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O complexo da cobiça: encontros

O complexo da cobiça: encontros
Primeiro capítulo: Encontros

O desejo é um palimpsesto misterioso sob o qual o sexo se manifesta, personificando atitudes, olhares, trejeitos e gestos das mais diversas nuances. A natureza humana pode ser tão exótica quanto a metamorfose de uma mariposa. Cobiçar um corpo é agir sob o véu dissimulado de um salteador. Muitas vezes, é também se esconder sob a melindrosa capa da moral, para quando desnudar o desejo, revelar as entranhas profundas dos nossos sentidos mais primitivos.

Começamos a cobiçar o que vemos todos os dias. Por acaso, em The Silence of the Lambs (O Silêncio dos Inocentes) um filme norte-americano de 1991, com roteiro inspirado no livro homônimo, publicado em 1988, por Thomas Harris, não foi esta a frase enigmática que o Doutor Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), lançou a Clarice Starling (Jodie Foster), uma jovem estagiária do FBI, quando da sua tensa visita à cela improvisada do ex-psiquiatra canibal, em Memphis, no Tennessee, com o intuito de obter informações para apanhar Buffalo Bill (Ted Levine), um assassino em série que esfolava moças acima do peso para confeccionar um traje com suas peles?

Você, caro (a) leitor (a), já pensou se o senhor Carlos, viúvo aposentado de 77 anos, soubesse que Arina, a sua vizinha ninfeta de 21 aninhos, estudante de medicina, tem ele como o pálio dos seus desejos mais devassos? No seu subconsciente libidinoso, Arina se imagina totalmente submissa, de joelhos, entre as pernas de Carlos, com suas bolas totalmente envoltas dentro da boca, num balé erótico com as abas da língua, enquanto solitária, altas horas da noite, realiza algumas análises no laboratório da faculdade. Açodada por um impulso que lhe move como um ser territorialista, ela anseia chegar logo em casa. Está cansada do trabalho? Não! Guarda em sua memória recente, o volume dentro das calças do ancião, quando, repetidas vezes, ao chegar tarde em casa, fita com olhar faminto, o corpo flácido e a barriga protuberante que Carlos exibe ao sair na calçada, vestindo apenas uma cueca samba canção, para guardar seu velho guerreiro na garagem. Com um sorriso quase pueril, ele sussurra um paternal boa noite, enquanto ela, com um ímpeto canino, começa a salivar, a ponto de levar a língua aos lábios, sem dizer uma palavra. Isso já aconteceu várias vezes com a rua deserta, tendo Carlos e Arina somente a companhia da claridade das luzes dos postes e da lua cheia. A repetição exaustiva dessa cena funesta já fez Carlos pensar que a moça sofre de alguma possessão demoníaca.

Alguns anos antes, quando decidia entre medicina e veterinária, Arina visitou a fazenda de um de seus tios, um famoso pecuarista do Centro-Oeste do Brasil. Lhe causara especial furor, os testículos gigantes de um touro ao cobrir uma vaca. A fêmea, impotente, chegava a abrir a boca e babar, sinalizando falta de fôlego no momento da cópula. Por motivos que Arina ainda não compreende muito bem, essa associação entre os testículos rosados do touro e o volume surpreendente entre as pernas de Carlos, lhe causam um grande calor na boceta. Às vezes, ao recuperar a imagem dos testículos do touro na memória, Arina sente uma grande coceira vaginal, que só ameniza quando num dos banheiros da faculdade, ela senta no vaso com a tampa abaixada e enfia, um por um, todos os dez dedos das mãos na sua xana incendiária, num vai-e-vem alucinante. Por esse motivo, seus grandes lábios vaginais estão cada vez mais flácidos, com a aparência de pétalas de orquídea. Porém, quando está prestes a expelir sob a forma de um líquido quente e viscoso seu híbrido desejo, ela clama não pelo touro, mas por Carlos, imaginando sentir o velho chocar seu grande saco escrotal, com muita força, batendo impiedosamente na testa da boceta da ninfeta. A vermelhidão é imediata. É um desejo tão intenso que Arina chega a acordar no meio da noite, não somente toda molhada, e por incrível que pareça, com a boceta vermelha como pimenta.
A excitação e o calor são tão intensos que a jovem estudante de medicina já chegou a ser flagrada duas vezes, numa louca correria pelos corredores da faculdade, para chegar ao banheiro para se tocar em movimento circulares quase incessantes, com uma forte pressão no clitóris no momento do clímax. Para Arina, o simples apontar da silhueta de Carlos, com seu colhão pendular em evidência, significa o despertar desse estranho e poderoso desejo. A baba da vaca coberta pelo touro ela associa a sua salivação, motivada pela vontade de tomar as bolas gigantes do velho na boca pequena.

De modo similar, poucos imaginariam que a elegante Marta, uma mulher madura e casada de 47 anos, corpo delgado, detentora de uma etiqueta britânica, exitosa empresária do ramo da moda, sente uma atração incontrolável por Cesário, um robusto negro angolano de apenas 19 anos, funcionário da retífica de seu marido. Embora passe uma aparência serena e segura, Marta fica simplesmente embasbacada com a virilidade do jovem, quando ao meio-dia, no auge da transpiração, observa os territórios desconhecidos do corpo de Cesário, ao passar para encontrar o marido para almoçar, o carrancudo senhor Diniz, de 63 anos.
Inebriada pelo brilho dos traços de corpo definido, Marta se acomoda, pede uma água de coco na loja de conveniência da retífica, para espantar o calor e esconde seu olhar lascivo atrás dos óculos escuros. Ela consegue convencer a todos de que o esforço para passar mais tempo com Diniz é a tentativa de uma esposa devotada a salvar um casamento em decadência.

Entretanto, por mais que tente dissimular, é incapaz de convencer a si mesma, de que está perdendo a capacidade de agir com racionalidade. Ela nem sequer usa mais calcinha. Já foi flagrada pelo marido em uma animada conversa com Cesário e, sem motivo aparente, chega cada vez mais tarde em casa. Estaria arquitetando um encontro real com Cesário? Já o teria feito? Seus instintos ultimamente andam tão vulneráveis quanto mensagens de rádio interceptadas pelo inimigo no campo de batalha. Os sonhos sexuais com Cesário já são uma fantasia urgente no plano sensível de seu desejo de mulher madura.

Em virtude do seu sentimento de posse e de seu senso de poder, Marta não aceitará, por muito tempo, devorar Cesário apenas com os olhos. Sua cobiça pelo negro angolano se tornou uma obsessão. Afinal, ela já protagonizou várias aventuras sexuais, por exemplo, quando traiu Diniz em plena noite de núpcias, com o carregador de malas do hotel onde ficaram hospedados na lua de mel, com o pretexto de voltar com o funcionário até o estacionamento para procurar uma suposta bolsa de mão que havia perdido. Nessa oportunidade, trocaram beijos no elevador – se valendo da ausência de câmeras de vigilância no recinto – e tiveram uma transa galinácea, dentro do próprio carro do carregador. Um jovem habilidoso, 25 anos, moreno, forte e com fôlego de nadador. Ao levar aquela sedutora mulher para dentro do automóvel, tudo o que ele precisou fazer foi puxar a calcinha de Marta para o lado, que estava usando uma saia. Penetrou triunfante a boceta peluda e folgada, que mais parecia a catraca de um ônibus coletivo. Por estar por cima e ter o útero muito baixo, Marta teve seu âmago, literalmente espancado pela comprida rola do carregador. De tanto tesão e para a incompreensão do rapaz, Marta se comprimia sobre as pernas dele, a vociferar:
– Bate na minha porta meu moreno roludo! Bate na minha porta… vai!

Ao ser duramente interrogada pelo marido sobre a estranha demora com o carregador Marta respondeu, com uma mordida no lábio inferior, para, fingidamente, aparentar descuido:
– Meu amor! Eu nunca iria encontrar essa mala no estacionamento!
– Ora, então me diga o porquê?
– Diniz essa mala ficou em casa! Repare, todas as nossas malas são vermelhas e aquela mala é preta. Nós nunca misturamos as malas. Eita homem desconfiado! – disse irritada.
Foram dias e dias de um intenso jogo de prazer e perigo. Enquanto Diniz ia até à piscina ver as moças de biquíni, o carregador possuía sua esposa, de uma forma que o próprio empresário jamais pensou em ter Marta na cama. Diniz até hoje é intrigado com o fato de que, toda vez que adentrava o quarto, a mulher estava apenas de toalha, molhada e cheia de marcas vermelhas. Ela simplesmente desconversava e justificava ser uma alergia a frutos do mar. O risco de um flagrante com o carregador de malas tornava tudo mais excitante. Agora, ainda tomando a água de coco, ela volta seus olhos para alguns guardanapos que voam com o vento e sorri ao relembrar dessa aventura.

Ao fitar Cesário, Marta o imagina enterrando seu grande pau preto por trás, com o negro vislumbrando suas ancas macias e alvas. Uma loba no cio sendo violada por um grande urso negro. Ao fechar os olhos atrás dos óculos escuros, pela primeira vez na vida, ela consegue se ver como uma entidade passiva na cama. O jovem negro, enquanto arranha seu brio de mulher madura, ao lhe penetrar invicto bem fundo, tapa sua boca com a mão e olha no fundo dos olhos de sua matrona, como se quisesse dizer: como se sente agora que o jogo virou e você vai ficar com meu cheiro no lençol da sua cama? Como será ver as sombras do meu corpo nu, nas paredes brancas do seu quarto, e não me ver aqui, com minhas mãos sobre seus ombros, seus quadris e seus seios pequenos, tirando seu fôlego de mulher com meu membro implacável, grosso e impiedoso. Esse pensamento lubrificou Marta imediatamente.

Certo dia, mais uma vez, Marta saiu de casa sem calcinha. Esvaziou, propositalmente, os pneus do carro, para passar na retífica e pedir ao seu “mar de melanina” que, literalmente, esporra em sua velada libido, que fizesse a calibragem. Ao se abaixar, o reluzente peitoral de Cesário fica ligeiramente em evidência. Nesse momento, Marta é tomada por uma indecisão mortificante: olhar para o seu ébano e vigiar a si mesma diante dos olhares suspeitosos de alguns funcionários, sobretudo, mulheres. A inabalável mulher de dez minutos atrás sai da retífica trôpega – a ponto de tropeçar nas próprias pernas – e correr para o estacionamento de um shopping próximo, com a imagem de sua fantasia louca estampada no tecido do seu desejo. Começa então a se tocar com fortes movimentos circulares intensos e apertar sua rosada “flor de lótus”. Fecha os olhos e se vê pulando insanamente sobre o “imbondeiro” do africano. Apesar de tudo isso não é necessariamente Cesário que Marta deseja profundamente. Ela é impelida pela restauração do perigo iminente de ser flagrada pelo marido, como fora assim que se casou, naquela famigerada noite no estacionamento do hotel. Uma vez que seu casamento está moribundo, a possibilidade dessa excitação contínua fruto do proibido, faz Marta se sentir viva e desejada novamente.

Muito menos, imaginaríamos que Havana, uma solteirona gordinha de 32 anos, incrivelmente atraente, depois de longos dez anos sem manter um relacionamento sério, conseguiria realizar seus dois sonhos: o casamento e a maternidade. Numa festa de final de ano, um encontro entre duas tradicionais famílias – para ser mais preciso – Havana acabou conhecendo dois amigos da família da mãe, que ela não via há muito tempo: Antunes, um médico geneticista de 45 anos, e Danilo, um jogador de futebol de 21, respectivamente, tio e sobrinho, mas sem parentesco direto com nossa fogosa personagem.
Depois da morte dos pais, num acidente de carro, Antunes e sua irmã mais velha ficaram com a guarda de Danilo. Nessa época, Danilo tinha doze anos, mas já mostrava especial talento para o futebol. Um ano depois ele entrou para as divisões de base do clube da cidade. Na verdade, o médico passou a ser seu pai, conselheiro, empresário, confidente e amigo após a tragédia. Qualquer pedido do “tio Antunes”, como Danilo vazia sempre questão de chamar, era atendido prontamente.

Ao contrário do que pintava o quadro geral de possibilidades da festa, aquela mulher de formas generosas, seios fartos, pela branca e macia, quadris bastante largos, 1,90 de altura e cerca de 130 quilos, se interessou imediatamente pelo charmoso médico. Contudo, de forma um tanto inocente, logo deu uma especial atenção aos dois, que conversavam afastados, num canto escuro do alpendre da casa de fazenda onde acontecia a celebração.

Desde então, a interação entre os três ocorreu de forma muito natural. A diferença de idade entre Havana, Antunes e Danilo não foi nenhum empecilho, embora Havana e Antunes conversassem sobre assuntos sob os quais Danilo não tinha o menor domínio. Durante a adolescência, Havana já tinha ouvido várias histórias sobre aquele famoso médico geneticista da família da mãe, que já tinha realizado o sonho de ser mãe de centenas de mulheres. Sonhava que ele a fizesse engravidar. Seu nível de fertilidade sempre foi muito baixo e o último médico que a analisara disse que ela deveria procurar a opinião de um especialista.
Com a dinâmica da conversa, Havana foi se sentindo também muito atraída pelo jovem jogador de futebol que, cabisbaixo num canto da casa, conversando apenas com seu tio, só se levantava para pegar cerveja. Seu time acabara perdendo a final do campeonato, foi o que Antunes cochichou para Havana.

Formada em Administração de Empresas com um mestrado em Relações Públicas, Havana era uma hábil oradora, persuasiva e habilidosamente comunicativa. Apesar de muito atenciosa com os dois, a princípio, Danilo não se mostrou tão atraído por Havana, pelo menos sexualmente, mas ficou ali, na maioria das vezes observando a conversa entre ela e o tio. Porém, lhe chamou atenção a volumosa boceta de Havana. De tão grande, era como, por si só, cavasse o corpo daquela mulher de medidas incomuns. Um atributo impossível de disfarçar na calça jeans apertada que vestia. Antes de a mulher de olhos verdes marcantes chegar, seu corpo se apresentava por ela. Além disso, os longos cabelos negros e brilhosos contrastavam, caprichosa e sedutoramente com a pele alva.

Transcorrera apenas uma semana e Havana e Antunes desengataram um namoro apaixonado. Na primeira noite que tiveram, o médico ficou positivamente admirado com o apetite sexual de Havana. Seis meses depois eles estavam morando juntos. Danilo era o mais feliz pelo tio e sempre vinha passar as férias no Brasil, na casa dele, quando já jogava num clube do leste europeu. Contudo, em virtude do trabalho intenso – o acompanhamento de algumas gestantes e a realização de cesarianas – o médico nunca teve a oportunidade de ter uma lua de mel com a esposa. Este fato frustrara bastante o casal.
Antunes nunca falou sobre ser pai. Isso intrigava a Havana. Ele é um renomado geneticista, mas nem ao menos toca no assunto, pensou encabulada.
Um certo dia, Havana revelara seu sonho um tanto óbvio de ser mãe, mas Antunes respondeu essa interpelação dizendo que tinha duas revelações a fazer. A primeira era que ele era totalmente estéril e incapaz de gerar um filho. Tentou durante anos, vários tratamentos no Brasil, nos Estados Unidos e na Alemanha. Viajou para Israel para consultar a maior referência em fertilidade masculina, mas todos esses esforços se mostraram inúteis.
– Após seguidas frustrações eu me conformei Havana! Não posso ser pai! – disse visivelmente inconsolável. Uma lágrima verteu de seus olhos.
De certa forma, aquilo soava como uma ironia para um médico geneticista. Havana nem ao menos quis ouvir a segunda revelação. Desatou um choro igualmente inconsolável. Passou dias tristes e só depois de cerca de três meses mostrou alguma conformação.

Antunes passava quase todo o dia na clínica, chegava quase sempre cansado e viajava com frequência para alguns congressos de medicina. Havana andava sexualmente muito insatisfeita, carente, isolada. Mas, agora, ela tinha a chance de conhecer melhor Danilo. Sempre faziam as refeições juntos, exceto quando o jogador saía para alguma balada. Isso ajudou a apimentar um pouco mais a imagem que tinham um do outro. Eles começaram a se desejar imensamente, embora se controlassem. Um dia assistiam um filme juntos, um ao lado do outro. Havana reclamou de uma dor nas costas e perguntou se podia repousar no peito do jogador. Um tanto renitente, Danilo aceitou. Logo Havana adormeceu. Ele não se conteve e ficou olhando o decote da “tia”. Mesmo espraiados sob o corpo, os seios de Havana continuavam rígidos. A limpidez das aréolas era interrompida apenas pelas sinuosas veias azuis. Quando Danilo ia se atrever a tocar num dos tesouros escondidos de Havana ela acordou pedindo mil desculpas.
– Meu Deus Danilo! Me desculpe! Eu adormeci, espero não ter incomodado! – disse Havana constrangida, enquanto prendia os longos cabelos negros. Danilo não pode deixar de perceber os braços flácidos, todavia, delicados, da mulher do tio. Estava desconhecendo a si mesmo. Seu desejo, sendo despertado naquela relação prazerosa e gentil, por uma mulher que, até alguns meses antes, ele nunca pensaria em seus braços. Ele não contava com isso.
– Você nunca incomoda Havana! – sorriu o jovem atleta. A partir daquele momento Danilo tinha a plena certeza de que uma mulher nunca mexera tanto com ele como Havana. Foi como se tivesse tido seu ego nocauteado. Danilo sempre teve preconceito com mulheres obesas e eis que ele estava inapelavelmente, envolto na teia de uma mulher de manequim 52. A própria mulher de seu tio.

Ela andava pela casa sem nenhuma inibição apenas de camisola e calcinha. A bem da verdade, um tanto de propósito. Como toda mulher, Havana sentia um prazer especial em se sentir desejada. Seu ego pulava de alegria, quando entre uma e outra peça de roupa, Danilo – mesmo sem entender muito sobre moda Plus Size – lhe provocava com palavras, ao elogiar a combinação das peças, que tinha caído muito bem ou que os acessórios e o batom formavam uma sintonia perfeita. Houve uma oportunidade em que ele mesmo teve a audácia de provar o perfume de Havana, num cheiro ao pé do pescoço que fizera a grande mulher perder as estruturas e fechar os olhos por longos segundos. Aquilo foi como desnudar sua alma. Pelo visto, Antunes, muito embora fosse um excelente médico era um péssimo sedutor.

Os dias se passavam e era como se os olhares perdidos de Danilo – às vezes, um pouco constrangido – para os seios volumosos de Havana e sua xoxota inchada, dissessem querer arrancar os sorrisos daquela mulher na cama com beijos molhados, a ponto de ela só conseguir abrir a boca para gemer. Os dotes corporais daquela mulher incrível eram apresentados a Danilo, na forma de aparições repentinas que desafiavam seu desejo e sua concentração. A cada passagem provocante de Havana pela grande sala ou pelo jardim, estendendo roupas, cuidando das plantas, ele umedecia os lábios com a parte externa da língua, como um leopardo faminto que observa um antílope na savana.
Oh, nossa, não há nada mais excitante do que ver essa mulher estendendo roupas só de camisola. Esses seios gigantes molhados, a calcinha que encharcada marca ainda mais o volume delicioso que traz entre as pernas. Essas formas exageradamente oblongas me deixam em transe, foi o pensamento que atravessou seu desejo, enquanto observava Havana pela brecha da janela do seu quarto.
Oh, meu Deus! A cada dia que passa estou mas preso na teia dessa mulher. Não posso fazer isso, pensou Danilo, numa ensolarada sexta-feira, quando observava Havana trocar de roupa pela fechadura do quarto do casal. De tão gorda, sua xoxota era cheia de estrias, o que deixava Danilo com ainda mais tesão! Sua viril e grossa haste ficava armada só de pensar em “se atolar” em Havana.

Danilo acostumou-se a se exercitar no jardim vestido somente com uma bermuda térmica. Situação que deixou Havana profundamente excitada. Logo na primeira vez que fez isso, ela simplesmente não se conteve e parou para ver o moreno de corpo detalhadamente definido fazendo abdominais.
– Nossa, isso deve forçar demais! – afirmou ela com surpresa, observando Danilo nos minutos finais de seu treino.
Por ser um homem jovem com os níveis de testosterona nas alturas, Danilo deixava às vezes seu desejo em evidência. Seu pênis ficava ligeiramente exasperado dentro da bermuda térmica, situação que fazia Havana dispara a mexer nos cabelos.
– Seria maravilhoso treinar com você Havana! Venha treinar comigo amanhã! Quero ver esse seu corpo lindo em movimento!
Se sentindo muito prestigiada ela assentiu com uma gargalhada e respondeu:
– Sou ultra, hiper, mega, master sedentária! Não aguento muito Danilo! Você é um atleta!
Ele, muito galanteador, exprimiu com malícia providencial, logo pegando ela pela mão e convidando-a para se alongar um pouco:
– Tenho certeza de que você suporta esse exercício e outros muito mais intensos e prazerosos.

Ter Havana na cama, sem normas, sem convenções, sem ritos, era um desejo que se apoderou de Danilo. O jogador não conseguiria segurar muito tempo sem tentar o primeiro beijo em Havana. Num dia em que Antunes viajara para um congresso, o jovem atleta chegou bêbado no meio da noite, de uma balada e flagrou Havana andando pela casa completamente nua. Tinha ido tomar um copo d’água na cozinha. Ela correu rapidamente para apanhar pelo menos uma toalha. Danilo notou que apesar do ocorrido, depois de notar sua presença, Havana voltou na ponta dos pés, chamando seu nome, mesmo depois de beber água. Ele estava escondido atrás de uma grande samambaia no canto da sala de visitas. Danilo aproveitou a embriaguez e fingiu que não se dera conta das mais avantajadas formas femininas que já vira.
Mas, por que ela voltou na ponta dos pés, mesmo depois de saciar a sede? Ah, Havana, o que se passa nessa sua cabecinha, pensou ele, com a sensação de que poderia seduzir e levar a mulher do tio para cama. Dali em diante o corpo de Havana seria o motivo de seus inconfessáveis e quentes pensamentos. Houve momentos em que o jogador se masturbou vendo a tia seminua, quando ela se molhou completamente lavando o carro.

Para um homem apreciador de uma bela mulher GG/BBW, Havana era uma verdadeira musa. Seus seios eram imensos, mas firmes e de uma esfericidade que de tão perfeita chegava a ser astronômica. Embora exageradas, Havana tinha curvas divinamente esculpidas, cintura alta, coxas grossas, panturrilhas fortes e costas extensas.
Apesar de, com o passar dos dias juntos, se sentirem intensamente atraídos e desenvolverem com o tempo uma excelente convivência, Danilo e Havana nunca traíram Antunes. Iam treinar juntos, nadar e até sair para jantar. Tudo com anuência do médico. Inclusive, ao saber que iria se atrasar para o jantar, em virtude de alguma cirurgia que adentrava a noite, o próprio Antunes recomendava que não o esperassem para o comer e que Danilo fizesse a gentileza de jantar com sua a esposa, ou mesmo, levá-la ao cinema ou a um restaurante japonês que Havana adorava. A cobiça, as constantes trocas de olhares, um ou outro toque maroto, aparentemente não intencional, criava em Havana e Danilo uma excitação que não tardaria, chegaria no seu mais perigoso ponto de ebulição.

Depois de dois ou três anos, Antunes decidiu revelar a sua esposa qual seria esse misterioso segundo segredo. Aproveitou que tinha tempo e levou a mulher para caminhar pela praia em plena segunda-feira, quando não havia quase ninguém na areia. A deixou muito emocionada com o ansiado pedido de casamento, embora, na prática, eles já fossem casados.
Havana era uma mulher de cabeça muito aberta. Durante alguns meses, chegou a manter um relacionamento homoafetivo com uma colega de trabalho. Nada muito sério. Sua psicóloga entendeu que isso não era o suficiente para taxá-la de lésbica ou bissexual. Chegou até mesmo a liberar o último namorado para frequentar casas de prostituição e também tinha muita vontade de entrar para o mundo liberal, mas nunca teve coragem de compartilhar essa fantasia com nenhum dos seus parceiros. Como o casal nunca havia conversado com mais atenção sobre esses temas, nada disso veio à tona. Até então.
Na sala externa da casa, por volta das 18 horas, Antunes e Havana começaram a conversar a respeito de exibicionismo, mundo liberal, homossexualidade, bissexualidade, ménage, swing, mas também sobre família, filhos e planos futuros com tanta disposição, que quando se deram conta viram uma luz no horizonte. Era o sol. Tinha amanhecido.

Eis que Antunes revelou que seu maior desejo era ver Havana transando com outro homem.
– Isso seria uma loucura! – foi o que ela disse imediatamente. Porém, essas palavras vieram acompanhadas de um sorriso discreto. Antunes entendeu que era possível. Muito inteligente, Havana não poderia falar logo em seguida o desejo que lhe consumia: transar loucamente com o sobrinho de Antunes.
Por outro lado, essas mesmas palavras de Havana também vieram acompanhadas de um sorriso bem safado, que logo o médico interpretou como um sim. Mas os desejos de Antunes eram bem mais excêntricos e ambiciosos.
– Havana, ninguém sabe que sou infértil. Por isso meus pais, que sonham com um neto, não entendem o motivo pelo qual todos os meus relacionamentos terminam de forma tão inesperada.
– Bem, meu amor, não preciso perguntar se você já tentou algum tratamento, pois você é o melhor geneticista que eu conheço e você mesmo disse que a procura por soluções no exterior não deu em nada. Mas não estou entendendo, por que falar disso logo agora, esse lance com o Danilo?! Desculpe-me, estou muito confusa!
– Havana, eu te amo! Passei a alimentar essa fantasia faz pouco tempo, quando desde aquela festa de final de ano, vi como vocês se olhavam. Você aceitaria ficar grávida do Danilo? Calma!? – falou Antunes esperando o estouro da boiada.
Havana, deu aquele sorriso da mulher que era uma especialista em transformar as situações mais embaraçosas possíveis em soluções pragmáticas.
Antunes argumentou que Danilo era provavelmente muito fértil e que nas primeiras relações sexuais Havana certamente engravidaria. Contudo, a administradora de empresas teria que se submeter a um tratamento para aumentar a fertilidade.
Ela prometeu pensar para disfarçar uma aceitação tão imediata. Afinal, Havana já estava completamente atraída por Danilo. Aquilo tudo, o desejo voyeur do marido, a atração por Danilo, aquela proposta. Não via a hora de ter o jovem jogador todo dentro dela, deixando seu gozo na boceta gigante e molhada. A gravidez era seu sonho. Então, alimentando uma máxima popular da vida cotidiana, Havana uniu o útil ao agradável. Decidiu não se martirizar. Evitou os maus pensamentos e juízos morais. Tudo ficaria em segredo para sempre. Obviamente, com a concordância de Danilo.

– Façamos o seguinte querido – exprimiu pensativa. – Eu vou passar uma semana no sítio da vovó Odélia. Para que ninguém desconfie ou pense que brigamos, vamos dizer que estarei escrevendo meu projeto de doutorado. Paro para pensar no assunto. Nesse meio tempo você estará naquele congresso em Blumenau-SC mesmo. Quando voltar prometo que lhe dou a resposta.
– Está bem. – respondeu o médico friamente sabendo que aquela atitude poderia ser um sinal de declínio.
Passaram-se uns dias e, após o almoço, Havana fez a revelação que ela achava que iria deixar o marido muito excitado.
– Você sabe! Passamos muitos dias aqui, o Danilo e eu. Ficamos mais próximos. Ele é um garoto incrível! Educado, atencioso, atraente e muito gentil!
– Diga logo! Está me matando de ansiedade. – disse Antunes aparentando uma raiva canina, mas no fundo se sentia apreensivo com o que iria ouvir.
Não posso ser tão otimista assim, imaginou o médico, tentando também conter sua felicidade interior.
– Bem, o que você achava…? Podemos tentar! Eu… eu… concordo! Eu…. aceito ser de outro homem na cama! Pode ser o Danilo mesmo! Ele sabe que você é infértil?
– Não Havana! Absolutamente, ninguém sabe! – afirmou com convicção, levantando o dedo indicador na direção de Havana.
Essas palavras vieram acompanhadas de uma monacal atenção de Havana, que logo Antunes observou com preocupação.

Havana sempre esperou pelo pior ao aceitar engravidar do sobrinho do marido. Por um minuto, imaginou que tudo não passava de um teste de fidelidade. Entretanto, Antunes estava muito convicto para esse tipo de jogo. Havana gaguejou convulsivamente durante praticamente toda a conversa. Jamais tinha ficado tão nervosa na vida. Dentro de si, aquele desejo aparecia como um sentimento repugnante e ao mesmo tempo traidor. Era como transar com o enteado, uma vez que, no coração, Danilo era filho de Antunes. Paradoxalmente ao que esperava Havana no início, Antunes sorriu e mostrou-se muito satisfeito. O médico estava emocionado. Jamais imaginou que seu desejo seria satisfeito de forma tão plena. Beijou Havana e disse que a amava muito. Sentia que seu casamento começou como um sonho tão maravilhoso, que de tão belo, suas previsões mais otimistas mal poderiam se aproximar do que estava vivendo. E acabou confidenciando que estivera ausente por tantos dias para estimular a atração entre a esposa e Danilo.
– Isso não é justo Antunes! Por um lado, estamos utilizando o Danilo como um mero instrumento de prazer. – disse Havana, abraçada com o marido, em cima de uma pedra à beira-mar.
– Conhecendo bem o Danilo e sabendo que vocês agora possuem uma relação mais próxima, há grandes chances dele aceitar! – colocou Antunes, agora bem mais esperançoso com a realização de sua fantasia.

Alguns meses depois, num sábado à noite o telefone de Danilo tocou. Era Antunes. O tio ligou propositadamente nesse dia, pois saberia que o sobrinho estaria na noite europeia com os amigos de clube.
– Boa noite tio! Não esperava por essa ligação. Desculpe! O som está muito alto. Eu vou sair aqui para atender. – falou o jovem num tom servil.
– Danilo, me perdoe se atrapalhei seu lazer! Tudo bem?
A voz de Antunes estava um pouco tensa.
– Tudo ótimo tio! O senhor nunca atrapalha! Em que posso ajudar? – exprimiu o atleta já um tanto preocupado.
– Tudo bem com a tia Jade não é mesmo?! – Danilo indagou apreensivo, interrompendo a fala de Antunes. Era muito tarde.
Que tensão! Bem não posso dizer! Meu filho, quero que você foda minha esposa por duas semanas até ela embuchar de você! Mas tem que gozar bastante dentro da boceta dela! Está tudo certo? Foi o que o médico pensou, extremamente tenso!

Sem muitas explicações, Antunes pediu a Danilo que passasse todo o restante da temporada sem transar com uma única mulher e que fizesse todos os exames referentes a doenças sexualmente transmissíveis, um processo que duraria cerca de um mês até o casamento. Queria que o sobrinho chegasse ao Brasil dois dias antes da boda, para ter o capricho de engravidar Havana, que marcou a noite de núpcias, para o início do seu período fértil, quando o tratamento iniciado por Antunes já estava bastante adiantado. Mas não foi o que médico falou ao telefone. Sem o jovem saber que seu tio já sabia de tudo, e que, inclusive tinha o fetiche de filmá-lo possuindo a esposa na cama, desconversou e teve uma ideia instantânea para aplacar a curiosidade do sobrinho. Danilo ficou um tanto intrigado, mais continuou a ouvir o tio. Antunes disse que pôs ele como voluntário numa pesquisa científica relacionada com banco de sêmen e pediu desculpas por não tê-lo avisado.
– Está bem tio! Tranquilo! Se é para ajudar na pesquisa do senhor, pode deixar! Vou cumprir o que está pedindo.
– Um grande abraço meu filho.
– Está bem! Se cuida tio! Diz que mandei um beijo para a Havana.
– Digo sim! Não se preocupe! Ela vive perguntando por você! Olha venha sempre que puder, entendido!?
– Não se preocupe tio! Eu amo o Brasil! O leste europeu é muito frio! – falou o jovem com uma risada discreta.
– Vou desligar! Cuide-se!
– Um grande abraço meu tio querido!
Antunes percebera que Danilo ficou convencido.

Ao contrário de todos os institutos de “macho alfa”, Antunes concordou sem nenhum problema em ceder sua esposa, para que o sobrinho a engravidasse. Ele deveria transar com ela duas semanas seguidas, em dias alternados. Antunes foi pessoalmente até o aeroporto buscar o sobrinho. No caminho pararam num mirante e ele revelou tudo ao jovem. A reação de Danilo foi resistir. Tudo um fingimento respeitoso! No fundo, já fazia cerca de um ano e meio que ele desejava Havana. Estava louco para gozar dentro da boceta da esposa avantajada do tio. Tudo aquilo era muito novo para todos os três.
Do aeroporto tio e sobrinho foram direto para a casa do casal. A “experiência” de Antunes sairia melhor do que o esperado. Ele fez a mulher ficar só com uma camisola e toda molhada, antes de chegarem. Havana revelara que o jogador ficava impressionado ao ver o corpo de Havana molhado.
– Danilo, a Havana vai estar te esperando no quarto de hóspedes. – Foi o que Antunes falou, apontando para os fundos da casa. Se alguma visita inesperada chegasse ninguém desconfiaria.
Como a maioria dos jovens, Danilo mostrou sua virilidade. Beijou Havana seminua por muito tempo, foi tirando sua roupa e a dela aos poucos. Chupou a boceta de Havana por longos vinte minutos. De tão louca com o sexo oral do jovem, a mulher revirava os olhos e puxava os cabelos. Danilo colocou a tesuda esposa do tio no clima e dentro de alguns segundos eles começariam a maior transa que já tiveram.
– O Antunes te falou acerca da posição, não foi meu moreno gostoso? – Falou Havana, sucumbindo em prazer, intentando passar seus braços oblongos pelo pescoço do jovem, para desfrutar de mais um beijo. Queria sentir o gosto de sua própria boceta gorda.
A resposta que ela teve do jogador foi ser arremessada sobre a imensa cama de casal, por meio de um hábil jogo de corpo do atleta.
Danilo ejaculou por duas semanas seguidas dentro de Havana, só que em dias alternados, como fora combinado. Na segunda semana, as transas insanas eram filmadas pelo próprio Antunes, que acabou se descobrindo um excelente voyeur. Naturalmente, o clima entre Antunes e Danilo, nos dois primeiros dias foi tenso, mas em seguida eles relaxaram. O casal e o jovem mal saíam de casa e fingiram para os vizinhos que iriam viajar, o obviamente que não aconteceu.

Nas três primeiras trepadas, o tio ficava no jardim, ouvindo o sobrinho satisfazer sua mulher de longe, no quarto de hóspedes. A cama chorava ruidosamente. Danilo socava impiedosamente sua rola grossa na titia gorda e fogosa.
Ao se aproximar do quarto de hóspedes, tudo o que Antunes conseguia ouvir, se resumia aos brados de Havana, entorpecidos pelo prazer.
– Owww… Vai meu gostoso! Owww! Argh… Me fode, me fode, me fode! Deixa teu leite quente em mim seu puto! Faz um filho em mim, faz… Vai… ahhhhh!
Muitas vezes, ele segurava Havana pela cabeça, para empurrar tudo o que podia. Foi uma recomendação especial do tio, que gozasse com a maior profundidade possível no canal vaginal. Outras vezes, Danilo fazia Havana levantar os flácidos e grossos braços para trás, ficava numa posição semelhante a base para fazer flexões e, segurando Havana pelos bíceps, metia com toda força. Os seios da esposa tesuda do tio balançavam tanto que pareciam querer se desintegrar como uma gelatina. Com o passar dos dias, Havana estava com a boceta totalmente folgada, só fechando inteiramente o canal vaginal após o orgasmo. No entanto, assim que estimulada novamente por Danilo sua xana macia lubrificava.
Pode parecer engraçado, mas a estranha onomatopeia fruto do encontro do pau grosso de Danilo e a boceta gorda de Havana era mais ou menos assim: “Flop, flop, flop…”

O tratamento deixou Havana com excelentes níveis de fertilidade. Danilo sentia a macia boceta gigante massageando seu pau. Logo logo o jovem gozava e retomava alguns minutos depois, com ainda mais vontade.
Assim que terminava de gozar o tio vinha e cheirava a boceta da esposa vadia, toda melada pela porra do sobrinho. Isso lhe dava uma excitação descomunal! O médico se sentia um macho submisso, sentido o odor dos feromônios do macho dominador, que cruzara com sua fêmea, diante dos seus olhos! Nos dias que podiam transar, Havana e Danilo mal saíam do quarto e o próprio Antunes trazia vitaminas e refeições especiais que ajudavam a manter a fertilidade em alta.

Por motivos científicos, para aumentar as chances de Havana engravidar, as transas foram todas no estilo missionário.
Depois que se sentiram mais à vontade, os três passaram para o quarto do casal, convencidos de que o mundo os havia esquecido. Nas últimas gozadas dentro boceta de Havana, Danilo estava exausto e sentava numa cadeira dentro do quarto após cada ato sexual.
Nesses últimos dias de épicas trepadas, Antunes passou a interagir um pouco com Havana e Danilo. Havana mamava Antunes como uma bezerra faminta – apesar da dificuldade da posição – enquanto o jovem dono de um membro considerável, preenchia ela em toda a extensão da sua cavidade de loba insaciável. Surpreendia Danilo o fato de Havana sempre estar bastante molhada. As gozadas passaram a ser menos viscosas, e, para alegria do tio, todo esse excêntrico ritual durou por quase um mês.
Havana sempre procurou depilar bem a boceta, que de tão grande parecia duas. O brilho do gozo sobre a testa da xota imensa, que de tanta pressão de fodas contínuas já estava enrugada, deixava Danilo em transe. Os lábios da boceta se assemelhavam a grandes montanhas, seguidas umas das outras. Antunes, para ajudar o sobrinho a meter na esposa, às vezes tinha que afastar as dobras daquela mulher farta em tudo.
Terminada cada transa, Antunes suspendia as pernas de Havana.
– Não podemos desperdiçar nenhuma gota do sêmen do nosso reprodutor. – Foi o que disse o médico, com um riso que soou doentio.
Havana só teve tempo de assentir com a cabeça. Em seguida, adormeceu profundamente.
Danilo e a esposa do tio transaram tanto que ao final da segunda semana, – segundo estimativas do próprio médico – Havana já estava grávida.

– Por favor, Riquelme! Pare com esses delírios psicossomáticos e deixe que eu mesmo conte uma história que aconteceu comigo.
A convulsão dos meus pensamentos é interrompida pelo meu próprio sorriso de lábios cerrados. Ao passo que respondo em conformidade, ao meu educado amigo, indo até a cozinha preparar um café.
– Está bem Diego! Excite-nos com sua imperiosa argúcia narrativa.

Continua…

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