, estacionámos na cozinha. Pegaste em 2 copos e uma garrafa de vinho branco que estava no frio. Mandaste-me servir enquanto voltavas a tirar o pareo que havias vestido quando saíste da praia. Gostavas de andar à vontade em casa, um hábito que adquiriste ao morar sozinha, por isso estavas só de bikini. De copo na mão passamos à sala acompanhados da garrafa. Descontraidamente sentaste-te na minha frente. Começava a ser difícil de esconder as ideias tórridas que me passavam pela cabeça e a tesão avolumava-se entre as minhas pernas.
Perguntaste o que me apetecia comer e a minha vontade foi responder “um grelo”, mas da minha boca saíu a resposta diplomática habitual, deixando-te a decisão. Como que já esperando a minha resposta e lendo-me os pensamentos, ajeitaste-te na cadeira, esticaste a perna e com o pé acariciaste o meu pau rijo.
“Quero carne, a tua carne”, saíu da tua boca. Juntaste o outro pé à brincadeira mas foi por pouco tempo. Os teus olhos, a tua boca, o teu corpo explodiam de tesão. Levantamo-nos ao mesmo tempo, caíndo nos braços um do outro para nos roçarmos enquanto as nossas línguas se digladiavam. Com as mãos comecei a apalpar-te, percorrendo o teu corpo. Senti as tuas nádegas firmes apesar da tua idade. Virei-te de costas para sentires o meu pau duro no teu rabo. Levei as mãos ás tuas mamas e apertei-as enquanto a minha língua continuava a vasculhar o teu pescoço e as tuas orelhas.
Gemeste… Levaste as mãos à minha cintura para me agarrares e roçares bem o rabo nos calções e sentires o meu pau duro a querer fura-los. Deixei uma mão a apertar-te as mamas e com a outra desci até à tua rata. Passei os dedos por cima da cueca que estava toda molhada mas acariciei-a na mesma.
Num repente separaste-nos e mandaste-me tirar os calções. Com calma obedeci, fazendo saltar o meu caralho lá de dentro. Empurraste-me para o sofá, acabaste-me de tirar os calções e ajoelhaste entre as minhas pernas. Sem tirar os olhos dos meus agarraste-me no caralho e começaste a chupar… abocanhaste, chupaste, lambeste, beijaste cada centímetro do meu pau. Não te esqueceste dos tomates. Fizeste-me gemer de prazer, cuspiste e babaste-me todo.
A custo controlei-me, agarrei-te no cabelo e puxei-te a cabeça. Trocámos de posição. Tiraste a parte de cima do bikini enquanto eu tirei a cueca. Cheiravas a sexo, estavas toda lambuzada, molhada, encharcada. Pela primeira vez pude observar-te toda nua. Não tinhas umas mamas muito grandes, nem eram firmes mas gostava delas na mesma. Tinhas uns bicos grandes, rijos. Abri-te mais as pernas e mostraste uma grande flexibilidade colocando as pernas em cima dos lados do sofá. Que cona linda, morena, aberta devido à posição, a chamar por mim… Mergulhei de cabeça. Dei um beijo no grelo, chupei-o logo de seguida e logo começaste a gemer. De baixo para cima, passei a língua a todo o comprimento da tua cona. Estremeceste… Continuei a enfiar a língua na tua rata, a chupar as bordas, a morde-la. Agarraste-me na cabeça com força e esfregavas a cona na minha cara, gemendo e gritando de prazer. Investia forte no minete fazendo-te gozar na minha boca ao som de gritos e dum baptismo que me deu muito prazer. A partir daquele momento passei a ser o teu cão, o teu boi, o teu macho para a puta com cio que tu és…..

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